30 de jun de 2013

We're the best of friends - Capítulo 16

Depois de tomarmos café,Justin e eu lavamos o que havíamos sujado e subimos pro seu quarto.Notei algumas caixas empilhadas no canto.
-Pra que são essas caixas Justin? –perguntei.
-Vou me mudar.
-Pra onde? –perguntei curiosa,ele não tinha me falado nada disso.
-Não muito longe daqui. –ele disse simples. –Meu pai me deu um apartamento.Ele quer que eu more sozinho,disse que preciso aprender a cuidar de mim mesmo para cuidar do meu filho. Não é muito grande,mas vou conseguir me acomodar bem lá.Estive medindo e cabe um berço tranquilamente.Até que não achei tão ruim a idéia,morar sozinho me parece muito bom.Meu apartamento,minhas regras. –ele sorriu.
-Quando vai se mudar?
-Amanhã.E bom,preciso de ajuda para empacotar tudo. –ele me olhou.
-O que eu não faço por você hein? –sorri.
Ajudei Justin a guardar tudo,no final eram cerca de seis caixas contendo tudo que o pertencia.Enquanto encaixotava as coisas encontrei vários brinquedos que eram de Justin,achei engraçado ele guardar isso até hoje,mas não comentei nada com ele.
-Isso é seu. –ele se aproximou de mim e me entregou uma chave.
-O que é isso? –perguntei confusa.
-Sua chave do apartamento. –ele sorriu.
-Por que está me dando isso? –eu realmente não entendia.
-Bem,eu acho que é normal namorados terem a chave da casa um do outro.Ainda mais agora que eu vou morar sozinho.Ninguém irá nos atrapalhar. –ele me olhou malicioso.
-Eu até concordo com você. –disse. –Mas tem um problema.
-Qual?
-Não somos namorados. –eu disse simples.
-Não? –Justin perguntou surpreso.
-Não.Não recebi nenhum pedido. –eu disse e lhe arranquei um sorriso.
Justin se aproximou de mim e passou um de seus braços em volta da minha cintura,me puxando para bem perto dele.Levou a mão livre até meu cabelo e o afastou da minha orelha levando sua boca até a mesma. “Seja minha, Alison Smith.” Ele sussurrou me fazendo arrepiar.Desceu seus lábios até o meu pescoço e depositou um beijo demorado ali.Minhas pernas estavam bambas,sentia uma corrente elétrica percorrer todo o meu corpo.O poder que Justin tinha sobre mim era inacreditável,bastava um toque para que eu ficasse completamente entregue.Ele roçou seus lábios nos meus e ficou olhando dentro dos meus olhos.Não disse nada,apenas entrelacei meus braços em volta do seu pescoço e o beijei.Nossas línguas tinham o mesmo ritmo,nosso beijo se encaixava perfeitamente.Paramos por falta de ar e ele sorriu pra mim.
-Isso foi um sim? –ele perguntou.
-Sou inteiramente sua. –eu disse e o beijei novamente.
Fiquei o restante do dia com Justin. Confesso que se eu pudesse ficaria ali pelo resto da vida,trocando beijos e caricias com ele.Mas eu precisava voltar pra casa. Justin foi até um posto comigo e buscamos gasolina pro meu carro.Cheguei em casa e minha mãe estava sentada no sofá .
-Mãe,eu preciso te contar uma coisa. –disse indo até ela. –Eu e Justin estamos namorando. –Falei animada e estranhei por ela não me acompanhar,ela estava com o olhar preocupado e me encarava.
-Fico muito feliz minha filha. –ela disse.
-Não parece.Aconteceu alguma coisa?Você me parece preocupada.
-Senta aqui. –ela indicou o lugar vazio ao seu lado no sofá. –Precisamos conversar.
-Ai mãe,agora eu fiquei preocupada.Fala logo. –eu disse sem esconder meu nervosismo.
-Seu pai foi promovido no emprego dele.E não vai precisar mais ficar viajando.
-Mas isso é ótimo,não? –perguntei ainda sem entender a expressão da minha mãe,uma notícia como essa era pra ser comemorada.
-Mas tem um problema.Nós teremos que nos mudar pra Londres.
-O que?! –eu perguntei me levantando do sofá. –Eu não posso me mudar daqui.Meus amigos estão aqui,minha vida inteira está aqui.Eu não posso simplesmente abandonar tudo. –eu comecei a entrar em desespero.
-Eu sei minha filha. –minha mãe tentava manter a calma. –Eu andei conversando muito com seu pai.Ele tem esperado por isso desde que entrou na empresa,seria muito egoísmo dizer pra ele recusar. –ela me encarava. –Eu sinto falta do meu marido também minha filha, não é fácil pra mim me separar dele cada vez que ele tem que viajar.Se nos mudarmos eu poderei estar sempre com ele.
Fiquei em silencio dessa vez,minha mãe estava certa.Eu precisava pensar no bem da minha família,seria egoísmo pensar só no quanto eu sofreria se me mudasse.Mas eu não podia simplesmente abandonar minha escola,Trish,eu não podia deixar Justin.Eu estaria em outro continente,é obvio que perderíamos contato com o tempo e eu não me imaginava longe dele,sem falar com ele.Nós estivemos presentes na vida um do outro por quinze anos.Eu precisava estar perto dele.
-Quando é a mudança? –perguntei por fim.
-Em um uma semana. –minha mãe disse. –O suficiente pra vendermos a casa e empacotarmos nossas coisas.
Eu não disse nada,apenas segui em direção ao meu quarto.Precisava ficar sozinha,precisava pensar.Fiquei deitada em minha cama de barriga pra cima encarando o teto.Por incrível que pareça eu não chorei.Por mais que eu estive triste e apavorada com a idéia de me mudar eu me sentia feliz por meus pais.Se eu me sentia mal somente com a idéia de ficar longe de Justin, eu imaginava como minha mãe se sentia,tendo que se despedir do seu marido toda vez.Eu,mais do que ninguém,queria que eles tivessem a chance de viver juntos,como um casal normal.Eu abriria a mão da minha felicidade por eles se fosse preciso. Fiquei pensando nisso e acabei dormindo.
Acordei com meu despertador tocando.Me levantei com muita dificuldade,já havia faltado à aula dois dias seguidos e não podia faltar mais.Segui até o banheiro e tomei meu banho.Coloquei uma calça skinny preta e uma camiseta.Desci e tomei meu café sozinha,tinha um bilhete pregado na porta da geladeira. “Tive que sair cedo,fui resolver as coisas sobre a venda da casa.Te amo.” Amassei o papel e o joguei no lixo. Ouvi uma buzina e saí de casa. Era Justin,fui em direção ao seu carro e entrei.
-Tenho motorista agora? –perguntei sorrindo e lhe dei um selinho.
-Viu como você ta chique? –ri da forma como ele falou.
Seguimos para a escola ouvindo musica e cantando.Justin estacionou o carro e eu desci,ele veio ao meu encontro e pegou minha mão entrelaçando nossos dedos.Todos os olhares vinham em nossa direção.Acho que ninguém esperava ver Justin comigo,já que Megan estava esperando um filho dele.Eu percebia que algumas pessoas cochichavam coisas sobre mim e aquilo estava me incomodando.Justin percebeu isso e aproximou sua boca do meu ouvido.
-Relaxa Ali,finge que não é com você. –ele disse baixo.
Fiz o que ele pediu e tentei pensar em outras coisas.Assim que o sinal bateu me separei de Justin e cada um foi para sua respectiva aula.Eu teria biologia,quando entrei na sala avistei Mike e me sentei ao seu lado.
Ficamos conversando praticamente a aula inteira,o que nos causou muitas broncas do professor.Contei a ele tudo,desde o meu namoro com Justin até a minha mudança.Ele ficou chateado a principio,mas entendeu meu lado.Fiquei feliz por isso.Eu adora contar as coisas a Mike por esse motivo,ele sempre ouvia a voz da razão,o que me trazia sempre calma e me fazia analisar melhor as coisas que aconteciam.
No intervalo me encontrei com Justin e fomos a um local mais reservado,ficamos nos beijando e depois de um tempo resolvi contar a ele.
-Justin nós precisamos conversar. –disse o encarando,eu estava extremamente nervosa.
-Pode falar Ali. –ele sorriu.
-Meu pai foi promovido.
-Isso é ótimo. –ele disse animado. –Ele realmente merece.
-Sim,ele merece. –fiquei tensa,mas resolvi dizer logo. –Nós vamos nos mudar.
-Ele comprou uma casa maior? –Justin perguntou animado.

-Não Justin. –eu respirei fundo. –Nós vamos deixar o país.Eu vou me mudar para Londres. –disse e fechei os olhos com medo da reação dele.

                                                                              ...
Olá meninas,como estão? Bom espero que tenham gostado do capitulo,não está lá grandes coisas,mas eu vim postar hoje pq fiquei a semana inteira sem postar. Bom eu li alguns dos blogs que vocês me mandaram,confesso que li poucos,porque essa semana foi super corrida pra mim.Umas as histórias que eu li e gostei muito foi essa aqui Clica. Achei a história boa,com poucos erros de concordância, o que pra mim conta muito ponto.Entrem lá, eu adorei e espero que também gostem.Eu vou continuar lendo os blogs que me mandaram e o que eu gostar eu indico no proximo capitulo. Bom,por hoje é isso. E por favor comentem,sem comentarios eu vou demorar mais pra postar.Beijoos

23 de jun de 2013

We're the best of friends - Capítulo 15

Eram dez da manhã e eu tinha acabado de acordar,segui pro banheiro e ao me ver no espelho fiz uma careta.Eu estava péssima.Meus olhos estavam vermelhos e inchados,meu cabelo estava bagunçado,meu rosto marcado pelo travesseiro.Me despi e entrei no banho,pensei que me faria bem.Deixei que a água caísse em meus ombros,lavei meu cabelo e quando saí me sentia outra pessoa.Coloquei uma roupa confortável,não tinha a intenção de sair de casa hoje.Segui pra cozinha e peguei no armário uma tigela,colocando nela leite e cereal.Fiquei durante duas horas em frente a TV na mesma posição.Só me levantei porque a campainha tocou.Ao abrir a porta vi Trisha e Tyler,os cumprimentei e lhes dei espaço para entrarem.
-Você está melhor amiga? –Trisha me perguntou e meu olhar foi diretamente a Tyler,por mais que eu gostasse dele,não me sentia a vontade falando sobre esses assuntos na frente dele.Trisha percebeu e foi logo continuando. –Não se preocupe,ele não contará nada ao Justin.
-Por falar em Justin,ele foi na aula hoje? –perguntei.
-Não. E se eu fosse ele não voltaria tão cedo. –Tyler disse.
-Por que?
-Todos estão sabendo da gravidez da Megan.Parece que alguma menina da equipe das líderes de torcida ficou sabendo e espalhou pra escola inteira.Não se falava de outra coisa hoje.
-Como ela está? –perguntei preocupada e depois estranhei minha atitude.O estado de Megan nunca me preocupou.
-Ela ainda não sabe. Ela também não foi a aula hoje. –Trisha respondeu.
Fiquei um momento em silencio. Se Megan e Justin haviam faltado a aula,provavelmente passaram a manhã juntos.Devem ter ido a algum médico.Não queria me sentir mal por isso,mas foi inevitável.
Fiquei conversando com os dois por mais algum tempo.Dessa vez falamos sobre outros assuntos,eles sabiam que aquela gravidez me deixava triste.Eles foram embora já eram cerca de quatro da tarde.Eu estava na sala,quando minha mãe chegou.
-Oi filha. –ela disse e sentou ao meu lado no sofá.
-Mãe,eu preciso de um conselho seu. –falei séria.
-Pode falar meu amor.Vou tentar te ajudar.
-Você ficaria com um garoto mesmo sabendo que ele terá um filho com outra?
-Isso é complicado.Acho que depende da relação que ele tem com essa garota,se a única coisa que os liga for o filho e se eu realmente gostasse dele,sim,eu ficaria com ele.
Eu fiquei calada,apenas a encarando.E ela quebrou o silencio.
-Mas,por que está me perguntando isso?
-Eu não posso te falar agora,mas eu prometo que na hora certa você vai saber.
Eu então subi pro meu quarto.Entrei um pouco na internet,era algo que eu não fazia há tempos.Tomei um banho e coloquei um pijama,deitei na cama e fiquei lendo.Confesso que não deu muito certo,eu estava distraída,tive que ler a mesma pagina três vezes até entender o que realmente tinha acontecido.Meus pensamentos a todo instante iam a Justin.Eu o amava e queria ficar com ele,eu sabia que esse filho seria a coisa mais importante da vida dele agora,mas eu não me importava.Eu esperei tempo demais pra dizer a ele tudo o que eu sentia e agora que eu sabia que ele sentia o mesmo por mim,não ficaria sem ele nem mais um instante.
Fechei o livro e me levantei da cama,peguei a chave do carro no criado mudo e saí de casa. Estava uma noite quente,mas o céu ameaçava que iria chover.Segui em direção à casa de Justin,no meio do caminho a chuva caiu,não era uma tempestade mas estava relativamente forte.Eu estava a dois quarteirões da casa de Justin,quando o carro parou. “O que é isso?” pensei comigo mesma.Olhei pro painel do carro e eu estava sem gasolina. “Ta de brincadeira né” eu gritei.Aquilo não podia acontecer,não naquele momento.Sem pensar em mais nada,somente na vontade de falar com Justin eu desci do carro e fui correndo em direção a sua casa. Ainda eram oito da noite e a rua estava movimentada,percebi que algumas pessoas me olhavam estranho,e então eu me lembrei que estava de pijama.Eu era uma louca,que estava correndo de pijama debaixo da chuva. Finalmente estava na porta da casa dele.Respirei fundo e toquei a campainha.Eu ouvi o barulho da porta sendo destrancada e meu coração disparou.
-Ali? –Justin perguntou confuso ao me ver.
Eu não disse nada,apenas pulei em seus braços e o beijei. Ele ficou assustado no começo, mas logo pôs suas mãos em minha cintura e me apertou contra si. Nosso beijo era de desespero,saudade, era como se tivéssemos passado anos sem nos beijar. Terminamos o beijo e ficamos nos olhando.
-O que é isso Ali? –Justin perguntou confuso.
-É o meu sim. Eu não queria pensar mais.Eu preciso de você.Eu sempre precisei.Desde que éramos crianças. –eu disse isso o olhando nos olhos.
Ele apenas me beijou.Dessa vez foi um beijo calmo,com amor.Terminamos por falta de ar.Eu comecei a tremer de frio.Eu estava encharcada.
-Você precisa tomar um banho.Vai acabar ficando doente. –ele disse e seguimos em direção ao seu quarto.
Lá,ele me entregou uma toalha e eu entrei em seu banheiro.Tomei um banho bem quente,assim que terminei saí do banheiro enrolada na toalha. Justin estava sentado na cama e ficou me encarando.
-Eu peguei uma roupa pra você. –ele disse e se levantou indo até mim.
Ele ficou me encarando e colocou uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha,então ficou fazendo carinho em minha bochecha com seu polegar.
-Eu nem acredito que está aqui. –ele disse.
Eu apenas sorri e me aproximei dele juntando nossos lábios.Nosso beijo começou calmo,mas foi ganhando intensidade aos poucos.Justin me apertava contra si enquanto eu arranhava suas costas de leve.Por impulso tirei sua camisa.Ele apenas me olhou safado e voltou a me beijar.Em um gesto rápido ele tirou minha toalha me deixando completamente nua.Ele tirou sua calça ficando apenas de cueca. Ele segurou minha cintura e me deu um impulso pra cima,eu prendi minhas pernas em volta da cintura dele e continuamos a nos beijar.Justin seguiu em direção à cama e me deitou,ele então começou a beijar todo meu corpo.Beijou meu pescoço,e foi seguindo pro meu colo.Ele levou seus lábios ao meu ouvido e sussurrou.
-Tem certeza disso?

Eu apenas assenti.Naquele momento tudo o que eu queria era aquilo.Queria sentir que éramos um do outro.Ali,naquele quarto,existíamos apenas nós dois no mundo.Justin levou seus lábios até um de meus seios e se demorou ali.Naquele momento eu entendia o porque do fascínio pelo sexo.Eu me sentia ótima.Depois de um tempo se divertindo com meu corpo da maneira que bem entendesse,Justin se livrou da sua cueca.Eu corei na hora,ele percebeu e deu um sorriso.Ele se posicionou e com muito cuidado me penetrou.No começo eu senti dor,mas depois fui me acostumando com aquela nova sensação e comecei a sentir prazer.Depois de um tempo estávamos cansados. Seguimos juntos pro banheiro e tomamos banho. Ficamos trocando beijos,em alguns momentos rolavam algumas mãos bobas,mas nada além disso. Depois que terminamos, eu coloquei a roupa que Justin havia separado pra mim e ele vestiu apenas uma cueca e uma bermuda. Nos deitamos juntos na cama e ele me fazia cafuné,eu,por fim,dormi em seus braços.
Acordei no dia seguinte e Justin estava sentado na cama me olhando.
-Bom dia. –ele disse sorrindo assim que percebeu que eu estava acordada.
-Por quanto tempo está aí me olhando.
-Uns dez minutos.Você estava até babando.
-Justin! –eu disse envergonhada.
-Relaxa. Você estava linda dormindo. –ele sorriu.
-Eu preciso ligar pra minha mãe. Ela deve estar preocupada,eu saí sem dizer nada ontem. –eu disse me levantando.
-Não se preocupe,eu já liguei pra ela. Pelo estado que você chegou aqui eu imaginei que tivesse saído as pressas,você nem tirou o pijama. –ele riu
Eu então corei e respondi baixo.
-Eu precisava te ver logo.
-Como? Fala mais alto que eu não escutei.
-Eu precisava te ver. –disse um pouco mais alto dessa vez. –Eu não agüentava mais ficar sem você.Você é um idiota e fez tudo errado mas eu não consigo não te querer.
Ele foi até mim e me beijou.
-Eu prometo tentar fazer as coisas certas agora.
-E eu vou estar do seu lado.Como sempre estive,pra tudo que você precisar.Nós somos um time,não quero que me esconda nada,nunca mais.Promete?
-Eu prometo.
Eu fui até o banheiro e lavei meu rosto e nós descemos pra tomar café.Pattie não estava em casa,o que de certa forma era um alívio.Se ela soubesse o que fizemos na noite anterior eu não conseguiria olhar na sua cara mais de tanta vergonha.Com esse pensamento eu acabei corando.
-O que foi? –Justin perguntou ao perceber minhas bochechas coradas.
-Eu estava lembrando ... –fiquei com vergonha de dizer.
-De ontem? –ele perguntou.
Eu apenas assenti.Aquela tinha sido minha primeira vez,era normal se sentir insegura no dia seguinte.
-Só pra constar eu adorei. –ele disse. –Se eu soubesse que você era gostosa assim tinha te traçado antes.
-Justin! –eu o repreendi e corei novamente. Ele apenas riu de mim e veio em minha direção me dando um beijo na bochecha.
-Adoro te ver com vergonha. –ele sorriu.

                                                                     ...
Oi oi lindezas.Como vão? Espero que tenham gostado desse capítulo. E quem gostou comenta,faz tão bem ler os comentarios de voces. Meninas que tem alguma IB me mandem aqui nos comentarios os blogs de voces,porque eu tambem sou leitora,assim como vocês.Me mandem pra eu ler,as que eu gostar muito quem sabe eu ate indico aqui no blog,entao me mandem..E comentem,muito,que eu posto o proximo capitulo rapidinho.

22 de jun de 2013

Ewa Dimitrowah!

OKAY. NOVIDAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAADE! ALLY HERE, BABES!



Para quem não sabe, eu falei lá no grupo do facebook, e no meu twitter que eu tinha conhecido a autora de "A Outra Chance", a Ewa. Morram de inveja! 




Totalmente por acaso, e depois eu vou contar a vocês como foi! JURO!



Enfim, é o seguinte, algumas de vocês vieram pra mim no chat e no twitter e até disseram 'nossa, faz por mim o tanto de perguntas q der!" Falei isso pra Ewa, e consegui convencê-la a criar um ask!!!!!1!

ISSO MESMO A EWA AGORA TEM UM ASK GRAÇAS A MIM.



DE NADA!



Agora só restam vocês seguirem e perguntarem o tanto que quiser pra ela, pode ser em anônimo tbm pra quem não tem ask. Continuem mandando suas perguntas que eu garanto que ela vai responder todas!

Enfim², agora 22/06/2013 - 20:55 ela está lá!
ONLINE. Então, aproveitem desde já mesninas! ahsduiashdasuidh




PS. Mas as perguntas tem que ser em inglês, quem não souber usem o famoso google tradutor! Okay?


Ask da Ewa:







Xx

Ally




16 de jun de 2013

We're the best of friends - Capítulo 14

-Justin! –ouvi uma voz ao longe gritar e quando olhei era o treinador impaciente, provavelmente esperando Justin para começarem o treino.
-Já vou! –ele gritou de volta e logo tornou a olhar pra mim. –Me espera aqui,quando o treino acabar a gente sai da escola,vamos para um lugar mais tranqüilo, onde a gente possa conversar.
Eu apenas assenti com a cabeça sem dizer uma palavra, ele se aproximou de mim e me beijou na testa. Fique assistindo ao treino e em alguns momentos eu até esqueci o que eu acabara de ficar sabendo, mas aí então eu me lembrava e um aperto no peito tomava conta de mim. Eu tentava imaginar se seria possível continuar com Justin,se esse filho não atrapalharia nossa relação,imaginava se ele ficaria com Megan.
Depois de um tempo o treino terminou e os jogadores se dirigiram para o vestiário.Trinta minutos depois Justin apareceu na minha frente com os cabelos molhados,acompanhei uma gota que desceu de sua testa,passando por sua bochecha até chegar ao seu pescoço.Constatei mais uma vez algo que eu já sabia,os traços de Justin eram perfeitos.Seu rosto parecia ter sido moldado por anjos,tudo se encaixava perfeitamente.Acordei do meu estado de transe quando ouvi sua voz.
-Vamos Ali? –ele perguntou me encarando.
Apenas me levantei e segui ao seu lado sem dizer uma palavra. No carro a situação não mudou, eu não conseguia sequer olhar para ele,eu tinha medo de não conter minhas lágrimas.Cerca de vinte minutos depois estávamos parados em frente à casa de Justin.
-Achei melhor vir para cá.É mais reservado,a essa hora não tem ninguém em casa. –ele disse.
Eu então saí do carro e segui para a porta esperando por ele, que  a destrancou e me deu passagem para que eu entrasse primeiro.Ele seguiu em direção as escadas e eu sabia que estava indo pro seu quarto, eu apenas o segui.Chegando lá ele se sentou na cama e ficou me encarando,cheguei perto da cômoda e vi um porta retrato,ali havia uma foto de nós dois. Éramos crianças ainda,estávamos felizes,era fácil de perceber devido ao sorriso que ambos tínhamos no rosto.Fiquei encarando a foto e foi impossível conter as lágrimas dessa vez,eu já as segurara por muito tempo.Justin se levantou e veio em minha direção,tirou o porta retrato da minha mão e o colocou de volta na cômoda.Logo em seguida ele me abraçou,o que me fez chorar ainda mais.Eu estava com o rosto afundado em seu ombro e me permiti libertar tudo o que estava guardado em mim desde o inicio dessa manhã.Toda a insegurança,toda a mágoa,toda tristeza,toda incerteza,tudo o que me afligia.Justin me apertava cada vez mais contra si, eu senti meu pescoço úmido e naquele momento eu soube que não era a única que estava chorando.Nos soltamos do abraço e ele me olhou triste.
-Me desculpa Ali. –ele sussurrou com a voz rouca devido ao choro. –Me desculpa.
Eu limpei suas lágrimas e o guiei para a cama, nós nos sentamos e eu deitei sua cabeça no meu colo,fiquei passando os dedos pelo seu cabelo,até que ele se acalmasse. Por mais estivesse magoada com toda essa situação eu sabia que pra ele não era fácil também. Um garoto da idade dele se tornar pai era algo muito grande,era um peso,ele seria responsável por uma pessoa pelo resto da vida dele agora.Sua vida iria mudar completamente e eu entendia como ele se sentia,eu não podia ser egoísta e não pensar no medo e na preocupação que ele sentia naquele momento.E confesso que toda a mágoa que eu sentia foi tomada pela tristeza que eu senti ao ver Justin daquela forma,eu já o vira chorar antes,mas dessa vez era diferente.
-Eu sou um idiota. –ele disse se levantando e ficando de frente pra mim.
-Sim,você é. Mas todos nós erramos.
-Eu queria ter te contado,mas eu fiquei com medo. –ele me olhava serio dessa vez,suas lágrimas não existiam mais,havia apenas a vermelhidão que elas tinham deixado em seu rosto.
-Megan te disse que ela me contou?
-Sim. Eu não queria que você ficasse sabendo por ela.Na hora eu fiquei furioso.Eu devia ter te contado.Mas eu fui covarde,eu tive medo do que você iria dizer. –ele deu uma pausa. –Aquele dia que eu fui na sua casa eu ia dizer,mas eu não consegui.Me desculpa. –ele abaixou a cabeça.
-Ta tudo bem Justin.
-Não,ta longe de estar tudo bem.O que eu vou fazer Ali? Eu não sei cuidar nem de mim.Eu e Megan fomos no médico,eu ouvi o coração Ali,o coração. Ta lá,é sangue do meu sangue.
Eu fiquei calada dessa vez, não havia o que dizer. O garoto que amava teria um filho com outra pessoa.Ele teria uma família com outra pessoa,uma história com outra pessoa.
-O que você vai fazer? –eu perguntei depois de um longo tempo em silencio. –Em relação a Megan?
-O pai dela não nos obrigou a ficarmos juntos.Essa criança terá um pai presente,eu irei com ela a todos os ultrassom, eu vou estar lá na hora do parto,eu vou levar meu filho pra passear,eu vou estar presente em todos os momentos da vida dele.Mas eu não amo a Megan,eu não posso ficar com ela.Meu coração pertence a outra pessoa.
-Isso quer dizer que ...
-Se você me quiser,se for louca o bastante pra aceitar o idiota aqui.Eu quero te fazer a garota mais feliz do mundo. –ele disse olhando dentro dos meus olhos.
-Jus ... –eu não sabia o que dizer.
-Não me responde agora,pensa.Mas Ali pensa muito,porque eu sei o quanto minha vida vai mudar agora,principalmente depois que essa criança nascer.Eu não quero que você faça nada que a torne infeliz.Eu quero te ver bem,seja do meu lado ou não.
-Eu vou pensar. –tentei dar um sorriso,o que não deu muito certo. –Eu preciso ir.
-Tudo bem,eu te levo.
Estávamos em frente a minha casa,eu fui me despedir dele e de forma automática lhe dei um selinho.Ficamos nos encarando com nossas bocas muito próximas uma da outra,eu estava confusa,se o beijasse naquele momento minha resposta seria sim,mas eu tinha que pensar.Percebendo isso ele levou o polegar até meus lábios e beijou minha testa.Desci do carro e entrei em casa,assim que fechei a porta não agüentei e chorei de novo.
Passei o restante do dia quieta,jogada em frente a TV na tentativa de me distrair.Meus pais não passariam a noite em casa e eu resolvi ligar para Trisha,eu precisava conversar com alguém.
Estávamos as duas sentadas na minha cama e eu já tinha contado tudo a ela.
-Amiga,eu nem sei o que te dizer.Não consigo nem imaginar o que você ta sentindo.
-Eu to tão confusa Trish.Eu quero ficar com ele,eu quero muito.Mas eu to com medo de não ser a coisa certa.
-Segue o seu coração,faz o que ele ta mandando.Não tem jeito de errar. –ela passou a mão no meu rosto.
-Meu coração ta gritando por ele.Ta me dizendo que eu só vou ficar bem se for eu lado do Justin,mas meu lado racional me diz que é loucura.

Ficamos mais um tempo conversando e Trisha foi embora,infelizmente ela não poderia passar a noite comigo,ordens de sua mãe.No dia seguinte não fui a escola,eu queria ficar em casa e pensar no que faria.Se minha escolha fosse ficar com Justin eu queria dizer a ele o mais rápido possível.

                                                                          ...
                         Leiam até o final,por favor.
Olá meninas,tudo bem? Bom a pedido de vocês eu fiz um capitulo maior,acho que ta num tamanho bom né? E em relação ao tamanho dos capítulos eu venho pedir a compreensão de vocês, eu sei que muitas me pedem capítulos maiores e eu sei o quanto é ruim ficar com aquele gostinho de quero mais,mas infelizmente eu não tenho todo o tempo que eu gostaria pra poder escrever.A minha história não tem nenhum capítulo pronto,eu escrevo e logo posto aqui.Eu tenho aula até as seis da tarde três vezes na semana.A cada trimestre eu tenho que fazer um trabalho com cerca de trinta questões,fora os outros trabalhos que são passados pelos professores.Eu fiz a opção de postar mais vezes,o que realmente acontece já que eu sou uma das meninas que posta com mais frequencia aqui,do que fazer capítulos muito grandes.O que eu escrevo é no tempinho livre que eu tenho durante a semana,por isso os capítulos não saem tão grandes,eu não faço por mal,é porque eu realmente não consigo escrever mais do que isso em um dia.Mas como são vocês quem mandam,eu posso fazer capítulo maiores,mas a frenquencia das postagens vai diminuir um pouco,não estou dizendo que vou ficar duas semanas sem postar,mas talvez eu poste apenas uma vez na semana.A escolha é de vocês.Mas eu prometo tentar ao maximo fazer capitulos maiores e postar mais de uma vez.Espero que entendam. E mais uma vez espero que tenham gostado do capítulo.Se você gostou comente.Vamos lá,esse capítulo merece 40 comentarios ne? Comentem rapidinho,vamo vamo. Beijooos e até o proximo.

15 de jun de 2013

Lego House - Capítulo 6 - Ninguém


 Kathy P.O.V 


 Peguei meu caderno e fui pra maldita sala. Eu estava me sentindo incrivelmente bem, talvez devesse isso para o Bieber mais só uma parte. Eu tinha vontade de sair daquela escola como nunca tive de nenhuma outra, apesar de eu ser bastante inteligente salas de aula nunca foram meu forte e nunca vão ser. Minha primeira aula seria de ciências, eu não estava com o menor saco pra ficar na escola hoje e ainda mais nessa aula que teria que fazer duplas e eu ainda estou me decidindo, qual aula é mais odiável Ciências ou Educação Física? Simplesmente as duas. Não tinha quase ninguém na sala assim se tornava mais tranquila, depois que todos os alunos começavam a chegar era quando pessoas como eu começavam a se sentir desconfortáveis. 

- Posso? - Jason perguntou mais não esperou eu responder, se sentou direto. 
- Bem, eu não disse que sim. 
 Ele riu mais me ignorou. 
- Você me parece bem hoje, o que aconteceu? - Ele perguntou. 
- Nada. Não posso ficar feliz? - Rebati. 
- Desculpa. - Ele ironizou. - Não pensei que você ia ficar tão nervosinha assim, só foi uma observação. 
- Me pareceu mais uma pergunta. 
- Algum problema se fosse? 
 Não respondi, tinha começado a ficar infantil. Tentei ignorar ele a aula inteira mais ele não parava de falar e de fazer perguntas, depois dessa aula com o Jason eu teria que tomar um remédio pra enxaqueca, aquele menino fala mais que vinte e cinco garotas juntas. A próxima aula era de Educação Física e para o meu azar maior o Jason também tinha o mesmo horário que o meu, não é que eu não gosto dele é que eu sou mais acostumada a ficar sozinha e esse garoto não me deixa pensar. 

- Você me disse que não tinha namorado. - Jason apareceu do meu lado com aquele mesmo sorriso de "vou te irritar, eu gosto disso". 
- Eu não tenho mas, isso também não é da sua conta. Você tem que parar de ser tão chato.- Falei apressando o passo e ele fez o mesmo. 
- Eu sou chato? Kathy, você me ignorou a aula inteira e fingiu prestar atenção nas coisas mais estava distante, toda vez que eu falo com você não tem uma vez que você não me responda com arrogância, será que eu sou o chato? - Ele falou aborrecido e eu fiquei quieta, não tinha resposta pra isso. Ele estava certo, eu estava sendo muito grossa sendo que ele não tem culpa de nada. 
- Sinto muito, é um bom e um má dia. 
- Eu esperava um pedido de desculpas mais assim também tá bom. 

 Dei uma risada seca e ele me olhou por cima do ombro. Parecia que todo mundo já estava lá, a professora pegou um folha e depois apitou quase me deixando surda, todo mundo começou a correr em volta da quadra. Eu não sabia o que fazer. 

- Você gosta de correr? - Jason perguntou. 
- Não, na verdade eu odeio. 
- Então você não vai gostar muito da nossa professora ali. A gente tem que dá 15 voltas na quadra agora, vem se não ela enche o saco. 

 É, eu ia odiar mesmo. Depois de 15 voltas inteiras eu já estava quase começando a suar e pra falar a verdade eu não era muito compatível com atividades físicas, eu tinha coordenação motora o suficiente pra não machucar alguém ou me machucar além disso eu era um verdadeiro desastre e ninguém sabe do que eu sou capaz de fazer com uma bola na mão. Jason parecia estar se divertindo com meu sofrimento mais eu não via nenhuma graça, pra quem não era acostumada a fazer aquelas coisas se torna mais difícil do que se parece quando a gente vê naqueles filmes ou séries de televisão. 

- Já acabou? Me diz que sim. - Perguntei pro Jason forçando minha respiração. 
- As voltas sim, a aula não. Ela vai passar alguma coisa pra gente fazer eu tenho certeza, mais relaxa só falta hum.. - Ele olhou no relógio. - 30 minutos. 
 Suspirei pesado, ele estava tentando me fazer rir era isso? Pois não estava dando certo. 
- Odeio ter que fazer essas coisas, eu sou péssima nisso. 
- Concordo com você, você é péssima mesmo. - Ele falou assentindo. 

 Depois ela a professora (que eu ainda nem sabia o nome) inventou que era pra todos jogarmos futeboll juntos por que queria vê o nosso desempenho, sim eu tinha ficado revoltada mais mesmo assim não falei nada. Ela dividiu os times e começou a falar as regras e as coisas como se ninguém soubesse, fingi que prestava atenção enquanto olhava distraída pra qualquer outro lugar. Quando ela já tinha arrumado tudo ficou falando mais umas coisas e depois deixou o jogo começar, claro que eu não toquei naquela bola pra falar a verdade eu tinha meio que ficado com medo daqueles animais, quase batendo um no outro pra só chutar aquilo. Eu andava um pouco pela quadra as vezes fingindo perseguir a bola quando a professora olhava mais no final das contas eu quase não olhava pra ela direito, aquilo era tão entediante cara. 
 Já tinha terminado o primeiro tempo da partida e todo mundo tinha ido beber aguá ou fazer alguma coisa. Ainda tinha mais uma. Inferno, sentei em um banco afastado de todo mundo e comecei a pensar nas coisas as vezes me a amaldiçoando por ser tão quieta, talvez se eu fosse um pouco mais corajosa conseguia mentir para a professora, digo algo bem convincente. 

- Gostou do jogo? - Jason sentou do meu lado. Ele estava todo suado e o cabelo estava todo jogado na testa, assim ele me parecia mais atraente. 
- Nem começa, não quero brigar com você. Que coisa chata, não basta ter que jogar isso pra que tem que ter esse segundo tempo? - Bufei revirando os olhos. 
- Por que sim. Você tá muito chata hoje, podia pelo menos fingir um sorriso né. 
- Odeio sorrisos falsos, idiota. 
 Dei um soco fraco no braço dele pra melhorar o clima.
- Assim tá melhor, só falta um sorriso. - Ele falou me devolvendo o soco fraco. 
- Começou o segundo tempo. - Falei olhando pra professora, ela estava dando as instruções de novo. 
- Vai ser divertido. 

 Tentei me convencer disso ante o jogo começar. Mais que coisa besta, não sei como tem gente que ainda gosta disso é tão patético que me dá sono, fala sério. Fiquei andando pela quadra igual uma idiota mais dessa vez eu não estava fingindo correr, minha paciência tinha se esgotado fora que o jogo teve que ser interrompido umas 3 vezes por conta das faltas e eu ainda nem sei direito o que isso significa. 
 Uma coisa forte tinha me acertado, era a bola. Tinham usado tanta força pra chutar que eu cai no chão, acho que meu nariz tinha começado a sangrar mas o mais importante foi o impacto contra minhas costas. Dois segundos depois tinha uma roda em volta de mim, o Jason me ajudou a me levantar e ficou me fazendo perguntas mais eu não estava prestando atenção nele. 

- Leva ela para a enfermaria Jason. A gente vai continuar o jogo. 

 A professora disse simplesmente e fez todo mundo sair de cima de mim. Ele queria me levar no colo mais eu acho que não precisava de tudo isso, tinha sido só um pequeno acidente nada demais. Apesar de ser pequeno eu estava com raiva. 

- Você conseguiu se sair pior do que eu pensei. - Jason falou entrando na enfermaria comigo. 
- É, fazer o que. Eu fiz o que conseguia. 

 Dei de ombros e esperei alguém vim falar comigo. Depois de um tempo uma mulher veio, na verdade uma senhora ela era bastante simpática e também tinha um dom em me deixar constrangida. Ela achava que eu e o Jason eramos namorados. Me poupe, nunca. 

- Obrigada. - Falei quando ela terminou. 
- Sim, querida. Agora você tem que ir na diretoria e ligar para seus pais. 

 Assenti e fui embora. Minha mãe não estava em casa essa hora, meu pai era uma missão impossível e eu também não ligaria para o Paul por que ele estava trabalhando e interromper ele para me ajudar seria como quebrar meu ego. Só tinha uma pessoa. 

- Oi. - Ouvi ele falar do outro lado da linha e fiquei feliz por isso. Era melhor do que o Paul. 
- Oi Justin. Você tá muito ocupado ai? - Perguntei. 
- Na verdade não. O que aconteceu? 
- Longa história, preciso da sua ajuda. É que aconteceu um pequeno acidente aqui e precisaram ligar para os meus pais me buscarem só que não tem como, será que você podia vim? 
- Chego ai em 10 minutos. 

 Ele falou mas não deixou eu responder, tinha desligado. Exatamente 10 minutos depois ele tinha chegado, ele ficou conversando com o diretor só que eu não tinha prestado atenção em nada. Eu tinha esquecido do que tinha acontecido entre eu e o Justin e lembrar disso me fez pensar que teria sido melhor chamar o Paul, como eu olharia pra ele agora? É simplesmente não olhar, tentei pensar positiva comigo mesma. 
 O Justin fez tudo o que tinha que fazer e depois nós fomos embora. Para minha sorte longe daquela escola e para o meu azar perto do Bieber. 

- Jura que eu não te atrapalhei? - Perguntei enquanto ele dirigia. 
- Não mais bem que você podia me contar o que aconteceu. 
- Hum, muito constrangedor prefiro não falar sobre isso.  

 Mais era constrangedor mesmo. "Então, eu levei uma bolada por que sou retardada demais para conseguir chutar uma bola sem reclamar", apesar de ser verdade eu não falaria isso nunca. 

- Entendo. Mas, também queria saber por que você tá tremendo, é por causa de mim ou por causa do nosso beijo? - Ele tinha tirado as palavras da minha boca agora. Eu não esperava que ele me perguntasse isso, na verdade eu nem tinha percebido que tava tremendo mas, provavelmente seria por causa da segunda opção. 
- Nenhum dos dois, eu acho. 
- Tá bom então, vou fingir que acredito. - Ele piscou pra mim. - Mais não precisa ficar preocupada, não vou fazer nada que você não queira fazer. 

 Prendi minha respiração, não acredito que ele falou isso. Fingi não perceber o seu sorriso malicioso mais foi quase impossível, não sabia se devia repreender ele e falar que aquilo nunca ia acontecer de novo ou simplesmente ficar quieta. Dessa vez optei pela primeira opção. 

- Não vai acontecer de novo. - Falei com a voz baixa e rouca. Eu deveria ter parecido mais confiante, perto dele eu não consigo. 
- Isso não me parece ser o que você realmente quer. 

 Ele falou encerrando o assunto. Eu também resolvi não falar mais nada, sempre que eu tento fazer isso acabo me enrolando então agora eu tenho que tentar ser mais inteligente do que sair falando qualquer coisa. Não demorou muito pra gente chegar ante por que o Justin dirige muito rápido, ele não é muito normal e também não liga muito pra regras por que uma coisa que ele vive fazendo e quebrando-as. 

- Obrigado Justin. - Falei acendo e quase saindo do carro. 
- Espera. 

 Pediu e no mesmo segundo eu me virei. Ele me selou. 

- Tchau Kathy, ás sete eu venho te pegar. Vamos sair hoje. 
- Anh, tudo bem. Tchau. 

 Aquilo não tinha sido uma pergunta. Sai de lá antes que minha cara me denunciasse, cara ele tinha me beijado pela segunda vez por vontade própria? Eu não sabia se pulava de alegria ou se me culpava por estar fazendo isso. Não tinha motivos pra me culpar mais isso me parecia errado, eu nem conhecia ele direito e daqui a um ou dois dias ele vai embora. 

 Eu tinha me esquecido disso. 

                                                                      ---------------------

  Hey girls

Quem aqui vai pra BT? Cara, eu tô tão feliz velho vou pro M&G e tal eu tava (ainda tô) tentando me cadastrar no bieberfever enfim, espero que o capítulo tenha ficado legal e também espero que todas consigam ir eu sei que todas vocês merecem. Eu tô dividindo os capítulos em dois pra poder postar mais eu sei que eu tô meia atrasada nessa fic. 
 Divulgando: 
http://fanficsjustinbieberr.blogspot.com.br/

É isso, vocês podem falar comigo no twitter (@mccann1d) ou no (ask) 
Comentem bastante, beijos. 
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8 de jun de 2013

We're the best of friends - Capítulo 13

Justin ficou me encarando por mais alguns segundos até que resolveu responder minha pergunta.
-Estávamos apenas conversando. –ele disse sério me fazendo soltar uma risada irônica.
-E desde quando você e Megan tem algo pra conversar? –perguntei nervosa. –Aliás, eu acho que vocês nunca nem trocaram uma palavra,deviam se manter ocupados demais pra falar.
-Que ataque de ciúmes é esse Ali? –Ele me perguntou debochado,mas eu notei um certo nervosismo em sua voz.
-Ciúmes?Você acha que isso é ciúmes Justin? –nesse momento eu gritava. –Eu só não quero ficar aqui fazendo papel de palhaça.Eu disse pra você tudo o que eu sentia e você disse sentir o mesmo.E depois de me preparar uma surpresa linda você simplesmente vai correndo pra casa daquela piranha e espera que eu não sinta nada?Eu não sou mais uma daquelas vadias com quem você costuma sair.E eu espero que você não me trate como tal.
-Você sabe que eu não faria isso com você. –ele disse baixo.
-Então me fala a verdade.O que você estava fazendo na casa dela? –eu disse com o tom de voz normal agora,porem estava ofegante devido aos gritos anteriores.
-Isso eu não posso te falar Ali.Não agora.
-Desde quando você esconde algo de mim? –eu perguntei incrédula.
-Eu sinto muito.
-Sai daqui.Eu preciso ficar sozinha. –disse indo em direção a porta e abrindo-a.
-Ali ...
-Vai!Depois a gente conversa.
Justin saiu cabisbaixo e logo após fechar a porta eu a chutei,confesso que doeu um pouco mas eu precisava descontar minha raiva e frustração de alguma forma.Fiquei o restante do dia jogada no sofá assistindo TV.Quando já estava escuro me levantei e resolvi tomar um banho,em meio aquela água caindo deixei que minhas lagrimas também caíssem.Eu estava com medo de Justin acabar me magoando,ele era meu amigo mas eu sabia como ela agia com as garotas e se ele fizesse algo comigo isso significaria perder,também,sua amizade.Desliguei o chuveiro e me deitei na cama,fiquei lendo até que meu sono chegasse e enfim dormi.
Acordei no dia seguinte com os olhos inchados devido ao choro,passei uma maquiagem na tentativa de esconder aquilo e até que funcionou.Tomei café com meus pais e segui pra escola.Ainda faltavam vinte minutos para o inicio das aulas e eu fui até o banheiro.Quando cheguei la escutei um barulho que parecia ser alguém vomitando,quando a pessoa saiu vi que era Megan,ela estava acabada.Sem nenhuma maquiagem,seu cabelo estava preso,seus olhos estavam inchados e vermelhos,assim como seu rosto,e ela chorava.
-Você ta bem? –perguntei,deixando todo o ódio que eu sentia dela de lado.
-Eu pareço bem? –ela sorriu irônica.
-Quer que eu te acompanhe até a enfermaria?Eles podem te dar um remédio.
Megan passou por mim sem responder e seguiu até uma das pias lavando seu rosto.Ela ficou se encarando no espelho e as lágrimas voltaram a cair.
-Eu estraguei minha vida. –ela disse em meio ao choro. –E é tudo culpa dele.
-Culpa de quem Megan?O que está acontecendo? –eu perguntei temendo sua resposta.
-De quem mais?Do Justin.Foi ele que fez isso comigo,eu nunca vou perdoá-lo.
-Megan não me diga que você está...
-Grávida?  A culpa é toda daquele idiota.
Nesse momento eu senti como se não houvesse chão abaixo dos meus pés.Me apoiei na parede tentando não cair.Minha respiração ficou ofegante.Eu tive que me esforçar para conseguir dizer algo.
-Você tem certeza que esse filho é dele?
-Justin foi o único cara com quem eu transei nos últimos três meses.Se esse filho não for dele.
O sinal tocou indicando que precisávamos ir pra aula.Mas eu não segui em direção a minha sala.Me dirigi à quadra e me sentei nas arquibancadas.Fiquei ali pensando sobre o que acabara de ouvir.Depois de alguns minutos notei que meu rosto estava molhado.As lágrimas caíram sem que eu tivesse notado.Fiquei naquele mesmo lugar durante duas aulas.Até que a quadra foi invadida por caras altos e musculosos. “Essa não.O time de basquete.” Pensei comigo.Mike surgiu e assim que me viu veio em minha direção.Ele estava visitando sua avó que estava doente,por isso eu não o via desde o show de talentos.
-Oi Ali. –ele sorriu.
-Oi Mike.Que saudade. –disse tentando esconder que estava chorando.
-Me conta.Como foi com Justin?Eu não te vi desde que você cantou aquela musica pra ele.
-Eu me declarei. –disse desanimada.
-E o que ele disse?Por que está com essa cara?Ele não sente o mesmo?Eu vou matar aquele idiota.- ele disse nervoso.
-Ele disse que também está apaixonado por mim.
-E por que você ta tão triste Ali?Era pra você estar feliz.Era isso que você queria não é?
-Megan está esperando um filho dele.
-O que? –Mike disse e se levantou,parecendo não acreditar. –Me espera aqui que eu vou ali matar ele.
-Você não pode dizer nada Mike.Ele ainda não sabe que eu sei.
Mike olhou pro lado e fez uma cara nada boa.Justin estava vindo em nossa direção.
-Droga.O que ele faz aqui? –perguntei baixo pra que ele não me ouvisse.
-Ele ainda é o capitão do time.Se quiser eu falo pra ele sair daqui.
-Não,tudo bem.Eu acho que é bom nós conversarmos.
-Então tudo bem.Qualquer coisa é só gritar. –Mike sorriu e me deu um beijo na bochecha.
Justin parou na minha frente e hesitou um pouco em falar.Depois de alguns minutos ele finalmente disse algo.
-Precisamos conversar. –ele disse me olhando nos olhos.
-Sim.Nós precisamos. –eu disse e não pude evitar um suspiro.

                                    ...
Oi gatas.Como estão? Vocês estão muito espertas,a maioria adivinhou..A Megan está gravida,eu sei que a maioria nao queria isso mas ainda tem bastante coisa pra rolar.Eu espero que tenham gostado desse capitulo,e se gostou comenta,que me deixa feliz e eu posto mais rapido.Por hoje é isso,até o proximo. E comenteeeem.Beijooos

6 de jun de 2013

Chosen • capítulo 6 • o jogo - parte I

Meu corpo soava frio. Todos os fios de cabelo do meu corpo se eriçaram. Certamente era a história mais assustadora que ouvira em toda a minha vida, e de algum modo me atingiu em cheio. Me era familiar. Então me veio a lembrança dos sonhos que sempre tivera, com uma garota que a cada noite via pedaços de sua vida sofrida, e soube que era a mesma da história que Jason tratava. Senti um forte aperto em meu peito e percebi que meus olhos marejavam.

- Você está bem? Está muito pálida.

A voz de Jason soou doce e até mesmo preocupada, e então segurou minha mão, afagando-a com o polegar.

Balancei a cabeça em afirmativa e tentei encontrar alguma firmeza em minha voz.

- Não se preocupe, eu só não esperava tal estória. 

Jason balançou a cabeça conciliadoramente e continuou com a carícia. Permaneci calada tentando dissipar o mau sentimento dentro de mim, quando fui pega de surpresa novamente.

Você precisa me ajudar.

Senti minha espinha se contrair e um frio tomar conta de todo meu corpo. Ouvira de novo. Fechei meus olhos com força tentando ignorar, mas a sensação ruim permacera.

Cumpra sua missão, não desvie de seus caminhos. Preciso que me ajude.

Apertei meus olhos com mais força e cobri meus ouvidos com minhas palmas abertas, pressinando-as com força. Aquilo não poderia ser real, minha cabeça estava me pregando peças, certamente. Senti mãos frias sobre as minhas e por estinto tirei-as com agressividade, só então percebendo que eram de Jason. Ele me olhava completamente confuso, quase como se fosse uma... Maluca. No momento até eu pensava o mesmo, não podia culpa-lo. Preferia acreditar que tudo fazia parte de minha imaginação. Me desculpei com lágrimas escorrendo por meus olhos e me deitei, ignorando suas perguntas insistentes.

• • •

Diferente das outras manhãs, não fui acordada com um belo sorriso a minha espera, o que provavelmente afetaria ainda mais o meu humor. Um fecho de luz forte embaçava minha visão, me fazendo levantar rapidamente para fechar as cortinas. 

Após o período confuso pós-sono, me dei conta que estava sozinha no quarto. A cama do Jason estava impecável, indicando que ele já havia acordado e a arrumado, já que não tínhamos ninguém para fazer isso por nós aqui. Continuei deslizando meus olhos cansados pelo quarto, até que eles se depararam com um relógio em cima da mesinha de cabeceira da minha cama. Ele indicava exatamente 12:30. Em letras pequenas abaixo do horário situei-me de que hoje era sábado. A primeira semana havia passado rápido. Amanhã faria um mês completo que estava naquele local, e já estava me acostumando. Não era difícil com alguém como Jason ao meu lado, mesmo com um provável fantasma se comunicando comigo e um idiota acabando com meus dias. Mas não queria pensar nisso àquela hora da manhã, então ao ouvir minha barriga roncar, logo decidi ir ao refeitório.

Levei 20 minutos para tomar um banho rápido e me trocar com uma roupa fresca, já que hoje o clima tinha dado uma esquentada. Às 12:57 pisei sobre o chão de pedras brancas frias, ainda com esperança de encontrar algo para comer, mas não havia nada nem ninguém. Sem conseguir sair de lá, meus olhos foram levados até a estreita porta no canto do estabelecimento e quase desmaiei. As lembranças me tomaram junto com uma péssima sensação de mal estar. Faziam dias que não ouvia nada. A semana havia passado calma, e tentei ao máximo esquecer da voz, da história. Não vira mais Justin direito, e nenhum sinal de qualquer coisa sobrenatural. Mas encontrar este local vazio me trouxe tudo mil vezes mais forte. Lembrei-me das palavras de Jason, das lembranças da garota que atormentava meus sonhos, da tenebrosa voz e quis correr para longe mas meu corpo me puxou em direção da porta. Agachei-me ao seu lado, e senti um novo choque ao tocar meus dedos na superfície metálica e gelada da porta. Empurrei-a devagar, e então ouvi outra voz.

- Spence.

Era Jason. Me senti aliviada e assustada ao mesmo tempo, e um pouco tímida por ele ter utilizado meu apelido para me chamar. Levantei-me depressa. Ele não me vira abrindo-a pois ainda estava entrando, e eu agradeci por isso; não queria que acreditasse que havia acreditado em sua história horrenda sobre a menina. Caminhamos na mesma direção até nos encontrarmos.

- O que houve? Onde está todo mundo? Por que não me acordou? 

- Calma Spence - ele disse ainda com um tom divertido, repetindo meu apelido. Adorava como ele soava em seus lábios. - Primeiro, me desculpe por não ter te acordado. De verdade, eu tentei. Passei mais de dez minutos te cutucando nos lugares mais propensos a cócegas de um ser o humano, te chamando, mas você simplesmente não acordava. Tinha quase certeza de que estava morta - ele deixou uma outra leve risada escapar, e eu também. Sempre tive sono pesado, mas nunca a esse nível. - Bom, mesmo hoje sendo sábado, Susan nunca nos deixa livres. Mais cedo ela anunciou uma competição esportiva no campo, e disse para todos estarem lá, sem exceções. Vim te buscar. - ele me lançou um belo sorriso sincero, que não hesitei em retribuir; com Jason não era difícil. Ele fez um sinal com a cabeça e começamos a andar em direção do local.

- O que vamos ter que fazer? - perguntei, tentando puxar assunto.

- Ela ainda não explicou. Disse que queria que estivessem todos lá para começar, então não se incomode de receber alguns olhares raivosos quando chegarmos.

- Certo. - respondi num tom risonho. Não me empenhei em tentar prolongar o assunto pois percebi que estávamos cruzando uma porta de saída que dava de encontro a um grande campo onde todos se encontravam organizados em filas paralelas, de frente a uma pequena coordenadora com roupa esportiva, que era Susan. Ela parecia ainda mais bizarra vestida daquela forma.

Como Jason havia previsto, senti alguns olhares irritados me queimarem mas nenhum se comparava ao de duas pessoas: Susan e Justin. O segundo indivíduo também estava lá, enfiado bem no meio da primeira fileira com um sorriso sacana nos lábios e um short esportivo bem justo, marcando sua bunda avantajada e o volume do seu membro. Tentei ignorar meu último pensamento.


- Olha quem decidiu dar as caras! - Susan disse num to irônico com sua voz de bruxa, virando-se sobre os calcanhares em minha direção. - se não se importa, entre em uma dessas filas e faça o favor de não se manifestar até o final do exercício, nos poupando de mais interrupções. 

Assenti e engoli a raiva, que desceu rasgando por minha garganta. Junto com Jason me enfiei em algum lugar da ultima fileira, ignorando todos os olhares e sussurros.

- Bom, agora podemos começar. - após esperar que eu e Jason nos encaixássemos, ela voltar a falar no seu tom de voz "normal". - Sabendo da tendência dos adolescentes a ganharem peso, principalmente os que passam o dia sem fazer nada, como vocês, no Reformatório de Atlanta escolhemos alguns dias em que trocamos as aulas por atividades físicas, que também fazem parte da sua disciplina. Mas diferente do que vocês estão acostumados, decidimos trocar a catação de lixo e outros serviços comunitários por algum esporte que necessitasse um pouco mais do seu esforço físico, como queimado ou futebol. 

Todos vibraram. A mudança drástica de atividade física fez todos ficarem animados, não exatamente por gostarem desses esportes, mas por se livrarem de passar o dia inteiro nas ruas catando lixo, cercados de policiais nos monitorando para que não fugíssemos.

Por ordens de Susan, os times ficaram divididos entre as duas primeiras filas contra as duas últimas. Não posso negar que fiquei feliz com a divisão, porque além ficar no time do Jason, era do oposto ao do Justin, o que me possibilitaria acertar umas boas boladas em seu belo rostinho.

Meu time se posicionou ao lado esquerdo do largo campo de grama seca, e o adversário ao lado direito. Susan pediu para que cada time escolhesse um representante, e como é de se esperar, Justin foi escolhido pelo time adversário, e no meu, Jason foi escolhido.

Estava sem a mínima vontade de jogar, então passei pelo amontoado de pessoas que se concentravam no meio, me direcionando para extremo canto da quadra. Eu não era a única com desanimada por aqui. Alguns grupos de pessoas também se aglomeravam atrás, uns conversando animadamente, outros mal falando, e alguns apenas se encaravam. Eu não me encaixava a nenhum desses grupos, então apenas fiquei parada, contando os segundos para acabar. Já estava acostumada a ficar só. Filha única, criada sozinha pela tia que não possuía filhos. Cresci em meio de adultos, vivendo vida de adultos e fazendo trabalhos que adultos fazem, como varrer, cozinhar, limpar... Na verdade, trabalho de serviçal. Por levar esse tipo de vida, nunca tive contato com outras crianças, nunca tive a oportunidade de me socializar e nem mesmo de aprender a jogar simples jogos como Queimado.

- Bom, como todos já devem saber, o jogo Queimado tem como objetivo acertar a bola no seu adversário até todos serem eliminados. Enquanto um time estiver com a bola, o outro tem que se esquivar para não ser "queimado". 

Logo após de ditar todas as regras, Susan comandou que Justin e Jason tirassem par ou impar. Justin escolheu o primeiro, respectivamente, e Jason o segundo. Após sacudirem as mãos, mostraram seus dedos em tempos iguais, onde Justin havia levantado três e Jason um.

- Já comecei ganhando. - com um sorriso sacana, Justin pegou a bola da mão de Susan e sem nem dar tempo para Jason se afastar, ele a lançou em sua direção. Se não fosse os reflexos felinos de Jason, ela teria acertado bem em sua cabeça, mas ele conseguiu desviar, acertando no ombro de um garoto que estava meio desavisado.

Em um dos poucos momentos que parei para prestar atenção no desenrolar do jogo, presenciei duas garotas recebendo boladas na cabeça e alguns meninos em suas partes íntimas. Não pude conter o riso ao ver suas caras de dor. Prestando um pouco mais de atenção percebi a vantagem obvia que o time do Justin estava sobre nós; tínhamos 10 zumbis enquanto 23 pessoas corriam animadamente pelo seu campo. Na divisão de times, havíamos as pessoas mais desanimadas do reformatório, enquanto as outras poucas com espírito esportivo foram para o time adversário. Parecia que tudo sempre suspirava à favor da vitória do Justin. Isso me rever a minha desanimação; era maior do que minha vontade de derrotar o Justin? Definitivamente não era. Ela parecia até insignificante quando comparada a minha necessidade de acabar com aquele sorriso vitorioso em seus lábios. Ah, iria usar toda a minha pouca experiência esportiva para isso.

Continua.

SIM SIM SIM! HOJE FOI CONFIRMADA A MELHOR, A MAIS MAGNÍFICA E PERFEITA NOTÍCIA DE TODOS OS TEMPOS! SIM SIM SIM! JUSTIN VIRÁ AO BRASIL NOS DIAS 2 E 3 DE NOVEMBRO DESTE INCRÍVEL ANO!

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Ok. Vocês já entenderam que eu estou UM POUCO animada. Mas só um pouquinho, tá?! E sim sim sim! Eu VOU PARA O SHOW!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!

Não tive a oportunidade de ir para a My World Tour, mas a Believe Tour eu não perco nem que vacas cantem! Convenci meus pais de me deixarem ir, e eles vão pagar a pista premium e o meet&greet para mim como presente de 15 anos!!!!!!!!

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!

Ok, já chega. Só queria extravasar minha alegria em algum canto, e esse blog é meu (e da Ally) então foda-se skjldhahd

Só pra deixar bem claro, não quero jogar na cara de quem não vai poder ir nada, eu só estou muito muito feliz por ter essa chance, porque eu sou belieber há 3 anos e finalmente vou poder realizar meu sonho! Então antes que venham os comentários idiotas, quero deixar isso claro. Vocês deviam ficar felizes por não ser uma posers rs

Mas voltando à fic. Esse e o próximo capítulo não vão ser tão assustadores ou interessantes como os futuros, mas são extremamente necessários para acontecimentos futuros, então aguentem um pouco nesse mesmo assunto e comente muito também!

Vou querer mais 40 comentários e pedir que por favor, interajam comigo em qualquer canto que for. Seja nos comentários, no ask (clica!), twitter, diabo a quatro, adoro conversar com vocês sobre qualquer assunto, arranjo da onde for, e por favor, deixem suas opiniões sobre a fic a no comentário! (dica: adoro comentários grandes)

Então é isso, me sigam no twitter, perguntem na ask e curtam a página do blog no face! Beijão no coração.

ps: demorei um pouco a postar porque estava sem internet e só deu hoje, desculpem, se no final de semana tiver os comentários pedidos juro que posto sem falta!

Gio Xx

2 de jun de 2013

We're the best of friends - Capítulo 12

Justin fechou os olhos demonstrando sua irritação.
-Tinha que tocar logo agora? –ele disse olhando pro bolso,onde se encontrava o celular.
-Atende,pode ser importante. –eu disse o encarando.
-Se quiser eu posso só ignorar.
-Não,tudo bem.Acho que nem tem mais clima. –eu sorri de lado.
Justin se levantou e eu fiz o mesmo.Ele se afastou para atender o celular.
-O que foi? ... Tem certeza?...Você fez isso direito?...Eu to indo aí. –ele então desligou.
-Algum problema? –perguntei notando que Justin estava com ar preocupado.
-Não,apenas Tyler precisando de mim.Se importa se formos embora?
-Não,tudo bem.Eu preciso mesmo de um banho,to morrendo de frio.
Justin tirou sua jaqueta e a colocou em mim.Por ser de couro ela se manteve seca por dentro.Eu apenas sorri em resposta e nós saímos dali.No carro o silêncio se instalou,eu decidi quebrá-lo,já estava ficando irritada com aquilo.
-Adorei a surpresa. –sorri para Justin.
-Que bom que gostou. –ele tirou uma de suas mãos do volante e pegou a minha que estava sobre minha perna,em seguida entrelaçou nossos dedos.
Seguimos o restante do caminho assim,algo havia acontecido e se Justin não quis me contar eu não iria perguntar.Respeitava seu silêncio.Resolvi então colocar uma musica,para que o clima no carro não ficasse tão pesado.Após alguns minutos estávamos estacionados na porta da minha casa.
-Bom,então eu vou indo.Mais uma vez,obrigada pela surpresa. –eu disse e já estava abrindo a porta do carro quando Justin segurou meu braço.
Eu me virei e ele colocou uma de suas mãos no meu rosto,com a outra mão ele soltou seu cinto de segurança e se aproximou mais,me beijando.Seu beijo era calmo,mais do que qualquer outro que ele já tinha me dado.Quando terminou o beijo,ele me olhou nos olhos e praticamente sussurrou “Eu te amo”. Não fosse pelo silêncio no carro eu não teria escutado.Levei meu lábios até sua orelha e sussurrei de volta “Eu também te amo”.
Desci do carro depois disso,ainda meio atordoada.Não entendia o que estava acontecendo,mas meu coração me dizia que coisas ruins estavam a caminho.Após entrar em casa segui direto pro banheiro.Quando fui me despir que notei que o casaco de Justin ainda estava comigo,por impulso levei-o em direção ao meu rosto e seu perfume me invadiu,o cheiro dele estava no casaco e aquilo me causou arrepios.Durante o banho fiquei pensando no aconteceu naquela casa na árvore.Eu estava indo depressa demais,por mais que amasse Justin não acho que aquele era o momento.Talvez,apesar de Justin ter ficado muito estranho,tivesse sido bom o celular tocar naquele momento.
Assim que saí do banheiro,ainda enrolada na toalha,notei minha mãe sentada na beirada da minha cama.
-Seu pai quer jantar fora hoje.Quer comemorar sua volta. –ela sorriu. –Se apronte. –disse isso e se levantou,saindo do quarto.
-Segui em direção ao closet e escolhei uma roupa.Logo depois a vesti.
Já estava pronta e descendo as escadas,meus pais estavam me esperando assistindo TV.Assim que me viram a desligaram e seguimos juntos em direção ao carro.Durante o trajeto notei em um momento que estávamos passando na rua de Megan,ao nos aproximarmos de sua casa percebi algo que me atingiu como uma facada.O carro de Justin estava estacionado ali,guiei meus olhos em direção ao segundo andar e vi que a luz de seu quarto estava acessa,duas silhuetas se faziam notar através da cortina.Desviei meu olhar dali e fingi que não havia visto nada.Deixaria para pensar nisso mais tarde,esse momento era especial,meu pai estava comigo depois de meses sem vê-lo.
Por mais que tentasse não consegui parecer muito animada durante o jantar,meus pais perguntavam a todo momento o que estava acontecendo e eu mentia,dizia que estava apenas cansada.
Eu estava deitada em minha cama,tentando pensar em um motivo pra Justin estar na casa de Megan,mas nenhuma das alternativas me parecia convincente o bastante.Eles ainda tinham um caso,era óbvio,eu fui boba por pensar que comigo seria diferente.Mas eu não queria acreditar naquilo,Justin era,acima de tudo,meu melhor amigo.Ele não faria isso comigo.Ou faria?Em meio aos meus pensamentos acabei dormindo.
Acordei no dia seguinte com o barulho irritante do despertador.Me arrumei e sem tomar café segui pra escola.Logo Trisha apareceu com Tyler ao seu lado.
-Fala gata. –ela disse me abraçando.
-Oi gente. –disse sem ânimo.
-Nossa,que carinha é essa?
-Sono. –dei um meio sorriso.
-Você não sabe da ultima novidade. –Trish me parecia muito animada,me deixando extremamente curiosa.
-Fala logo criatura.
-Megan saiu da equipe das líderes de torcida. –ela disse com um olhar perverso.
-Como assim?Por que?Eu pensei que aquilo fosse a vida dela.
-Todos nós pensamos.Ninguém entendeu nada.
Ficamos um tempo especulando o motivo da saída de Megan.Aquilo não fazia sentido.Segui pro meu armário que por ironia do destino era ao lado do dela.A encontrei pegando seus livros.
-Onde está seu uniforme Megan? –perguntei.Depois de tudo o que ela já tinha me feito,eu não perderia a oportunidade de me vingar.
-Se falar sobre esse assunto comigo de novo eu arranco seus olhos. –ela me olhou furiosa,e saiu depois de bater com força a porta do seu armário.
O sorriso que havia no meu rosto desapareceu.
As horas passaram lentamente.Justin não havia ido a aula,o que me deixou preocupada levando em conta que ele nunca falta.Mas eu não ligaria para perguntar o motivo de sua ausência.Eu ainda estava muito abalada com o que tinha visto na noite passada.Após o termino das aulas segui pra casa.Mais uma vez eu teria que almoçar sozinha.Esquentei minha comida e almocei em frente a TV.Um tempo depois a campainha tocou,e com muita relutância eu fui atender.Assim que abri a porta dei de cara com Justin,que passou por mim sem dizer uma palavra.Ficamos nos encarando.Eu não aguentava mais e resolvi perguntar.

-Pode me dizer o que estava fazendo na casa da Megan ontem a noite? –a expressão de Justin permaneceu a mesma.

                                                                     ...
Oi gatonas.O capítulo passado deixou todas revoltadas com o celular né?hahaha Acho que esse capítulo não vai ser muito diferente.Infelizmente nem tudo é cor de rosa,haha. Mas enfim tão gostando? Eu acho que esse capítulo ficou meio pequeno,sei lá,mas era o que tinha pra hoje.Ou era isso ou nada.Essa semana vai ser meio complicado pra postar porque eu tenho uma viajem com a escola,vou sair de madrugada e voltar só de noitão..Tenho muitos trabalhos pra entregar,to meio apertada..Mas prometo tentar postar pelo menos um dia. Mas isso também vai depender de vocês,se comentarem bastante.Mas vou me indo,beijooos.

ps . pra anonima que perguntou meu twitter eu não tenho flor :( too bad