28 de fev de 2014

Happily 02

Fui para a casa andando, de alguma maneira. Quando estou triste costumo ficar no modo automático, onde faço as coisas por instinto e não por consciência. Por conta da chuva, a caminhada pareceu mais solitária. Meus olhos estavam embaçados e parecia que eu tinha que usar óculos.
Depois de lavar meu rosto e comer alguma coisa, me acalmei e tomei banho. Não sentia mais vontade de chorar, mas estava brava e confusa. Eu já brigara feio com algumas pessoas, como meus parentes próximos. Nunca com Justin. E brigar com pessoas que você ama é como uma guerra: todo mundo sai perdendo porque todo mundo se machuca. O pior problema de brigar com pessoas próximas é saber exatamente onde feri-los.
Justin sabia como ninguém.
Enxuguei-me e coloquei um moletom de ficar em casa, quando meu celular tocou. Peguei o eletrônico rosa e o atendi:
- Alô?
- Alô! – o outro lado da linha respondeu. Era Clary, minha colega até que próxima da aula de Biologia. Ela era ruiva e usava aparelho, mas ao que tudo indicava, não a impedia de falar como uma matraca – Oi! Tudo bem? Meu Deus, você viu a roupa do Edgar hoje? Tenho certeza que a camiseta estava muito barata e ele comprou mesmo sendo pequena para ele. Ou encolheu na lavagem. Aliás, com que roupa você vai na festa do Justin?
Fiquei em silêncio.
- Jane, aconteceu alguma coisa? – percebi seu tom aflito – Eu sou uma péssima amiga! Nem percebi que você estava triste. Desculpa, eu...
- Está tudo bem, Clary. – interrompi-a.
- Pode me contar o que aconteceu. – ela falou e percebi pelo seu tom meigo que só queria ajudar. Não gostava de compartilhar meus problemas, porque não achava justo com quem ouvia. Clary não poderia ajudar, então por que angustiá-la?
- Clary, muito obrigada pela ajuda, mas não foi nada muito sério – então por que você estava chorando?
- Tudo bem. – disse contrariada. – Mas pensa com carinho. Ele é seu melhor amigo.
- Tá. – murmurei e desligamos o telefone.
Deitei em minha cama. Todo ano fazíamos surpresas no aniversário de nós três: ou íamos ao cinema, comprávamos alguma coisa ou o que desse na telha. Às vezes, convidávamos mais gente, outras vezes não. Uma coisa era certa: podíamos esperar algo no nosso aniversário. Por esse motivo, eu sugeri que fizéssemos um dia antes, para ser de fato uma surpresa. Como Clary tem mania de grandeza, ela quis uma festa em uma boate com quase a escola inteira – não concordei com ela desde o princípio, mas iria de qualquer jeito como convidada. Disse bem, iria.
Agora as coisas já não pareciam tão certas. Eu não estava com vontade de ir à festa. Não queria ver Justin enquanto não estivéssemos bem e eu estava me sentindo um lixo.
É fácil dormir quando me sinto um lixo, então apenas fechei os olhos e deixei a mágica acontecer, e inconscientemente decidindo não ir à festa idiota.
Mais tarde acordei com batidas insistentes na porta de casa. Levantei sonolenta e um pouco irritada ao perceber que estava triste e um tanto frustrada. Não queria que me acordassem. Olhei no espelho do meu quarto e arrumei algumas mechas rebeldes. Desci as escadas e abri a porta.
Quase caí para trás ao ver os olhos castanhos claros me encarando. Justin tinha o semblante sério e ouso arriscar um pouco confuso. Ele estava vestindo uma jaqueta preta e camiseta da mesma cor, combinadas com um jeans de lavagem clara.
- Posso entrar? – indagou e eu apenas dei passagem para ele.
Ele permaneceu de pé, quase que no centro da sala. Fechei a porta e o encarei.
- O que você quer? – vi que minha voz carregava um pouco de mágoa.
- Eu quero saber – ele passou a língua rosada entre os lábios – por que você não estava na minha festa.
- Eu que te pergunto. – falei, dando um passo para a frente – Por que você está e não lá?
- Perguntei primeiro.
- Fingidoras não são bem vindas lá. – arqueei as sobrancelhas.
Ele começou a falar uma frase, mas parou de repente. Ficou alguns segundos em silêncio.
- Eu não devia ter falado aquilo.
- Então por que disse? – percebi a acidez em minha voz.
- Porque eu te amo. – ele falou tão baixo que eu tinha quase certeza de que estava alucinando.
Ele avançou em minha direção e nossos lábios se tocaram. De início, tive o ímpeto de me afastar. Mas eu não queria, de fato. Bom, pelo menos minhas pernas não me obedeceram. Os lábios dele eram macios e quentes. Logo, eu estava com a mão no cabelo de sua nuca. Eu nunca havia tocado assim em Justin. Éramos amigos que não demonstravam muitos gestos afetivos, acho.
*atenção: parte hot aqui. Se não gosta, pode pular, lá embaixo eu aviso quando acabar ;) *
Seu cabelo era macio e sua mão em minha cintura parecia se encaixar. O ritmo de nosso beijo era lento, mas meu coração batia forte. Eu o amava. Claro. Mas naquele momento percebi que o amava mais do que amigos se amam. Percebi que também tinha ciúmes dele e que talvez já tivesse imaginado mais do que deveria. Com amor é assim, acho. Está lá, adormecido, então algo o desperta.
Tudo o que descobri estava acontecendo em algum lugar do meu subconsciente, porque na minha cabeça, só conseguia pensar nele. Melhor, só conseguia senti-lo. Em certo momento, demos alguns passos para trás até eu ficar no sofá. Foi a primeira vez que nos olhamos, depois dos beijos. Ele estava com o cabelo um pouco bagunçado e com os lábios mais rosados do que o normal.
Eu deveria estar pior. Sorri e Justin sorriu de volta, logo voltando aos beijos. Ele me deitou no sofá e ficou por cima. Senti seus dedos por baixo da minha blusa, o toque era mais gélido do que a minha pele. Vi em seu olhar uma pontada de incerteza, mas confirmei com a cabeça e ele tocou meus seios por cima do sutiã.
Mordi meu lábio inferior. Justin fez menção de tirar a camiseta dele, mas impedi com um toque em seu braço.
- Não aqui. – percebi que minha vos estava arfante. Então ele, em uma velocidade surpreendente, me pegou no colo e subiu as escadas até meu quarto. Lá, ele me deitou na cama e depois fechou a porta, passando um trinco. Ele tirou sua camiseta e jogou em um canto.
Veio em minha direção e eu já estava tirando minha camiseta também. Assim que a arremessei, Justin estava perto de mim e colou nossos lábios. Agora já nos beijávamos com mais velocidade, mais desejo. Justin se afastou de mim e me fitou. Talvez eu nunca me esqueça de seus olhos naquele momento. Estavam mais escuros, mais vorazes e apesar de tudo, ainda eram os olhos do meu melhor amigo, o qual eu podia confiar. Ele colocou as costas por trás de minhas costas, me levantando e logo tirando meu sutiã rosa. Encarou por alguns segundos eles desnudos e avançou em direção a eles, lambendo meus mamilos. Arfei.
Passei a mão por seu abdômen definido e ele se levantou como se não pudesse aguentar mais. Tirou sua calça jeans, ficando apenas de cueca boxer branca. Apreciei seu corpo, que me lembrou das esculturas da Grécia Antiga, mas não. Era mais bonito. Em seguida, deslizou minha calça, me deixando apenas com a calcinha, e em questão de segundos, mais nada.
Justin, então, massageou meu clitóris com dedo e depois passou a por a língua . Percebi que estava gemendo com os movimentos circulares e mal reconhecia minha voz rouca. Justin parou subitamente e após isso, introduziu seu pênis em mim. Ele ficou parado por um tempo, talvez para que eu pudesse me acostumar com a sensação. Ele passou a mão por meu rosto, antes de começar a se movimentar:
- Você é tão linda. – sussurrou e eu fechei meus olhos, sorrindo.
Então ele começou, devagar a princípio, mas profundamente. Sentia sensações jamais sentidas antes por mim. Aquilo estava uma delícia. Soltava gemidos ocasionalmente e percebi que Justin fazia o mesmo. Agarrei-me nos lençóis, tentando não me perder naquelas emoções. Justin aumentou o ritmo e eu agradeci por aquilo. A cama rangia e o ruído se fundia a nossas exclamações. Cheguei ao meu ápice e ele chegou segundos depois.
*fim da parte hot* 
Nos recompusemos e deitamos um do lado do outro, respirando profundamente. Olhei para o teto, com as luzes não tão fortes sobre nós. Peguei a mão de Justin e entrelaçamos nossos dedos, ainda assim mantínhamos o silêncio.
- Sim. – falei, me lembrando do episódio que não falara “não” para Derek. Justin me encarou, ligeiramente confuso – Você falou que eu não havia dito “não” para Derek, e eu digo sim para você.
Os músculos de Justin se enrijeceram e ele soltou minha mão como se a mesma estivesse em brasas. Ele se levantou e começou a se vestir. Não esperava tal reação, na verdade eu queria que ele risse ou me beijasse. Eu ansiava por seus lábios novamente.
Ele já estava vestido e olhou para mim, ainda na cama, paralisada pelo meu poder de sempre estragar tudo.
- Tchau, Jane. Eu te amo. – falou e saiu.
Deixou-me chocada demais para fazer qualquer coisa que não chorar. 
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Oi! Como vocês estão? Eu tô bem, amo feriados! Vou para o Paraná amanhã de manhã, mas se vocês atingirem o número de comentários, amanhã posto final - não disse que era um short muito pequeno? Enfim, obrigada pelos comentários e quero saber a opinião de vocês sobre o documentário! Vocês são demais. Já disse isso? 
- 8 comentários? 
Respondendo aos comentários: 
Feer: Já respondendo seus dois comentários (fiquei muito feliz!): primeiramente, obrigada! E essa fic é muito curtinha para eu explorar esse tema... Mas é uma ótima sugestão, espero um dia escrever algo mais nesse campo! Beijos! 
Vivi: Oi! Muito obrigada, amei ver você comentando! Beijos! 
Anônimo: Muito obrigada S2 (sei que s2 talvez seja muito época orkut, mas é o coração que dá para fazer :l. Orkuteiro ou não, é muito bonitinho e sincero hehe).
Nathalia: Seu sobrenome é Patrick? Se for, que demais! Muito diferente - em um sentido bom, claro. Obrigada por comentar, espero ver sua opinião novamente. Beijos!
Lari: SÉRIO QUE VOCÊ ACHOU ISSO? Muito obrigada! Muito obrigada mesmo! Espero que tenha gostado desse... Beijos!
Lu: Luuuu, minha bff! Tudo bem? Ah, que bom que você gostou, você sabe que eu amo seus comentários! Beijos, espero te encontrar um dia online no face! Obrigada! 
Nicole: Você achou? Obrigada! Significa muito para mim... Beijos! 
Anônimo: Obrigada! :D 

Beijos, 
Audrey.



27 de fev de 2014

Happily

Então nossos lábios se tocaram e Deus, eu estava beijando o garoto mais quente da escola. Talvez do estado. Mas eu estava me sentindo fria. Não é como se ele tivesse acendido alguma coisa em mim ou causado qualquer emoção diferente. Na verdade, eu estava pensando quando aquilo iria acabar.
Então, desgrudamos nossos lábios, sorrimos apaixonadamente um para o outro e ouvimos o aplauso de Helly, nossa diretora.
- Vocês têm muita química! – ela falou de um jeito que parecia um elogio, mas logo partiu para outra atividade. Helly era o tipo de pessoa que não elogiava outras pessoas. Estava satisfeita, até me lembrar que ter química ou não com alguém não é mérito meu.
Saí do palco e nos bastidores peguei minha bolsa e troquei de roupa rapidamente. Depois que li “O fantasma da Ópera” tinha medo de ir para o camarim sozinha, então fazia tudo que tinha que fazer em tempo recorde. Quando saí, gritei ao dar de cara com Derek, o garoto que beijei segundos atrás. Às vezes eu gostaria que o beijo técnico realmente existisse, mas isso tiraria o realismo da cena como meus professores faziam questão de dizer. 
- Sou só eu. – ele sorriu de canto, os dentes brilhantes e o cabelo castanho claro jogado de lado. Seus olhos azuis escuros, quase parecendo de mentira. Ele até poderia ser eleito todos os anos consecutivos como menino mais bonito da escola desde o sétimo ano, porém toda aquela perfeição não me atraía, apenas me fazia sentir como o patinho aberração.
Não tinha resposta para aquilo, meu coração ainda estava acelerado por conta do susto. Então estávamos nos encarando e eu ainda estava esperando minha respiração se estabilizar novamente.
- Você – ele disse e olhou para o chão, logo voltando os olhos para mim – Você beija muito bem.
O que eu deveria dizer? Eu não gostei de beijá-lo. Em geral, não gosto de beijar quem não conheço e não o faço. Mas era necessário, fazia parte do mundo da atuação.
Tentei não encará-lo e pensar em uma maneira de sair rápido dali sem ofendê-lo, quando voltei minha cabeça para ele, vi que estava cada vez mais perto. Dei uns dois passos para trás e ouvi um barulho de irritação, que me fez virar imediatamente.
Vi um corpo com calça jeans escura e camiseta preta se afastando e levou um segundo para reconhecê-lo: meu melhor amigo. Mas por que ele não esperou por mim? Provavelmente por que ele nunca me vira beijando ninguém e deve ser estranho ficar de vela de alguém tão próximo. Eu faria o mesmo.
Segui-o com passos largos, mas ele não parou até chegarmos ao estacionamento da escola e entrarmos em sua caminhonete. Me sentei no carona, como de costume e esperei ele ligar o aquecedor. Ele ligou em silêncio. Aquele tempo estava frio até mesmo para o outono. Sei que não estava nevando, mas queria quebrar o gelo. Esperava que ele não tivesse tido um dia ruim. Esperava que eu tivesse condições de animá-lo caso fosse isso o motivo de seu silêncio.
- Jus... – falei – Obrigada por ter me salvado.
Ele me encarou, os olhos impassíveis e com a iluminação, pareciam mais escuros – quase como os meus. Ele não disse nada, então me adiantei:
- Por aquele negócio do Derek – chacoalhei minha cabeça, fazendo um ruído com a minha boca de reprovação – Eu e ele... só não.
- Não foi o que pareceu. – sua voz era fria e me fez lembrar gelo.
Ri nervosamente.
- Claro que foi. Eu não quero beijar Derek, eu nunca quis. – afirmei, mas olhei para a frente, sentindo minhas bochechas queimarem. Não por eu estar mentindo, mas por meu melhor amigo considerar essa possibilidade ridícula.
- Então por que não negou? – ele perguntou.
- Eu neguei. – falei, pensando nos meus passos para trás. O que havia de errado com Justin?
- Acho que quando negamos, falamos “não”. – ele falou e percebi que a sua voz se elevara um décimo.
Isso fez meu sangue esquentar. Ele estava lá, como ele não viu eu me afastar? 
- Porque eu não queria machucá-lo, porra! – percebi que minha voz soara mais alta.
Ele parou as mãos sobre o volante, olhando para a frente e voltando sua respiração ao normal.
- A gente tá falando da mesma pessoa? – perguntou e se virou para mim – É o Derek!
 Paramos por um segundo e ele riu desdenhosamente.
- Você está virando uma Derek Girl. – Derek Girl era como nomeamos as garotas que faziam de tudo por ele.
- Não sou! – gritei e respirei fundo – Eu não tenho culpa de termos química e ele confundir isso com a vida real. – olhei para ele – Você sabe que é fingimento.
Ele negou com a cabeça, tão levemente que eu quase não vi e com certeza não teria visto em outras ocasiões.
- Talvez – Justin falou baixo – você não esteja fingindo só sobre isso. – sua voz rouca, o modo como ele não olhou para mim quando disse isso, fez-se audível o barulho do meu coração quebrando.
Ele estava se referindo a minha amizade? A carona que ele me dava quase sempre? Que tipo de pessoa eu seria, se por ventura, fizesse isso? Eu posso ser uma fingidora em cima dos palcos, mas na vida real eu sou real.
Peguei minha mochila e abri a porta do carro. Percebi que estava chorando quando senti a fina garoa se contrastar com minhas lágrimas quentes. Coloquei minha mochila sobre o ombro e disse, antes de partir:
- Você teve um dia ruim e isso não é motivo para me tratar desse jeito – vi que a minha voz não passava de um sussurro: - Mas espero que seu dia melhore.
Ele demorou a olhar para mim e quando falou foi duplamente mais cruel:

- Eu tive um dia ruim, sim. E foi você que o estragou.

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Oi gente! Tudo bem? Bom, como vocês sabem dia 01 é o aniversários do Bieber! E para comemorar, comecei essa short fic. O que acharam?  Comentem! 
- 8 comentários? 
Beijos, 
Audrey. 

23 de fev de 2014

Drummer Girl - capítulo 21

No outro dia acordei com Justin praticamente no meu ombro. Acordei-o com toque em seu braço e outro. Foi nesse momento que ouvimos a porta ser escancarada e barulho da cadeira se arrastando. Justin, que ainda estava meio sonolento, despertou. Seu dedo indicador parou em frente ao seu lábio, como se pedisse silêncio.
Estava até prendendo minha respiração naquele momento.
Coloquei a mão em minha cabeça, analisando o estado. Fiz um coque de qualquer jeito, torcendo para que não houvessem nós aparentes. Peguei minha mochila sorrateiramente e ele já estava de pé. Repetiu o gesto de silêncio e caminhamos até a saída.
- O que os mocinhos estavam fazendo?
Justin sorriu para ela.
- O que se faz em uma biblioteca. – afirmou.
- Ela não estava aberta. – sibilou a bibliotecária. Ela estava séria, mas nunca tinha visto seu sorriso.
- Nem mesmo trancada. – a senhora nos encarou, passando o olhar de um para outro. – Não estamos interessados em roubar seus livros.
- Talvez estejam interessados em outro tipo de coisa. – arqueou suas sobrancelhas. Justin sorriu para ela.
- Talvez. – e tornou a andar.
Segui ele depois de um segundo parada. Passamos pela secretaria, a qual ele parou.
- Tenho que pegar meus horários. – justificou.
- Tudo bem. – falei pela primeira vez ao dia. – E valeu por ter nos tirado de lá. – dei de ombros, daquele jeito que você não-quer-dar-de-ombros.
- Não foi nada.
Mas tinha sido.

Mais tarde, encontrei Justin e Chaz no intervalo. O dia estava bom, ensolarado. Estavam de pé perto de nosso lugar de costume: uma mesa embaixo de um carvalho grande. Gostaria de ter mais dias para lanchar perto de lá.
- Oi. – me aproximei.
- Oi. – Chaz disse, logo enfiando um punhado de batata-frita na boca. Sorri ao pensar no motivo. – Cara, isso é divino. Mas me contem o que aconteceu.
Justin e eu nos entreolhamos.
- Nada. – falamos em conjunto. Rimos.
- Qual é.
- Hoje a bibliotecária quase nos pegou.- Justin disse.
- Ahn? – Chaz indagou.
- Tínhamos acabado de acordar e ouvimos os passos dela. Saímos e ela nos parou. – vi a expressão alarmada de Chaz, com direito a olhos arregalados e boca semiaberta.
- Eu só queria ter comprado aquela capa de invisibilidade do Harry Potter que vi no Ebay. – pensei alto e Chaz riu. Percebi o sorriso de Justin, mesmo não olhando diretamente para ele.
- Então ela perguntou o que estávamos fazendo lá, sendo que a biblioteca estava fechada. Eu respondi que estávamos fazendo o que todo mundo faz na biblioteca.
- Lendo? – indagou Charles, com o cenho quase unido.
- Dormindo. – corrigiu Justin e rimos mais uma vez.
Então, depois de instantes, fizemos um breve resumo do que aconteceu. Muito breve, tirando algumas partes ou ressaltando outras.
- Tem uma coisa que vocês não explicaram... – observou Chaz. – Por que estou comendo batata frita, ou sei lá, barata frita? – sabia o seu pensamento. Às vezes Chaz tinha umas neuras relacionadas a comida. Eu, por outro lado, amava a comida da escola.
- É batata. – respondi, mordendo a bochecha para não rir.
- Mas como? – indagou.
- Isso, você nunca saberá. – ri.
- Isso é muito injusto!
- É culpa sua, Somers. – Justin ressaltou.
- Tudo bem, me abandonem mesmo! – e saiu, batendo o pé. Justin e eu nos entreolhamos novamente e rimos de seu drama.
- Hey, Summer? – chamou.
- Hum?
- Quer voltar comigo hoje? Vou te levar a um lugar.
- Sim.

Mais tarde, na saída, me despedi de Chaz. Sabia que ele estava bravo com a gente, mas que não era de verdade. Ele estava feliz por que estaríamos indo a algum lugar sem brigar ou ser obrigado. Ele estava feliz mesmo que isso não o incluísse. Esse era Chaz.
Justin estava recostado na parede, perto da entrada. O fluxo de alunos não era tão grande por algum motivo desconhecido. Andamos meio que em silêncio até o estacionamento da escola. Em Nova York era meio que impossível ir de carro, já que tudo era tão lotado. Não me surpreendi ao ver que ser carro era uma Range Rover, mas me acanhei ao entrar no carona. Eu já estava acostumada com Chaz e seu fusca... Entretanto, não conhecia Justin e seu Range.
Pus o cinto de segurança e Justin ligou o rádio. Não perguntei onde estávamos indo, apenas abri a janela e aproveitei Red Hot Chilli Peppers e o vento.
- Tenho ar condicionado. – ele falou.
- Pode até ser que todo mundo goste de ar condicionado, mas eu não. - E não me importava com meu cabelo, tanto que até não o penteei de manhã. Aliás, isso é vergonhoso. Olhei de relance para o retrovisor mas encontrei apenas uma garota de cabelo loiro e olhos castanhos. Eu. – Espero que não se importe.
- De maneira alguma.
 Stratford era uma cidade bonita e eu era uma vergonha por não saber quase nada dela. Algumas ruas e eu já não sabia onde estávamos. O carro parou perto de um muro alto, com algumas árvores do lado de dentro. Saímos do carro.
Justin parecia meio tenso, mas o segui mesmo assim. Atravessamos o portão grande então percebi mais adiante que estávamos em um cemitério. O gramado era verde alegre. As lápides saíam do chão, cinzas – e ao contrário dos filmes de terror, bem cuidadas.
Justin andava com certa familiaridade por lá, não pude deixar de notar. Eu estava tensa. Não que eu nunca tivesse ido a um cemitério, mas não era isso que eu estava esperando. Porém eu não estava esperando nada, porque mesmo que eu mal conheça Justin, percebo que não se pode esperar quase nada dele.
Andamos uma distância considerável, até chegarmos perto de uma árvore, então caminhamos sobre a grama. Justin se sentou perto de uma lápide que dizia Amber Lee e apenas eu o acompanhei.
O ar que eu respirava era puro, porque o ar do Canadá é assim. Se não estivéssemos em um cemitério, talvez eu ainda o sentisse assim, e não carregado como o estava sentindo.
- Esse ar é o mais puro que eu já senti. – ele falou, quebrando o silêncio. O oposto do que eu pensara – Talvez as pessoas pensem que é um ar carregado, mas é o ar do descanso. Descanso eterno.
Carregado é para nós, que ficamos.  
- Venho aqui frequentemente porque gosto de relembrar alguns momentos. Não sou desse tipo que fala, pois sei que ela não me escuta.
Ficamos em silêncio por algum tempo, eu observei o movimento quase nulo do local. O céu azul era límpido.
- Talvez – prosseguiu – ninguém queira ser lembrado em um cemitério. Sei que não seria o lugar favorito de Amber e que ela preferiria ser lembrada nos lugares que frequentava, mas as pessoas nem imaginam isso, e falam com você no momento que você mais precisa de silêncio. Aqui me deixam em paz, porque é isso que as pessoas vêm fazer.
Isso me arrematou. Justin não era o mimado que eu pensei. Talvez até fosse, mas não era só isso. Gostaria de conhecê-lo melhor.
- Ela era legal. E engraçada e fazia piada nos melhores momentos, ou seja, naqueles que não se deve fazer. Pensamos em várias palavras para colocar em sua lápide, mas três palavras jamais a definiriam, mesmo sendo jovem.
Apenas escutei. Ele não falou mais depois disso. Não me senti no direito de falar nada ou indagar. De uma forma estranha, o compreendia. Passou-se um tempo até que ele se levantou e fomos embora. O caminho de volta foi silencioso, sem música. Eu estava entretida demais nos meus pensamentos e dúvidas e ele visitando um passado que não vai voltar.
Àquela hora, passei para pegar Pedro e mais tarde iria à casa de Pattie agradecer por tudo e mais tarde ainda iria ao hospital.
Naquele dia ele não me pediu sigilo sobre o que foi contado ou sentido. Mas eu sabia que de certa forma, era um segredo. E mesmo que não fosse, eu guardaria comigo, protegeria bem. Seria todo meu.
E era, de fato.

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Oi! Como vocês estão? Acho que não tenho muito o que falar essa semana... Não vou conseguir assistir Believe com as minhas amigas :T. Tudo está bem na minha escola, mas estou cada vez mais sem tempo. Carnaval, cadê você? 
- 11 comentários? 
Respondendo aos comentários:
Michele: AH, sério? Que bom que você gostou! Eu, por outro lado, morro de medo. Eu sei, isso é vergonhoso. Mas eu convivo com isso. Obrigada Michele, por ter comentado! 
Duda: Na hora certa! É que eu imaginei isso como sendo um processo... Você acha que está chato? De qualquer jeito, obrigada por comentar! Você é demais. 
BelieberSwag: Talvez primeiras coisas nunca são... Mas depois a gente se acostuma e quem sabe é feliz com as mudanças. O pensamento de "tenho que estudar" ta me acompanhando sempre, vê se pode! Boa sorte com isso... E obrigada por sua opinião, espero que goste do que ainda vai acontecer.
Feer: AI MEU DEUS! Obrigada por achar isso! (tudo bem, essa frase ficou estranha). Mas obrigada, tipo, mesmo. Beijos!
Nicolle: KKKKKK. Sonhos! Sonhos são desesperadores às vezes. É horrível (ou muito bom). Já sonhei com guerra, quando acordei quase chorei de alívio. Meu sonho é fazer intercâmbio lá, acompanho muitos diários de intercâmbio. Você também os vê? Beijos! 
Lu: É um crime ser fofa sempre, ta? É, não te achei :l Meu nome é um pouquinho diferente, então acho que vai ser fácil (estou com óculos de grau na foto): Audrey Matsumoto. Ai, obrigada! Gostou? Obrigada pelo "boa sorte", Lu! As coisas estão indo bem... Obrigada Lu, sempre. Você não faz ideia de como seus comentários são importantes. Espero que goste. Beijos!
Jani: Mesmo? Obrigada! E eu amo saber que você a acompanha... Muito obrigada! Mesmo! Isso fez meu dia. Beijos, Jani! 
Rahaella: Obrigada! Você é nova por aqui? Nunca tinha visto seu avatar antes... De qualquer forma, obrigada e espero te ver mais vezes! 
Anônimo: Aqui! :D 
Anônimo: Obrigada! :D 
Beijos, 
Audrey. 

World Of Chances, capitulo 6 , Justin tomando iniciativa? -Parte dois de três.

-Oque está fazendo Bieber ? -Ela sussurrou. Passei meu polegar no rosto dela, e ela fechou os olhos.
-Oque eu deveria ter feito antes . -Respondi , e a beijei. (n/a :FINALMENTE NÉ FI? PO!)
Ela passou os braços no meu pescoço, e eu a segurei pela cintura.
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Nosso beijo, não tinha malícia, e nem mágoa, e sim amor. Tá muito gay isso Bieber.
Parti nosso beijo -infelizmente- com dois selinhos, e ela continuou ali, encostada na minha testa e fazendo carinho na minha nuca, me arrepiando.

-Justin ? -Sua voz estava baixa. Não abri os olhos. -Olha pra mim Drew.
Me rendi. A olhei, e ela tinha um sorriso leve nos lábios.

-Oque foi? -Perguntei baixo. Ela chegou mais perto, e me deu um beijo na bochecha.

-Eu te amo... -Sussurrou. Sorri abertamente. Ela riu.

-Sabe de uma coisa ? -Perguntei-a .

-O que ? -Um par de olhos curiosos me encarou.

-Eu te amo mais. -Dei-a um monte de beijos no rosto, a fazendo rir gostosamente. -Ahn, vai almoçar comigo ? -Ela apenas assentiu, e saiu me puxando. Apenas consegui pegar nossas mochilas pois ela deixou algo correr.

-Terry! -Giullian correu até Terryene, e a levou de mim. Vi ela me olhar e pedir desculpas, mas eu apenas sorri. Ela sorriu de volta, e sumiu com Giullian.
Vi Christian vir até mim, e me sentei no mesmo lugar de costume.

-Onde está Terry?-Perguntou se sentando do meu lado.

-Com Giullian. -Falei. Christian assentiu. 

-Bieber, ahn ... Olha cara, desculpa por aquele ataque que eu dei aquele dia. Eu só... Estava protegendo minha irmã. -Assenti. Ele estendeu a mão, e eu o puxei pra um abraço apertado. Sempre fomos próximos, e não seria agora que isso iria mudar.
 
-Cara... Eu falei com ela. -Contei.

-E... ? -Ele riu.

-Eu pedi desculpas por ser um babaca completo. E a disse que estou apaixonado por ela. -Ele riu novamente.

-E o que ela falou?

-Que também está apaixonada por mim. Mas que não quer se machucar novamente. -Abaixei a cabeça. Ouvi ele me chamar umas duas vezes, e o olhei. Christian apontou para um cara e uma garota. A MINHA GAROTA.
Ele tentava a beijar, até que ela o chutou  nas partes baixas, e o deu um chute no nariz também, o deixando desacordado.
Fui até ela correndo, e ela estava bufando, e chorando. Havia um corte em sua sobrancelha, e seu nariz sangrava um pouco.

-Você está bem princesa? Ele te machucou ? -A abracei, e ela riu.

-To bem. Fiz 8 anos de karatê, e de defesa pessoal. Sei me virar. -Ela sorriu. Eu a abracei forte novamente, e ela sussurrou algo, antes de desmaiar em meus braços.
Christian veio correndo até nós dois, e eu a peguei no colo. Giullian veio conosco para  a enfermaria, e quando chegamos na mesma, ficou desesperada.
Nunca a tinha visto assim. Com medo, assustada. Passaram-se 5 horas ate ela acordar.




HEEEY GIRLS, WHATZUP?
Enfim, espero que tenham gostado. Está pequeno, eu sei, mas é oque eu consegui pra hoje. 
Estou tendo uns problemas pessoais, e não estou muito bem pra escrever. 
Beijoos
Obrigada pelos 9 comentário no outro cap. 
Amo vocês ! 
Beijinhos, Ana. 
Ah, e eu não divulgo blogs até eu os ler de trás pra frente haha 
Desculpem por isso. 
Assim que terminar de ler eu divulgo. 
7 comentários? Beijos.

20 de fev de 2014

World Of Chances, capitulo 6 -Justin Tomando Iniciativa ? Parte 1

ESCUTEM ESSA MUSICA ENQUANTO VOCÊS LEEM O CAPITULO - MUSICA

Terry Narrando -to no pc uhuul-


Depois daquela cena lá, eu voltei para o reformatório com Christian. Eu estava chorando de raiva.
Justin é um idiota. Um idiota completo. Que raiva, ele tinha que estragar tudo?
-Terry ? -Chris me chamou. Estava encostada no peito dele, e ele me fazia carinho nos cabelos, me dando uma sensação gostosa.
-Oi Chris ... -Forcei um sorriso, e ele balançou a cabeça negativamente. Eu apenas o encarava.
-Você... Gostou do ... -Ele não terminou.
-Do beijo? -Ri baixinho. Apesar de ter sido o melhor da minha vida toda, eu não senti absolutamente nada.
-É ... -Ele estava corado ? aawn.
-Foi o melhor de toda a minha vida. -Rimos juntos. -Mas eu não senti nada. Foi como beijar meu irmão mais velho.
-Digo o mesmo. -Ele me deu a língua, e eu fiz o mesmo. Rimos alto depois disso. -Eu te amo pirralha.
-Também te amo grandão. -Ele sorriu besta. -Preciso dormir Chris, não estou me sentindo muito bem.

Christian assentiu, e me enrolou nas asas dele. Eram lindas. Grandes, e pareciam ser mais delicadas que porcelana. Elas emanavam um calor gostoso, e isso era ótimo, já que eu DETESTO frio.
Em poucos minutos dormi profundamente.

                                                                       (...)

Quando acordei, estava sozinha. Eram umas 5 da manhã, e nem sinal do sol. Olhei o celular, e "descobri" que hoje é sabado. MEREÇO NÉ VEI?
Mas, como é quase impossível eu voltar a dormir quando acordo muito cedo, peguei meu celular, e fiquei no Twitter.
Estava quase dormindo-milagrosamente- quando alguém abre a porta do banheiro com a luz acesa, me dando um pequeno susto. A imagem de Christian saindo enrolado numa toalha apenas na cintura, e secando os cabelos loiros dele, me surpreendeu. Ele estava extremamente SEXY!

-Oi nanica. -Ele sorriu. Eu apenas sorri de volta. -Te acordei?
-Não Chris, ta tudo bem. -Ele assentiu, e se vestiu ali mesmo. Na minha frente. Por sorte -ou talvez azar meu- ele estava de cueca.
Ele se deitou ao meu lado, e me abraçou pela cintura, dormindo em seguida. Tirei uma foto dele, e postei no meu instagram, com a seguinte legenda "Obrigada por ser meu irmão @CBeadles (não sei qual é o dele mesmo) . Eu te amo grandão. ♥ " E dormi.



Justin Narrando. -FINALMENTE!! - 

Se eu estou magoado ? Sim. Se eu fui um babaca completo pegando aquela garota na frente da Terry? Sim. Se eu estou com raiva do Christian? Muita!
Mas eu não vou deixar ele ficar com a MINHA Terryene. Foi a pouco tempo, mas ela contagia o lugar. Apesar dela ser um pouco lerda, e se irritar facilmente, ela é a unica garota que me faz fez ficar assim.
Eu estou apaixonado por ela, sim, estou APAIXONADO por ela. E eu só quero ficar com ela, e somente ela. Pra sempre.

-Bieber! Anda logo. -Ryan me puxou da cama, e eu o olhei furioso. -Sai logo do chão muleque, Terryene nao vai gostar de você se ficar paradão ai no chão.

Na mesma hora me levantei. Faria de tudo por ela. Justin isso tá meio gay, para.
Me arrumei rapidamente, e fui pra aula. Ela estava lá, com... Chaz ? Agora é ele também?
Eles riam de algo, e quando ela me viu, seu sorriso continuou o mesmo, mas seu olhar pra mim, foi como um soco na boca do estomago.

-Oi Charles. Terryene. -Falei baixo. A professora entrou na sala mandando todos se sentarem e assim eu fiz. Eles trocavam bilhetinhos, e riam baixo atrás de mim. Se eu estava com ciúmes? Com raiva? Ce bobo pô.
Ao acabarem as aulas eu segurei Terry pela mão. Achei que ela fosse gritar comigo, ou me empurrar pra longe dela.
Mas ela não o fez. Ela ficou, e me olhava com curiosidade.

-Terry, eu preciso falar com você. -Ela assentiu. nos sentamos em umas das cadeiras da sala, e ela me encarava.

-Fala logo Bieber. -Ela estava irritada já.

-Me perdoa? -Comecei- eu fui um idiota por não perceber que eu tinha um tesouro nas mãos. Que você é uma princesa, e eu deveria ser o príncipe. Que você tem os olhos mais lindos, -ela abaixou a cabeça- e a risada mais fofa -ouvi ela rir, e sorri - Me desculpe por não perceber que você é a garota certa pra mim. Mas... eu sou o cara errado pra você. Me perdoe por isso. -Abaixei a cabeça. Ela passou a mão no meu rosto, e o levantou.

-Justin, você é sim o cara errado. Mas é o cara errado, certo pra mim. E o problema, é que eu te amo assim. Mas eu não quero te amar. Eu não posso te amar. Não quero me magoar novamente. Não quero quebrar meu coração novamente.-Abaixei a cabeça novamente. Isso meio que foi um fora, não é?
Ela se levantou. Achei que iria sair da sala, mas ela novamente não o fez. Ela foi até até a janela, e a abriu. Um vento frio, mas suportável entrou na sala. Vi ela tremer de frio, e a mesma fechou a janela.

-Terry ? -A chamei. ela me olhou. -Você está... Namorando com o Christian ? -Ela riu baixo.
-Não Bieber . -Sim, eu AMO quando ela me chama de Bieber.
-Então ... -Me levantei e fui até ela. -Eu posso fazer uma coisa ? -Me aproximei dela, e encostei minha testa na dela.
-Oque está fazendo Bieber ? -Ela sussurrou. Passei meu polegar no rosto dela, e ela fechou os olhos.
-Oque eu deveria ter feito antes . -Respondi , e a beijei. (n/a :FINALMENTE NÉ FI? PO!)
Ela passou os braços no meu pescoço, e eu a segurei pela cintura.



HOLLA NINÃS! 
Belezu ? haha 
Espero que tenham gostado. Este está pequeno porque estou passando do celular pro pc, e também escrevendo, e são 00:20 agora, então espero que entendam isso kk 
Enfim, vou deixar novamente meu número pra vocês, e QUALQUER coisa que tiverem ideias pros caps podem me gritar no whats uasuahsu sério gente, adoro falar cm vocês. 
E também o link do meu blog haha
Estou reescrevendo LWR com o nome They Will Remember - algo como Eles vao se lembrar .

Meu número : 992617371 (DDD 22) 

Link do blog clique aqui

Beijinhos ,  beijoes, Ana ♥
AH, 7 comentários? Por favor né gente?

16 de fev de 2014

Drummer Girl - capítulo 20

Estávamos comendo e tudo estava bem. Digo, por um instante eu estava genuinamente feliz por comer comida industrializada e beber refrigerante. Eu não estava pensando na vida fora da escola ou no que tinha lá.
- Isso – Justin mastigou – é muito bom. Concordei com a cabeça.
- É a fome. – dei de ombros depois que engoli as batas que comia.
Terminamos nossa refeição, pegamos o lixo do chão e Justin indagou:
- Para onde você quer ir?
Olhei para uma das janelas de nossa escola. O céu estava escuro e não conseguia ver nenhuma estrela. O Canadá era assim ás vezes: escuro. A temperatura constantemente baixa fazia o céu nublado.
Estimei o horário, mas realmente não sabia que horas eram. Bocejei e tentei pensar em um lugar ou no que fazer.
- Você está com sono. – não fora uma pergunta. – Talvez devêssemos procurar um lugar para dormir. – senti seu olhar sobre mim.
- Talvez. – respondi. Passei todos os lugares possíveis de sono na minha cabeça: - Podemos ir para a biblioteca. Lá tem um carpete fofinho.
Justin concordou com a cabeça e seguimos por alguns corredores até chegar ao local. Encarei a porta creme e então Justin a abriu. O local sem luz era um pouco assustador, com todas aquelas mesas e livros empoleirados nas prateleiras. Justin deu três passos para frente e parou:
- Vem Summer. – ele chamou e não enxergava mais que sua silhueta.
- Você não vai ligar a luz? – questionei.
- Não podemos se amos dormir aqui. Isso seria uma denúncia de nossa presença.
Tive que concordar, então entrei. Segui Justin até certo ponto, antes de esbarrar em uma cadeira, fazendo eu mesma me assustar.
- Justin? – chamei-o, com medo de seu silêncio.
- Aqui. – ele disse tocando meu braço e isso me aliviou. Segurei seu braço por instinto (e porque posso ser bem desastrada no escuro) e ele não pareceu se importar. Entramos na penúltima fileira de livros, mas não consegui ver quais as obras que estavam lá.
Sentei no chão e Justin fez o mesmo do meu lado. Peguei outro moletom dentro de minha mochila e vesti. Arrumei minha mochila de modo a fazer um travesseiro. Ele também a arrumou daquele jeito e deitamos. Ficamos em silêncio por um tempo, de modo que pensei que ele estivesse dormindo. Nunca sou a primeira a dormir, apesar de amar fazer isso.
- Justin? – chamei.
- Oi. – ele respondeu. Não sabia o que dizer a seguir. Eu só queria a confirmação de que ele estava acordado.
- O que você estava fazendo hoje aqui?
- Minha mãe me fez rematricular aqui. Pattie sempre gostou daqui, mas depois que ela se foi, eu decidi mudar de escola.
- Como era a outra escola? – perguntei.
- Como todas as outras. – respondeu. - E em Nova York?
Fiquei surpresa ao perceber que ele se lembrava da onde morava.
- Era bem maior do que aqui. E bem menor. Cidades pequenas geralmente têm pessoas grandes.
- Talvez.
Quietos novamente.
- Mas funcionou? – perguntei.
- Mudar de escola?
- Sim.
- Não. – ele falou com a voz grave. – Sinto que seu fantasma me acompanha sempre.
- Pensei que não acreditasse em fantasmas.
- Não desse tipo. – falou convicto. – Às vezes penso que se eles existissem, ela teria ao menos tentado falar comigo.
- Se esse não é mais o mundo dela, não vejo o por que dela continuar o vivendo. – pelo seu silêncio, percebi que fui dura. Porém era o que eu pensava, de fato. Pensei que o tinha enfurecido e que ele não fosse mais falar comigo, mas não foi o que aconteceu:
- Tinha um professor que costumava dizer que essa escola era mal assombrada porque o apagador tinha caído sozinho.
- Que sentido tem isso? – perguntei – Se eu fosse um fantasma, eu não ficaria na escola derrubando apagadores. Eu puxaria pé de todo mundo. – rimos.
- Vai que era um condenado a ficar preso na escola. Tipo um nível mais alto de inferno. – demos risada novamente. Não gostava de brincar com essas coisas, mas de repente era só isso: brincadeiras.
- Estamos presos agora e isso não parece inferno. – falei.
- Não. – ele concordou. – Você é legal.
- Você também é legal, Justin. – sorri, então continuei: - Vai fazer faculdade de música?
- Provavelmente não. – respondeu sem mais detalhes - E você?
- Não sei. Se eu pudesse, sairia numa van com vocês.
- Isso parece um seriado da Disney. – rimos.
Falamos sobre coisas aleatórias por mais um tempo. Não queria dormir, porque gostava de conversar com Justin. Bocejei, porque não conseguia mais segurá-lo.
- Já? – indagou.
- Sim. – falei, pegando meu celular que ainda estava sem sinal. Nem olhei as horas, porque isso me desespera mais do que me ajuda a dormir. Coloquei minha playlist no modo aleatório e pus meus fones.
- Boa noite. – declarei.
- Summer?
- Oi?
- Posso escutar com você?
Estendi-lhe outro fone.
- Que não seja artistas bonitos e sem talento.
- Não começa. – sorri.
E então adormecemos.

---
Oi! Tudo bem? Aqui as coisas estão corridas, tanto que só ligo o computador de final de semana. Mudar de escola não significa só mudar de professores e de local. Tá mudando tudo! Já perdi um ônibus no meu primeiro dia de aula (fail) e era a primeira vez que eu andei de ônibus (fail²). Isso já faz duas semanas, mas eu nem falei isso para vocês. Já paguei mico e tudo! hehe. Sobre as atualizações de Drummer girl, eu vou atualizar conforme eu tiver tempo. Como disse antes, as coisas vão se ajustar. 

- 10 comentários? 

Respondendo aos comentários: 
BelieberSwag: Muito obrigada! De verdade. Beijos!
Feer Santos: :D Obrigada por sempre comentar! 
Jani: Oi! Nossa, obrigada de verdade! Eu também sinto saudade de escrever, de postar e de falar com vocês sempre... Fico feliz de ter sentido falta de Drummer Girl e de você ter comentado! 
SwagDaBelieber: Ah! Que legal! Espero que sim, amo seus comentários! Acabei de te seguir no twitter (mas acho que você já viu >_<). Obrigada por comentar, como sempre! (não sou linda nada! XD). Beijos! 
Duda: ESFOLOU ELA VIVA KKKKKK! Cada coisa no seu tempo, Duda! ;) E obrigada por comentar, me divirto com seus comentários!
Lu: Awn! Eu sempre fico no estado "awn" quando leio seus comentários! :( MG é legal? Não te achei, Lu... Tem como você me procurar? Sim, vamos conversar muito! Espero que tenha gostado, beijos! 
Anônimo: Vc me deixou MUITO feliz om seu comentário! JHABUR Obrigada, beijos! 
Anônimo: :D
Sheila: Muito obrigada, Sheila! De coração. Beijos! 
Beijos, 
Audrey. 

World Of Chances, capitulo 6 -Justin tomando iniciativa ? -Prévia LEIAM AS NOTAS FINAIS MEGA IMPORTANTE !!

Terry Narrando -to no pc uhuul-


Depois daquela cena lá, eu voltei para o reformatório com Christian. Eu estava chorando de raiva.
Justin é um idiota. Um idiota completo. Que raiva, ele tinha que estragar tudo?
-Terry ? -Chris me chamou. Estava encostada no peito dele, e ele me fazia carinho nos cabelos, me dando uma sensação gostosa.
-Oi Chris ... -Forcei um sorriso, e ele balançou a cabeça negativamente. Eu apenas o encarava.
-Você... Gostou do ... -Ele não terminou.
-Do beijo? -Ri baixinho. Apesar de ter sido o melhor da minha vida toda, eu não senti absolutamente nada.
-É ... -Ele estava corado ? aawn.
-Foi o melhor de toda a minha vida. -Rimos juntos. -Mas eu não senti nada. Foi como beijar meu irmão mais velho.
-Digo o mesmo. -Ele me deu a língua, e eu fiz o mesmo. Rimos alto depois disso. -Eu te amo pirralha.
-Também te amo grandão. -Ele sorriu besta. -Preciso dormir Chris, não estou me sentindo muito bem.

Christian assentiu, e me enrolou nas asas dele. Eram lindas. Grandes, e pareciam ser mais delicadas que porcelana. Elas emanavam um calor gostoso, e isso era ótimo, já que eu DETESTO frio.
Em poucos minutos dormi profundamente.

                                                                       (...)

Quando acordei, estava sozinha. Eram umas 5 da manhã, e nem sinal do sol. Olhei o celular, e "descobri" que hoje é sabado. MEREÇO NÉ VEI?
Mas, como é quase impossível eu voltar a dormir quando acordo muito cedo, peguei meu celular, e fiquei no Twitter.
Estava quase dormindo-milagrosamente- quando alguém abre a porta do banheiro com a luz acesa, me dando um pequeno susto. A imagem de Christian saindo enrolado numa toalha apenas na cintura, e secando os cabelos loiros dele, me surpreendeu. Ele estava extremamente SEXY!

-Oi nanica. -Ele sorriu. Eu apenas sorri de volta. -Te acordei?
-Não Chris, ta tudo bem. -Ele assentiu, e se vestiu ali mesmo. Na minha frente. Por sorte -ou talvez azar meu- ele estava de cueca.
Ele se deitou ao meu lado, e me abraçou pela cintura, dormindo em seguida. Tirei uma foto dele, e postei no meu instagram, com a seguinte legenda "Obrigada por ser meu irmão @CBeadles (não sei qual é o dele mesmo) . Eu te amo grandão. ♥ " E dormi.



OOOOOI meninas, belezinha? 
Seguinte :: Acho que o aviso que eu dei pra vocês não deu muito certo, não é ? 
Gente, eu lembro de quando eu escrevia LWR que vocês comentavam mais do que eu bebo agua. E agora ? Poxa meninas :( 
Essa fic é bem curtinha. Acho que ela não vai passar de 13 capítulos. Então se quiser MESMO que eu continue, usem a hastag #CONTINUASAPORRA! 
Vocês tem idéias para eu colocar na fic? Me mandem via whatsapp !! Vou deixar ele aqui no final. 

Mais um aviso !! Estou fazendo o projeto "20 em 20" com umas amigas minhas, para o aniversário do nosso Jus10. 
Então, se quiserem participar, me chamem no whatsapp também! 

E por fim, 5 comentários? Não gosto de numero par uahsuahsuhaus 
Desculpem por ser uma prévia , mas é oque eu tenho aqui por enquanto. Esse ano a escola está uma droga, e eu vou me matar pra passar pra uma federal haha 
 Beijos beijos, Ana u.u 
Ps : Entrem no meu blog !! Voltei a escrever Love Will  Remember u.u só que com outro nome. 
A sinopse vai ser a mesma, e vou mudar algumas coisas com o decorrer do tempo ok ? 
Aqui o link : imagine belieber da Ana 
Beijoos e queijos uahsuahs


MEU WHATS PRA VOCÊS ::: 022-9-92617371


14 de fev de 2014

Recado da Ally!

Oioiiiiii Oeeeeeeeeeeeeeeee

Faz tempo que eu não dou as caras por aqui né?
Embora eu não esteja mais postando DIRETAMENTE aqui, eu ainda mantenho o link das minhas fics que eu posto no FFOBS pra vcs. Agora aqui são as moderadoras que postam, e thank god que ela ajudam a manter o blog atualizado. [Div4s!] 

Então, o recado:

Lembram de quando eu fiz uma shortfic baseada em Jelena? Eu fiz duas partes, uma baseada no término, outro na volta. 

Entããããão.................. Eu fiz mais uma parte! Uma continuação!

Love & Consequences II já foi postada e vcs podem achar o link na barra de paginas acima!

Pois é. 

Quando vcs lerem, Beliebers que odeiam Jelena irão me entender but SIM EU ESTAVA COM RAIVA DO JORTEN NESSE DIA.

Acontece.

Yep.

Mas o Chaz  é um amorzEnho. HAHA *Spoiler*

Vou indo again. E até qualquer dia! (((:

Ps. Quem quiser mais interação com a minha pessoa, com a Nayla, a Gio etc. Adicionem o grupo e flem lá com a gente! :)

XxAlly

12 de fev de 2014

Olá novamente, e fanfictions.

 Olá olá, bom, eu já fui daqui, mas quero fazer outra apresentação, sabe, para leitoras novas. Meu nome é Carolina, mas me chamem de Carol, e eu tenho 14 anos, ou postar duas fics aqui e quem quiser, quem já leu, poderei postar This is love novamente, não me incomodarei de escreve-la. Bom, eu voltei porque eu quis, deu vontade, e sai pelo mesmo motivo, não quero ser grossa, mas é o fato. Bom, antes eu ficava mega chateada por não tem comentários nos meus posts, então por favor gente, comente! Pois agora eu serei a base de comentários.  Acho que já dei o meu recado, vou postar as sinopses das fics que postarei;

 All Around the World: 

Mais uma turnê, vários shows, mas dessa vez eu estarei com você, estarei até a eternidade, meu amor! Não chore está noite, não deixem que apaguem teu sorriso, eu te amo! 
— Carolline


Bom, all around the world conta a estória de Carolline, que se casa com o Justin Bieber, ela é totalmente vaiada pelas beliebers, se encomoda muito com isso, mas dica só para mostrar o seu amor para o astro. 

 The boy next door:

Ele era tão atraente, seu sorriso sexy entrava sob e pouca luz que o abajur fornecia, eu me sentia cada vez mais atraida por ele, seus beijos me deixam no ar. Você vai voltar hoje a noite? Eu estou começando a me atrair por você, um sentimento forte, algo que nunca senti na vida, sim, a vadia está apaixonada. 

Depois do fim tragico relacionamento com Derek, Jesse resolve se rebelar, acaba transando com Deus e o mundo de sua escola. Transa até mesmo com o seu vizinho, Justin, que mora lá desde que ela se conhece por gente. E algo a atrai nele.

11 de fev de 2014

World Of Chances, capitulo 5 -Beijo

6 dias depois.
Terry Narrando
Acordei cedo de mais hoje. Senti um frio tenebroso enquanto dormia, e me levantei para fazer uma xícara de chocolate quente para mim.
Insfelizmente, tive que passar pelo quarto dele.
Sua porta estava entreaberta, e uma musica alta saia do quarto. Bati na mesma, e nada.
Abri a porta, e o vi dormindo, com as asas abertas. Acho que ele nao deveria as mostrar nao é?
- Bieber... -Sussurrei. Ele abriu os olhos, e sorriu ao me ver. Mas eu segurei a vontade idiota de querer sorrir de volta, oque fez ele ficar serio tambem. -Guarde as asaa menino, e feche a porta. -Falei saindo de perto dele, mas ele me segurou.
-Terry eu... - Eu o olhei irritada. Ele abaixou a cabeça, e me abraçou. Eu o abracei forte, e depois, como se nada tivesse acontecido, sai do quarto deixando meu chocolate no quarto dele.
Ate pensei em ir la e pegar, mas ja estava na porta do meu quarto.
Tentei voltar a dormir, mas nao conseguia.
Desde o dia que Chris foi em bora, eu mal dormia.
Meu celular começou a tocar, e eu o peguei rapidamente.
#BigBro Calling #
Chris?! - eu sorri.
Oi pequena , como esta?
Mal, muito mal. E voce grandao?
To na mesma. Oque houve meu anjo? - Rimos juntos.
Chris... Eu me apaixonei...
Por quem ? Me fala que nao é o Justin ...
É sim...- eu ja chorava de raiva.
Teerry... - Vou ouvir, sabia. - Abre a porta do quarto ?
An? - Ri. Fui ate a porta, e ele estava ali. O abracei fortemente, e me deixei chorar tudo oque tinha pra chorar.
-Calma princesa. Vem ca.
Christian me abraçou forte, me fazendo sentir como se estivesse nos braços do meu pai.
-Chris... -Chamei ele tao baixo, que ele quase nao me escutou.
-Fala pequena... -Chris sussurrou. Ele parecia cansado.
-Me ajuda?
-Com oque Terry? -O olhei um pouco séria, e ele assentiu , entendendo oque eu queria dizer.
-Eu nao quero essa dor no peito Chris... -Sussurrei me ajeitando no peito. Ele fazia carinhos no meu cabelo, e cantarolava alguma musica baixinho.
-Vai passar meu anjo, vai passar. -Eu assenti, e fechei meus olhos deixando meu corpo relaxar, e dormi profundamente.

Acordei na hora. Fui para a aula e passei o dia com a Giullian. Ela me animava bastante, mas ele sempre estava lá.
Justin apesar de nao parar de me encarar, estava junto da garota daquele dia. Eles sorriam um pro outro falsamente.
Sai do refeitorio, e fui para o "jardim" que tinha aqui.
Estava nublado, e eu estava de baixo de um pessegueiro que aqui tinha.
Em menos de 3 minutos eu estava chorando desesperadamente, e apertava meus braços em volta dos joelhos.
-Terry? -Ouvi a voz de Christian, e olhei pra trás. Ele tinha um belo buque de violetas nos braços, e eu corri ate ele, o abraçando forte. -Eei pequena, oque houve? Por que esta chorando?
-Eu nao aguento mais Chris. Nao dá. -Ele me abraçou de lado, e me entregou o buque de violetas, as minhas favoritas.
-Quer dar uma volta? -Ele sorriu doce. Assenti risonha. Sabia oque ele quis dizer.
Fomos ate a parte de trás da "escola" e ele me segurou firme pela Cintura, e eu apertei meus braços por cima dos dele.
Ele subiu, e fomos para a cidade novamente.
Estava anoitecendo, e eu estava sem meu casaco. Paramos no lago Spring novamente , e ele me deu o casaco dele.
-Obrigada. -Sorri doce, e ele assentiu. Era estranho. Eu sentia uma vontade de o beijar, mas ao mesmo tempo sabia que era errado.
-Terry? -Ele me chamou, e eu o olhei. Estavamos bem proximos. -Oque esta fazendo?
-Nao sei... -Sussurravamos um para o outro. Ele passou o polegar pela minha bochecha, e fechou os olhos azuis. Eu me aproximei mais um pouco, e nossos labios se encostaram. De inicio era um simples selinho. Mas isso se transformou num beijo. Eu passei meus braços pelo pescoço dele, e ele segurou minha cintura, me puxando pro colo dele.
-Terry?!-Ouvi um grito, e me separei dele rapidamente. Justin. Por que ele sempre tem que estragar tudo?
-Oque é Bieber? -O olhei irritada. Chris estava com o rosto no meu pescoço, me dando leves beijos no mesmo, me arrepiando.
-Como... Como pode ?- Seus olhos transmitiam tristesa, raiva, e confusao. Mas isso nao me abalou. -Pensei que fosse meu amigo Christian!
-Eu sou. Só nao vou deixar voce a destruir Bieber! De novo nao. -Chris me segurava firmemente a cintura, e eu apertei a mao dele.
-Eu nao vou fazer isso. -Justin estava na minha frente, e me estendia a mao. -Posso conversar com voce Terry? Por favor.
-Oque quer Bieber? Me magoar mais? Piorar minha situação? Destruir oque sobrou da Terryene? Nao, voce NAO pode !-Gritei.



OOOI GIRLS, BELE? passando pra deixar um beijo e um capitulo um pouco grande pq to no cel haha
Continuem com as HASTAGS!!! #continuasaporra fuuui

8 de fev de 2014

Drummer Girl - capítulo 19

Então já era. Eu já tinha dito e não havia como voltar atrás. Adiar coisas como a verdade, traz mentiras à vida. E era uma verdade que não pertencia apenas a mim mesma. Ele tinha o direito de saber. Às vezes me pergunto o que acontece com as verdades que me pertencem, já que eu mesma não sei delas.
Sentia o olhar dele sobre mim, mas não o olhei de volta.
- Esse seu caderno – iniciei – ele veio comigo quando Pattie me mandou a caixa com as minhas coisas. Eu li.
Esperei pacientemente ele falar alguma coisa, mas ele não disse. Pode ser que ele não tenha demorado tanto assim, tenho a impressão de que a ansiedade acelera o tempo. Então, depois de um tempo, ele começou a dizer:
- Costumava compor músicas quando ela ainda era viva. – respirou fundo e eu o olhei de soslaio, sua cabeça estava baixa, então voltei minha atenção ao carpete meio vermelho da sala – E é isso.
- Você não compõe mais? – perguntei.
- Não. Não fazia ideia de onde estava isso.
- Sinto muito.
- Por quê?
- Porque suas músicas, elas eram realmente muito boas. Digo, eu gostei. Eu sou uma merda tocando violão, mas por um tempo aprendi a teoria. Consegui ouvir na minha mente as melodias. Eu fui tipo Bethoven quando ele ficou surdo.
- Obrigado. – disse por fim.
Mas claro que eu não queria encerrar o assunto por ali.
- Por que você não as toca? – senti a minha barriga esfriar.
- Nem mesmo Chaz sabe da existência delas. – olhei para ele, Justin estava me fitando com seus olhos cor de mel – Não quero que ele saiba.
- Tudo bem. – concordei-não-concordando. Era uma coisa dele e eu não tinha o direito de interferir naquilo.
Justin então começou a dedilhar uma música que eu reconheci ser do Metallica. Peguei minhas baquetas dentro da minha mochila – não andava sem elas – e me posicionei na bateria. Sem Zack – o que, falando sério, era muito bom para ser verdade.
Não falávamos nada, apenas tocávamos. Era silencioso, mas sentia que devia ser desse jeito. Música se sente e sentimentos não são estrondosos. Percebi que nunca havia me sentido tão próxima de Justin quanto naquele momento. Pode parecer presunçoso, mas parecia que tínhamos uma conexão. Estava feliz por aquilo.
--
Depois de tocar, senti a fome me atingir como um trem.
- Estou com fome. – falei no ritmo de Yellow, do Coldplay. E não existia música mais melancólica do que essa para traduzir minha fome.
- Vamos comer então. – Justin cantou o refrão e parou de tocar aos poucos. Arrumamos a sala, colocando os instrumentos em ordem.
- Acha que Eleanor vai perceber? – indaguei observando a sala perto da porta.
- Tomara que não. – ele deu de ombros. – Nesta noite somos como fantasmas. Ninguém pode provar nossa existência, mas estamos aqui.
- Que horror. – sussurrei, sentindo um arrepio na espinha. Eu não gostava dessas coisas de sobrenatural. Só não funcionava para mim.
- Summer, estou só brincando. Isso não existe. - ele sorriu. Vi sua expressão se endurecer por um momento. A convicção com que ele falou isso era semelhante a do professor de Matemática dizendo que 2+2=4.
- Que seja. – mentira, que não seja – Ainda estou com fome.
Ele sorriu.
- Podemos ir para o refeitório.
Então fomos. Estava quase que completamente de noite, e logo os corredores iriam precisar das luzes acessas. Será que seria possível alguém do lado de fora da escola perceber isso? Que havia gente dentro do prédio?
Evitei pensar sobre isso. Porque eu não queria ficar no escuro.
Chegamos ao refeitório vazio, repleto de mesas e cadeiras e com o lugar onde davam o lanche. Era estranho não ter muita gente, porque só conhecia o lugar assim. Havia aspectos que eu nunca havia reparado, tenho certeza, mas meu cérebro de gordo só conseguia pensar em: COMIDAAAAAA!
O que claro, foi desfeito no instante seguinte ao perceber que ela não estava como costumava ser, exposta. Fomos até a cozinha, que continha grandes fogões industriais e prateleiras de metal. A cozinha era enorme. Começamos a procurar por comida e não tinha comida pronta. Todos os sacos de pães estavam fechados e em grande quantidade. Não queria abrir só para eu comer.
- Sabe cozinhar? – Justin perguntou.
Lembrei-me de Pattie automaticamente. Ela tentava me ensinar, mas eu não sabia fazer nada relativamente significativo. Ou mexer em fogão industrial. Deus, eu poderia colocar fogo naquela escola. O que, em outras circunstâncias, não seria tão mau, mas quando se está presa nela... As coisas mudam de figura.
- Não. – respondi.
- Também não. – Justin respondeu – Acho que tem umas máquinas de comida perto daqui.
- Não tenho dinheiro. – respondi automaticamente.
- Eu pago para você. – Justin deu de ombros.
- Valeu. – respondi de forma casual. Mas eu sabia que me comprar comida... Era a melhor coisa que poderiam fazer para mim.
Quando estávamos saindo da sala, vi um quadro que dizia a refeição do outro dia. Cutuquei Justin.
Vi um sorriso maléfico se espalhar pelo seu rosto. O quadro era branco e havia canetas piloto para se escrever. Justin apagou com a mão e escreveu numa caligrafia horrorosa “batata frita”. O que eu apaguei novamente. Ele me olhou de certa forma indignado e eu quase podia apostar que ele ia me chamar de certinha, até que reescrevi o que tinha apagado.
- Sua letra é horrorosa. – dei de ombros, me voltando para ele, que sorriu de certa forma – Mulheres geralmente não têm letra feia.
- A sua não é tudo isso. – ri. – Mas dá para o gasto. – ele complementou.
Admiramos nossa obra, que seria nossa refeição de amanhã, então eu coloquei abaixo: sashimi. Ele me olhou com dúvida, ao que respondi:
- O garoto japonês vai gostar. – demos risada.
- Sabe o que não faz sentido? – neguei com a cabeça – Eles serem magros. Eles têm tanta pressa que nem cozinham o peixe antes.
Ri, meneando a cabeça. Depois chegamos ao ponto onde tinha uma máquina de refrigerante e outra de salgadinho. Justin pegou duas latas de cola cola e alguns salgadinhos. Havia Doritos e Ruffles.

Sentamos no chão e posso afirmar com certeza que aquela foi uma das melhores refeições que já fiz na vida. 
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Oi meninas! Tudo bem com vocês?
Antes de tudo, não me matem. Eu sei que dá raiva quando não postam fics com regularidade, mas tenho motivos. Por exemplo, mudei de escola essa semana e ainda estou em fase de adaptação. E olha, tenho que estudar todo dia. Sei que parece mentira, porque ninguém estuda 24 horas, mas meu tempo ficou mais curto - ainda tenho que voltar de ônibus, que leva mais ou menos uma hora. Vou organizar meu tempo para postar mais - só tenham paciência.
- 11 comentários? 

Respondendo aos comentários: 
Carla: Seria muita maldade com a Summer! KKKKK Leio algumas fics que a menina só sofre... Dá muita dó. Beijos!
Anônimo: Mil desculpas! Eu realmente queria ter postado antes, mas não deu :( Obrigada por comentar e por favor não abandone a fic. As coisas vão se ajustar... Você acha isso? Poxa, muito obrigada! Beijos! 
Janii: Oi! Tudo bem, nem sempre tem como a gente comentar. Entendo! Admito que senti sua falta, hehe. Mas obrigada por comentar agora, isso é muito importante. Obrigada! Beijos!
Feer: :D 
Lu: IEBA, já sou de casa! Sinta o mesmo, inclusive para criticar Drummer Girl. Ih, já voltei, não precisa me buscar pela orelha! (aliás, porque isso dói demais e é bem traumatizante KKKKKKK). Lu, você tem facebook? Quero te adicionar lá! Muito obrigada você, por tudo. Ah, moro em Taubaté-SP. É a cidade da Hebe e onde Monteiro Lobato nasceu... Da onde você é? Beijos! 
SwagDaBelieber: Ai, como você é linda! Jura? Muito obrigada, isso me deixou muito feliz! Gosto de responder, e não gosto de deixar vocês falando sozinha! Eu que agradeço por vocês comentarem! Lógico que vou te seguir de volta! Deixa o seu nos comentários, que eu te sigo e já sei de cara que é você. Não sei se deu para entender, espero que sim... Beijos! 
Anônimo: :D
Anônimo: ;D
Gaby: Oi! Espero não ter te decepcionado... Beijos e muito obrigada por comentar Gaby! 
BelieberSwag: :D Obrigada por comentar sempre! Beijos!
Duda: Oi! KKKKKKK Amo seus comentários, Duda! Não posso dar spoiler, mas... Espero não ter te decepcionado hehe. Beijo! 
Sheila: Oi Sheila! Tudo bem? Obrigada por comentar! Beijos!

Beijos, 
Audrey. 

7 de fev de 2014

Classic - 03


 - Eu vou matá-lo. – deslizei sob a mesa do refeitório.
- Matar quem, baby? – Jas perguntou me oferecendo um donut.
- O Bieber. Ou Justin. Não importa. – peguei o donut e mordi um pedaço. – Ele é simplesmente o garoto mais insuportável do mundo.
- Você quer dizer Justin Bieber? – ela quase engasgou.
Assenti.
- O que tem ele? – arqueei as sombracelhas.
- Em todas as classes que eu freqüentei, as meninas só falam sobre ele.
- Isso é porque elas não sabem como ele é extremamente chato. – declarei.
- Parece que o garoto é simplesmente o mais desejado de toda a universidade. – ela comentou.
- Essas garotas têm merda na cabeça. – eu disse. - Falo sério. Não tem como alguém gostar daquele garoto..
Jas deu de ombros.
- E então, o que aconteceu entre você e ele?
- Não aconteceu nada.  – falei – Ele me tira do sério
- Você o conheceu na aula de anatomia?
- Sim, ele é o meu parceiro. – bufei. – E foi ele quem eu soquei ontem.
Jasmine me encarou perplexa.
- Parece que você tem um problema, Morg.
- E eu tenho. – fiz uma pausa. – Ele é o problema.
- Relaxe, Morg. – ela sorriu. – As coisas vão se resolver com o tempo.
Era incrível como a Jas conseguia achar que tudo sempre se resolvia. Ela nunca gritava, xingava ou até mesmo brigava com alguém. Eu nunca a vi exaltada. Ela conseguia achar uma solução para tudo sem se estressar, e eu a invejava nisso.
- Estou com fome. – eu disse. – Vou comprar alguma coisa.
- Certo. - ela assentiu e voltou a comer os donuts.
- Me dê um suco natural e um muffin, por favor. – pedi à mulher que trabalhava na lanchonete.
- Ei, Hon. – Justin me cumprimentou.
- O que é?
- Como está sendo o seu dia?
- Estava sendo ótimo até você chegar. – me virei para ele.
- Eu também adoro a sua companhia, Hon.
- Por favor, larga do meu pé.
- Eu não posso fazer nada se você fica me seduzindo, Hon. – ele disse e eu revirei os olhos.
- Eu odeio você. Odeio. Odeio. Odeio. – eu disse e ele riu.
- Aqui está, senhorita. – a moça apareceu com o meu pedido. – Ah, oi, Justin. – ela sorriu para Justin.
Até a moça da lanchonete? Meu Deus! Parecia que toda a universidade tinha problemas mentais.
Deixei o dinheiro em cima do balcão e saí dali no mesmo instante.
Aquilo estava me irritando.
Não. Aquele garoto estava me irritando.
                     
Deslizei sob o sofá e comecei a fazer algumas anotações.
Era sexta feira à noite e não havia quase ninguém em toda a faculdade. Parecia que todo mundo costumava ir pra casa nos fins de semana. Jas estava no apartamento do Luke desde quarta feira e eu estava começando a achar que ela não ia voltar tão cedo, já que o apartamento dele era ótimo e ficava bem perto.
Parei de escrever assim que ouvi um barulho vindo da porta. Ela se abriu e Justin entrou.
- Sabia que existe uma coisa chamada ‘ bater antes de entrar ‘ ? – perguntei e larguei as anotações de lado.
- O que você estava fazendo, Hon? – ele perguntou.
Revirei os olhos.
Que pergunta mais idiota!
- Eu estava fazendo anotações, você não está vendo?
- Anotações sobre o quê?
- Não te interessa.
Ele se sentou ao meu lado.
- Mais um trabalho, Hon?
- É, porque ao contrário de você, eu tenho responsabilidades.
- Eu também tenho responsabilidades.
- E quais são? Pegar toda a faculdade?
Justin sorriu, mas não era um sorriso alegre.
- Eu faço muito mais coisa do que isso.
- Não é o que as pessoas dizem.
- Nem tudo o que as pessoas dizem são verdade.
- Mas quando elas dizem que você é um imbecil, então elas dizem a verdade.
- Você não deve acreditar no que falam sobre mim, Hon.– ele grunhiu, vi sua mão se fechar em punho.
- Tanto faz, agora dá o fora. – disse o mais firme possível e fui em direção ao banheiro.
Suspirei.
Apoiei as mãos sob a pia e encarei meu reflexo no espelho.
- Urgh. Mas que droga está acontecendo? – sussurrei para mim mesma.
Eu nunca havia visto um garoto tão irritante em toda minha vida.
Saí do banheiro furiosa e fiquei mais estressada ainda quando vi que Justin estava sentado no sofá e assistia à TV.
- Cacete! – gritei. – Eu não disse que era pra você ir embora?
- Ah, oi, Hon. – ele se virou para mim e sorriu. Tão normal.
 Santo Deus! Eu devia ter jogado chiclete na cruz pra merecer aquilo.
- O que você quer aqui?
- Eu vim ver você, Hon.
- Ótimo. – revirei os olhos. – Agora que você já me viu, já pode dar o fora.
- O que você tem nos olhos, Hon? – ele desligou a TV e se levantou para me encarar.
- O quê?
- Sabe, essa sua mania de revirar os olhos.
- Qual o seu problema com isso? – cruzei os braços contra o peito. – Os olhos são meus e eu os reviro quando eu quiser.
- Vamos comer alguma coisa?
- Não.
- Ótimo. Eu cozinho. – Justin sorriu e foi em direção à cozinha.                                                
- Que diabos você está fazendo? – gritei.
- Estou indo fazer tacos. – ele começou a abrir os armários para procurar os ingredientes.
- Eu não quero que você fique aqui, será que dá pra entender?
- Certo, Hon. Eu dou conta de cozinhar, mas a louça é com você. – ele me encarou.
- Que seja. – revirei os olhos e me dei por vencida. Eu estava com fome, eu realmente estava com fome e, se ele quisesse cozinhar, então que cozinhasse.

30 minutos mais tarde, eu havia acabado de sair do banheiro após tomar um longo e demorado banho e Justin ainda estava na cozinha. Pentei os cabelos molhados e suspirei longa e pesadamente.
Eu não queria um garoto na minha vida, nem mesmo como amigo. Mas Justin não era meu amigo e estava longe de se tornar um. A questão é que eu não conseguia fazer mais nada para evitá-lo. Eu já havia o socado bem no meio do rosto, lhe tratado com ignorância e havia deixado bem claro que eu não queria ele por perto, mas parecia que tudo isso o atraia mais.
E isso era ruim, bem ruim.
- Acabei, Hon. – a voz de Justin soou atrás da porta após algumas batidas.
Decidi acabar com aquilo logo. Talvez, se eu fizesse isso, então ele iria embora.
Abri a porta e soltei o ar dos pulmões. Caminhei lentamente até a cozinha e me deparei com um cena um tanto estranha: Justin colocava a mesa com o maior cuidado do mundo.
- Eu não sabia que você gostava de cozinhar. – disse.
- Você não sabe muita coisa sobre mim, Hon. – ele sorriu galanteador.
- E prefiro não ficar sabendo. – comentei baixinho.
- Queijo ou carne picada?
- Carne picada. – me sentei.
Justin recheou meu taco e um cheiro delicioso invadiu minhas narinas.
 Depois de me servir, ele se serviu e, quando eu ia dar a primeira mordida, Justin levantou um dedo.
- Um momentinho. – ele se levantou e abriu a geladeira.
- Onde você arrumou isso? – perguntei, indignada quando Justin me serviu com um pouco de vinho.
- A sua vizinha me deu. – ele respondeu casualmente.
- Hum. – falei por fim.
Beberiquei o vinho e depois mordi um pedaço do taco. Justin observava cada ação minha com delicadeza.
- E então?
- Está bom. – dei de ombros.
Um sorriso alegre se formou no rosto de Justin.
O que eu queria mesmo dizer era que aquele era o melhor taco que eu já havia comido em toda a minha vida e, não, eu não estava exagerando. O garoto realmente mandava bem na cozinha.
- Onde você aprendeu a cozinhar assim?
- Meus pais tem uma rede de restaurantes por toda a costa leste do Canadá e eu meio que cresci no mundo da culinária.
 Certo. O pai dele era rico e ele podia ter tudo o que quisesse. Parecia uma vida perfeita.
- Meu Deus. O que mais você está escondendo de mim? Será que seu pai também é o presidente dos Estados Unidos? – fiz um drama básico.
Bieber riu.
- Não. – ele disse. – Mas se bem que não seria uma má ideia ele se candidatar.
- Então quer dizer que você é carinhoso com as suas peguetes e sempre cozinha para elas? – arqueei as sombracelhas, sem acreditar
- Não, Hon. – ele balançou a cabeça. – Eu nunca cozinhei para uma garota antes. Você é a primeira.
- Hum. – eu disse. Se ele estava achando que conseguia me enganar tão facilmente, então ele estava completamente errado. – E cadê os seus pais?
- Eles não moram aqui. – ele comprimiu os lábios. Por um momento, pensei ter visto uma pontada de dor em sua voz, mas talvez fosse coisa da minha imaginação.
Matei a minha curiosidade de perguntar: ‘’Onde seus pais moram?‘’ e continuei comendo.
Santo Deus! Aquilo estava dos deuses.
- O que é? – perguntei vendo o olhar de Bieber sob mim.
- Está sujinho aqui, Hon. – ele disse e esticou a mão para me limpar, mas eu virei o rosto.
- Eu posso me limpar sozinha. – peguei um guardanapo e limpei o canto da boca.
- Você é muita teimosa, Hon.
- Que bom, mas eu não te perguntei nada. – bebi um gole do vinho.
- E então, Hon, por que você decidiu vir para Montreal? – Bieber disse. – Eu sei que você acabou de se mudar.
- Problemas. – eu disse.
- Que tipo de problemas? – Justin insistiu.
- Não é da sua conta. – Eu me senti ameaçada, ele estava tocando justamente na minha ferida.
- Uh, essa doeu. – ele colocou a mão no peito.
Me levantei e coloquei meu prato na pia.
Justin acabou me ajudando a lavar a louça e depois eu o mandei embora.
O problema não era com ele, o problema era comigo mesma. Eu era um completo problema. E a primeira coisa que eu havia prometido a mim mesma desde que me mudara para cá, foi que eu não ficaria com nenhum garoto. Garotos são ruins, eles te dizem mil maravilhas e depois te partem o coração ou fazem coisas piores ainda.
Não que eu estivesse interessada nele. Eca.
A questão é que Justin conseguia me tirar do sério. Ele era do tipo de cara que falava abertamente sobre sexo, mas que parecia ter um cérebro e isso me irritava muito.
Ele me irritava muito.
Tudo o que eu queria fazer era manter o máximo de distância dele, mas parecia que quanto mais eu tentava me afastar, mais ele vinha atrás de mim.
 Caras assim são encrenca e encrenca é tudo o que eu não preciso.

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Primeiramente, não me matem. 
Minhas aulas começaram essa semana e está sendo meio difícil conciliar as coisas. Enfim, espero que entendam. Comentem aí o que vocês estão achando e tudo o mais.
OBRIGADA PELOS COMENTÁRIOS, VOCÊS SÃO DEMAIS!
Meu instagram é @victst
Beijinhos da Vic!

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