terça-feira, 29 de julho de 2014

Explicações de Sumiço + novidades IMPORTANTE

Olá meninas, tudo bom ? Ana aqui .
Tem acho que um mês que nao posto aqui. É, algo assim.
Então , vim me explicar aqui pra vocês.

Eu realmente não tinha tempo (desculpa normal né ? Sim) , mas eu mal conseguia parar em  casa, As "férias" que eu tive foram 2 semanas e eu nao fiquei em casa nenhum dia.

PORÉM , P-O-R-É-M !! Tenho novidades !

Ganhei um celular novo, e graças a Deus ele tem camera frontal, ou seja, VIDEOS NO CANAL FINALMENTE !
Estou vendo uns programas pra editar o video nesse novo celular, então em breve vou postar lá.
Sobre a nova imagine : estou escrevendo ela ainda, mas logo libero a sinopse pra vocês ♥

beijos beijos, Ana

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Classic - 15


Minhas pálpebras estavam pesadas, eu mal conseguia abri-lás. Mas quando senti toda a claridade que estava entrando pela janela do quarto, acordei. Eu tentei levantar, mas fui impedida por um braço que estava em cima de mim. Justin. O que ele estava fazendo ali? De qualquer maneira, eu não queria acordá-lo, ele parecia tão bem dormindo. Com cautela, tirei o braço dele de cima de mim e depois saí da cama. Foi aí que eu me dei conta de que eu estava só de calcinha e sutiã. Puta que pariu, o que tinha acontecido noite passada? Se eu estava de calcinha e sutiã e Justin estava na minha cama, então quer dizer que nós tínhamos...
- Porra, Justin! -  comecei a sacudi-lo e ele nem sequer se mexia. - Cacetada!
Eu subi em cama e comecei a pular.
Grrrrrrrrrr.
Justin se virou e abriu os olhos lentamente. Ele se espreguiçou e depois sorriu.
- Meu Deus, Hon, você fica ainda mais linda pela manhã.
- Justin! - berrei. - O.Que.Exatamente.Nós.Fizemos.Noite.Passada?
- O que nós fizemos? Como assim? - ele gargalhou. - Nós tivemos uma noite maravilhosa e...
- Uh. Como você pôde? - eu subi em cima dele e comecei a estapeá-lo. - Seu safado!
- Safado? Eu? - ele sorriu e segurou meus pulsos. Em um movimento rápido, Justin me virou e ficou em cima de mim, meus braços um de cada lado da minha cabeça. - Você ainda não viu nada.
Ele se aproximou ainda mais, nossas bocas tão próximas. Eu não acreditava que aquilo tinha acontecido. Eu e Justin? Eu gosto dele, admito. Mas não achei que estaria pronta. Não antes dele saber quem eu sou. E eu ainda tinha vergonha de contar isso a ele.
Eu arregalei meus olhos.
- Você tá me deixando sem ar. - murmurei.
- Ah, tô? - ele sorriu malicioso.
Assenti. - Seu peso tá todo em cima de mim, seu gordo! - o empurrei e saí debaixo dele. Me sentei e respirei profundamente. Aquilo ainda não entrava na minha cabeça. Eu não me lembrava de nada. Nada mesmo. Mas por quê?
- Justin, por que eu não me lembro de nada? - eu perguntei. Só queria entender tudo aquilo.
Agora ele estava sentado na minha frente, me encarando com aqueles olhos castanhos.
- Você bebeu. E muito.
- Você se aproveitou de mim quando eu estava bêbada? - fiquei boquiaberta. - Porra, você é um idiota. Eu pensei que você fosse diferente. - as lágrimas começaram a rolar sem que eu nem percebesse.
- Eu me aproveitei de você? Caramba, Hon! Não foi nada disso que aconteceu. - ele passou a mão entre os cabelos, nervoso. Ele era bonito até irritadinho. - Eu não fiz nada com você. NADA aconteceu entre nós.
- Então porque eu tô assim?
- Ontem, na festa, você estava muito bêbada, eu falei pra você parar, mas você não quis. Foi aí que eu trouxe você pra cá. Então... então... - ele fez uma pausa. Nesse momento, tudo veio como um flash na minha mente. Meu Deus! Eu não acredito.
- Justin...eu...eu me insinuei pra você?
Ele não respondeu nada mas eu sabia que aquilo era um sim.
Eu fiquei com tanta vergonha que quis enterrar a minha cabeça num buraco e nunca mais sair de lá. Porra. Como eu sou idiota. Por que diabos eu fiz isso? Porra. Merda. E todos os outros palavrões do mundo. Eu estava me sentindo um lixo, acho que eu nunca me senti tão suja em toda a minha vida. Que tipo de garota eu sou? Que cacete.
Eu olhei para Justin, eu tinha que falar, precisava falar aquilo.
- Me desculpe, Justin, eu não quis, eu não quis... não foi minha intenção...
- Tudo bem, Hon. Eu entendo. - ele veio para o meu lado. - Eu sei que sou mesmo irresistível.
- Bobo. - um sorriso se abriu no canto da minha boca. Até numa situação dessas o garoto não deixava de fazer piada.
- Isso é um sorriso? - ele se virou para mim.
- Não, não é. - eu disse.
- Ah, é sim.
Nós ficamos em silêncio por um momento. Eu ainda estava refletindo sobre tudo aquilo, sobre o modo como ele me tratara, cuidara de mim e, ainda por cima, sobre como ele não se aproveitara de mim.
- O-obrigada. - gaguejei.
- Pelo quê? - ele arqueou as sombracelhas.
- Por não ter...você sabe...se aproveitado de mim. Meu Deus, que vergonha. - escondi o rosto nas  mãos.
- Que isso, Hon? Não precisa ter vergonha. - ele me puxou para ele. - Além do mais, por mais que eu quisesse, eu não me aproveitaria de você numa situação dessas.
- É, me desculpe por ter pensando isso sobre você também.
Escorei minha cabeça no ombro dele. Ele fazia carinho no meu cabelo e eu achei aquele momento o mais perfeito de toda a minha vida.
- Tá com fome? - Justin perguntou.
- Um pouco.
- Quer que eu prepare algo?
- Waffles? - olhei para ele.
- Waffles. - ele assentiu e se levantou.
- Tudo bem, eu vou vestir uma roupa e depois vou lá te ajudar. - eu me levantei também.
- É, é melhor. - ele fez uma pausa. - Porque se não, bem, se não eu não vou conseguir me concentrar em nada. - Justin me olhou de cima em baixo.
Eu dei um tapa no ombro dele.
- Ai. - ele fez uma careta.
Eu fui até o meu guarda roupa procurar alguma coisa para vestir.
- Hey, Hon. - Justin falou quando já estava na porta. - A propósito, se você tivesse ficado comigo, você teria um sorriso no rosto pelo resto do dia.
- Idiota! - joguei um sapato nele, que acertou a porta quando ele a fechou.

- Se mexa aí, garota! - Jas gritou.
Nós estávamos na sala do dormitório dançando e cantando feito loucas.
Como nos velhos tempos.
A gente ligava o rádio e colocava o volume no máximo, então pegávamos algo para servir de microfone e fingíamos que éramos as cantoras. Depois disso valia tudo, desde cantorias desafinadas até danças malucas. Me preparei para o refrão:
- Don't stop, make it pop, DJ, blow my speakers up. - cantarolei.
- Tonight, I'mma fight - Jas continuou. - 'Till we see the sunlight
- Tick tock, on the clock, but the party don't stop, no. - cantamos juntas.
Eu caí no sofá, exausta. Estávamos fazendo dancinhas desde de que havíamos voltado das aulas e agora já estava de noite. Depois que Jas voltou da cozinha com duas garrafinhas de água e jogou uma para mim, ela deslizou no sofá, ao meu lado, e eu perguntei:
- Tem certeza de que não quer ir comigo amanhã?
- Não, não, acho que vou ficar por aqui mesmo. Você sabe, não gosto muito daquela cidade.
Estávamos falando sobre o feriado de Ação de Graças, que seria amanhã, mas como a faculdade também estaria de recesso na sexta, as aulas só retornariam na segunda. Como prometido, eu havia decidido que passaria o feriado na casa dos meus pais. Eu pegaria o avião amanhã cedo e, por incrível que pareça, a Jas não iria comigo. Ela iria ficar por aqui mesmo. Tudo culpa do Luke, o idiota se recusara a viajar.
- E nem eu. - admiti. - Mas a minha irmã vai estar lá e eu quero muito vê-la.
- A Maggie não estava em L.A.? - Jas arqueou a sombracelha.
- Uhum. - assenti. - Mas nós havíamos combinado de que passaríamos o feriado por lá. Parece que meus pais estão quase surtando de tanta saudade.
- E o Justin?
- O que tem ele? - perguntei.
Justin e eu estávamos tendo uma boa relação. Quer dizer, eu não vou dizer que eu ainda não o xingava de vez em quando, mas eu estava, no mínimo, conseguindo suportá-lo. E não era tão ruim assim. Era bem legal, pra falar a verdade.
- Eu pensei que vocês estivessem próximos. - ela disse.
- E nós estamos.
- Então...
- Então o quê? - Eu não estava entendendo a que ponto ela queria chegar.
- Você não vai chamá-lo pra ir com você?
- Uh, isso não seria nada legal.  Você sabe como a minha mãe é. Ela realmente não quer que eu me envolva com ninguém.- falei. - Mesmo que esse alguém seja só um amigo. - ressaltei.
- Sabe o que eu acho?
- Hum? - tomei um gole de água.
- Acho que você deveria enfrentar a sua mãe.
Talvez a Jas tivesse razão, mas eu também entendia o lado da minha mãe.
- Enfrentá-la? - franzi o cenho. - Você sabe, Jas... Desde que...desde que aquilo aconteceu, ela se tornou super protetora.
- Mas você tem que quebrar essa corrente de proteção, Morg. - ela me olhou. - Chegou a hora, a hora da sua liberdade.
- Okay, senhora filósofa. - coloquei minhas pernas em cima da mesinha de centro. - Mas eu duvido muito que o Justin vá cancelar os planos dele para vir comigo.
Ela deu de ombros e pegou o celular no bolso.
- O que você vai fazer? - indaguei.
- Ligar para o Justin. - ela se levantou e foi para a cozinha.
Eu duvidava muito que isso ia acontecer.
Liguei a TV.
Quer dizer, era meio impossível que o Justin aceitasse viajar com uma garota chata para um lugar chato para ver pessoas que ele nem sequer conhecia.
Mas tudo isso me fez duvidar quando Jas voltou para a sala com um sorriso no rosto.
- É melhor falar pra Sra. Smith colocar mais um prato na mesa. - ela disse.
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Uh, uh, uh. Minhas provas ainda nem terminaram, mas como eu sou bem legal, resolvi postar. Suas lindas, obrigada pelos comentários! Agora sim eu fiquei feliz. Espero que vocês tenham gostado do capítulo porque eu estou amando escrever esta fic.
Nath: Huaheuhauheuah, obrigada pelo carinho, mesmo! Sua opinião é muito importante. Kkkkk beijos! ;)
Eli: Continuo sim, linda, obrigada por comentar! :)
Jo: Prontinho, Jo. ;)
Lu: Huaheuhaueh logo logo aparece... Enfim, que bom que você gostou, isso me deixa muito feliz. Bjos! :)
Mi: Prontinho, Mi, obrigada pelo comentário. :)
Anônimo: Prontinho, haha, sério que você acha isso? Eu dou o meu melhor e fico feliz quando falam que está bem escrita. Obrigada pelo comentário. Beijos! :)
Ev: Aaaah, que comentário divino, Ev! Huaheuaheuhe. Bem, eu fico feliz que você tenha voltado ao blog e fico feliz novamente por você estar gostando da fic. Sério, você não tem noção do quanto isso me deixa feliz. Tá tudo bem, auheuahe, eu só tava meio chateada porque em um capítulo eu tive meio que 5 comentários.): Enfim, eu também acho que não seria muito legal se eles fossem trufar auehuaheuaheuh, porque, como você disse, seria meio violento, haha. Aaaah, docinho é você, sua fofa! Obrigada por este comentário maravilhoso. De verdade. Beijos. :)
Lo: Hey, Lo, continuo sim, hahah, obrigada pelo carinho, sua linda. Beijos :)
Paty: Huaheuhaue, obrigada pelo comentário e pelo carinho, Paty. Eu adoro seus comentários. Beijos. :)

Isso é tudo, girls, vou estudar pra minha prova, haha.
Beijinhos no core. <3 p="">

sábado, 19 de julho de 2014

This love - Bye

WHATZZUP, NIGGAS?

Nao tem capítulo de This love :c 

Eu vou parar de postar aqui, porque pouquíssimas pessoas estao comentando 

POOOOOORÉM, eu ja tenho a fic inteirinha escrita, e peço que pra quem esteja interessado, leia no animespirit, já estamos no capítulo 5. 

Mas me deem uma resposta do que estao achando POR FAVOR! Pode ser via face, comentar lá (pelamor) e se puderem, me ajudem a divulgar a fic

here!This love no anime

Amei conhece-las e espero reve-las no anime IODVJFSDIJFOS 


BlueKisses :'( 

Classic - 14



''Bem vindos à Festa de Outono''. Dizia a faixa logo na entrada da faculdade.
Quando chegamos ao salão de festas, eu realmente achei tudo muito bonito. O salão estava todo enfeitado, cheio de luzes, mesas, tinha uma pista de dança e até um DJ. Estava tocando Hot N' Cold da Katy Perry e alguns casais faziam passos legais. Justin e eu nos sentamos em uma mesa e Andrew, a garota que estava organizando a festa, me deu uma flor em uma pulseira para eu colocar no pulso. Eu nunca tinha ido a uma festa daquele jeito, nem mesmo no colegial e, bem, não parecia tão ruim assim. Exceto pelo grande número de pessoas. Eu não me dou muito bem no meio de muita gente.
Por um momento, a música parou e eu vi o Marcos, um garoto que sentava duas cadeiras em frente à minha, subir no palco.
- Sejam bem vindos à Festa de Outono, galera. - ele disse, a voz um pouco rouca por causa do microfone. - Espero que vocês se divirtam, dancem muito e, bem...fiquem com as gatinhas. - e todos riram. - Boa noite. - ele disse antes de sair e a música começar a tocar novamente.
Eu pensei que aquilo seria como um baile, mas estava mais pra uma balada. Tinha até um bar.
- Hey, Hon. - Justin chamou-me. - Vamos dançar?
- Eu não sei dançar. - menti.
- Vamos lá, Hon, eu te ensino. - ele se levantou e estendeu a mão para mim.
- Eu vou pisar no seu pé. - tentei fazê-lo mudar de ideia.
- Ah, qual é? Você não pode ser tão ruim assim. - então puxou a minha mão.
E eu não era mesmo. Na verdade, acho que eu até mandava bem no quesito dança.
Justin me guiou até o meio da pista e fez uns passos muito engraçados. Algumas pessoas começaram a nos encarar.
- O que você está olhando? - eu perguntei pra garota loira que não parava de olhar para o Justin. Pra ser sincera, acho que ela estava o olhando porque estava a fim dele.
Justin gargalhou com a minha atitude.
- Eu detesto essas pessoas que não tem o que fazer. - falei mais alto que normal.
Eu me mexi um pouco quando começou a tocar uma música agitada do Chris Brown.
- Eu adoro essa música. - Justin falou.
- É, é legal. - concordei e me mexi mais um pouco.
Quando o refrão começou, todos ao meu redor começaram a pular e jogar os braços para cima, então eu fiz o mesmo. A música era boa, a batida também. Eu remexi um pouco os quadris na parte mais lenta e depois eu me deixei levar conforme a música.
Quatro músicas depois e eu estava completamente suada.
- Quer fazer uma pausa? - Justin gritou por cima da música.
Assenti e ele segurou a minha mão.
Me senti segura por um momento.
Por um momento esqueci de todo o meu passado perturbador.
- Eu pensei que você não soubesse dançar. - Justin falou quando nos sentamos em uma mesa.
- Não é algo que eu faço com muita frequência. - admiti.
- Quer beber alguma coisa, Hon? - Justin me olhou.
- Uma cerveja.
Ele assentiu e foi em direção ao bar.
Quando Justin voltou com as bebidas, eu peguei a cerveja e pude sentir uma sensação boa quando tomei o primeiro gole. Acho que eu devia isso a mim: um pouco de diversão.
Na terceira cerveja, Justin me perguntara se eu queria parar, mas eu disse não.
Algumas cervejas mais tarde e eu já podia me sentir alegre. Eu só queria me sentir assim pelo resto da vida. É incrível o poder que o álcool tem sobre o meu corpo. Eu conseguia mudar de humor com facilidade.
- Você não acha que já bebeu demais não, Hon? - Justin estava rindo da minha situação.
- Eu? - gargalhei. - Eu tô ótima. - levantei a garrafa para cima. - Tô incrivelmente bem.
- Ah, é? - ele arqueou as sombracelhas. - Vamos embora, eu vou te levar pro dormitório.
- Que isso, cara? - fiz um muxoxo. - Tá maluco? Ei, ei, ei. - eu me levantei. - Vamos dançar um pouquinho, Justin. - eu agarrei a mão dele. - Só um pouquinho.
Justin relutou no começo, mas não recusou. Eu o puxei com uma mão assim como ele havia feito comigo e com a outra mão, peguei uma garrafa de cerveja. Guiei Justin até o mesmo lugar em que a gente estava antes e comecei a dançar. Eu não fazia a mínima ideia de que música estava tocando, eu só queria dançar.
Mexi os quadris sem me importar com quem estivesse olhando, depois rebolei um pouco. Tomei mais um gole de cerveja e me senti um pouco tonta. Eu não estava conseguindo me equilibrar direito em cima dos saltos que Jas havia me emprestado.
- Já chega, Hon. - ele olhou para a garrafa na minha boca.
- Não, Justin. - levantei um dedo. - A garrafa não.
- Me dê essa garrafa, Hon. - ele a pegou da minha mão antes que eu pudesse protestar.
- Justin. - minha voz saiu embargada.
- Vamos embora, Hon. - Justin saiu me puxando.
- Não, eu não vou. - parei e cruzei os braços.
Nós estávamos do lado de fora. Estava fazendo muito frio e eu passei as mãos nos braços para me aquecer.
- Tá frio. - eu disse entre batidas de queixo.
- Toma. - ele colocou seu blazer em mim.
- Eu vou voltar. - caminhei para trás e tropecei. Quase que eu caía de cara no chão. - Que merda de salto.
Justin se aproximou de mim e passou meu braço ao redor dos ombros dele.
- Eu tô bem, Justinzinho. Tô bem.
Justin balançou a cabeça e riu.
- Vamos logo pro seu dormitório, Hon.
Algumas tropeçadas depois e nós chegamos ao meu dormitório.
- Cadê a sua chave, Hon? - Justin me perguntou.
- Tá bem aqui, Justinzinho. - eu peguei a chave única que estava dentro do bojo do meu sutiã.
Ele pegou a chave da minha mão e abriu a porta.
Lá dentro já estava bem mais quente, então eu tirei o blazer dele e o deixei em cima do sofá. Depois tirei os saltos também, eles estavam machucando muito e, além do mais, eu estava tonta o bastante para acabar caindo a qualquer momento, o que não seria uma boa ideia.
Justin estava de pé, perto da porta.
- Justin. - eu me aproximei dele. - Você gosta de mim?
- Você tá muito bêbada, Hon.- ele riu. - Tem certeza de que não quer um remédio?
- Remédio não! - eu balancei a cabeça. - O que eu quero tá bem na minha frente.
Eu caminhei mais para perto dele, nossos corpos a centímetros de distância.
- Você me quer, Justin? - eu abaixei o zíper do vestido, fazendo com que ele caísse no chão no mesmo instante, me revelando só de calcinha e sutiã. - Eu sou toda sua. - e aproximei meus lábios dos dele. Justin recuou.
- Você não me quer, Justin? - eu perguntei, a respiração entrecortada. - Eu não sou boa o suficiente pra você?
Justin passou a mão nos cabelos, nervoso.
- Você não gosta de mim, não é? Eu sou feia? É isso? - lágrimas começaram a se formar no canto dos meus olhos.
- Caralho, Hon! Puta que pariu! - ele se aproximou de mim e apertou meus ombros. - Você é linda, cacete, é perfeita, eu te quero tanto, te quero desde a porra do primeiro dia em que eu te vi. Eu já pensei em cinquenta jeitos diferentes de te jogar na minha cama!
- Então por que você não fica comigo? - eu mordi os lábios, prendendo o choro.
- Eu não quero ficar com você. - ele fez uma pausa. - Não quero ficar com você desse jeito. Eu quero que seja bom, mas não só pra mim. Eu quero que você esteja ciente de cada coisa que acontecer.
- Mas eu estou...- antes que eu terminasse a frase, uma onda de tontura percorreu meu corpo e tudo começou a girar.
Eu ia vomitar.
Corri para o banheiro imediatamente.
Me sentei no chão frio e apoiei as mãos no vaso sanitário. Vomitei. Vomitei tudo o que eu tinha comido mais cedo. Vomitei até não ter mais nada para vomitar.
Justin apareceu logo em seguida.
- Sai, Justin. - eu não queria que ele me visse ali, vomitando. Era deprimente demais. - Sai, por favor. - falei entre soluços.
Mas ele não saiu, pelo contrário, Justin se sentou no chão, ao meu lado, e prendeu meu cabelo com um elástico que ele havia achado em cima da pia. Eu já estava melhorando, podia sentir isso. A tontura havia passado e as coisas estavam começando a voltar ao normal.
- Tô com sono. - murmurei.
- Vem, eu vou te levar pra cama. - Justin me pegou no colo. Eu podia ver quanto esforço ele estava fazendo. Eu não merecia isso, não merecia alguém como ele. Justin me deitou na cama. Então ele saiu do quarto e voltou alguns minutos depois.
- Aqui. - ele me entregou um copo e um comprimido. - É pra dor de cabeça.
Eu não hesitei. Tomei tudo em goles rápidos, que desceram rasgando pela minha garganta.
- Você não pode beber sem comer algo, Hon. - ele se sentou na cama.
Eu não falei nada.
Ele me cobriu com um cobertor.
- Boa noite, Hon. - ele se levantou e foi em direção à porta.
Eu franzi o cenho. Ele estava indo embora? Não. Eu não deixaria que ele fosse novamente.
- Justin. - falei manhosa. Ele se virou e me encarou. - Fica aqui. - pedi.
- Tem certeza?
- Uhum. - assenti.
Então ele se deitou ao meu lado. Eu não posso dizer que estava muito confortável, porque, bem, a minha cama não era tão grande assim e estava meio apertado. Mas depois eu encontrei uma posição boa e pude sentir o calor do corpo de Justin. Tudo ficou tão bom.
- Boa noite, Justin. - eu falei, antes de apagar completamente.

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Okay. É aí que vocês se perguntam: por que eu postei tão rápido se ia postar só com 9 comentários? Bem, eu não aguentei e esperar e mais, ninguém tá comentando ): Só tive 5 comentários no capítulo passado. A fic tá ruim, é gente? Sejam sinceras. Ah, eu tenho prova nas duas próximas semanas, então... dependendo do número de comentários, eu não vou atualizar tão cedo. E quanto às meninas que comentaram: vocês brilham, tuts tuts.
Nath: Huhauehueah, eu também tava morrendo de saudades de você, Nath ): .E não é? Ele é simplesmente maravilhoso! Hhahah, que amor, continuo, sim, linda. :*
Jo: Claro, Jo. E obrigada por comentar!
Kath: Prontinho. :)
Lu: Huaheuheuh, o beijo vai vim logo sim, relaxa! Aaaah, obrigada, sua linda. Sua opinião é muito importante pra mim, de verdade. Minhas férias foram boas, sim, mas e as suas? Como foram? Beijos.
Paty: Eu também tava com muitas saudades, linda. ): Vai rolar beijo logo logo. Obrigada por comentar. Beijão!

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Novidades, informações e sumiço


 
Oi gatonas, como estão? Bom, aqui é a Carol, the boy next door, e faz um tempinho já q n posto nada, e vai ficar assim. Tenho explicação, e ela é para o bem do blog, eu vou preparar um novo layout para o blog, pra que Carol, esse esta bom, eu sei que está ate que bonitinho, mas olha bem para outros blogs e vejam como estão lindos, e eu quero muito que o nosso blog fique tão bonito quanto qualquer outro, e quero que vocês amem o layout, e quero que as outras escritoras se sintam a vontade  com o blog, e eu não me singo a vontade, mas eu gosto muito desse blog para desistir dele de novo.
Parece que eu não gosto do blog com o que eu falei, mas é por gostar do blog que eu vou me dedicar ao layout, e espero que quando estiver pronto e impecavel vocês amem tanto quanto eu! 
Beijos, depois venho contar mais algumas novidades ��

Classic - 13





- Eu não estava fazendo nada demais. - declarei.
- Morgan. - ela levantou as sombracelhas. - Eu te conheço bem o bastante.
- Eu entrei numa academia. De kickboxing. - falei e esperei pelos gritos e berros e até mesmo pelas broncas. Mas nada aconteceu. Jas só ficou me encarando e depois deu de ombros. - Onde está toda a gritaria?
- Eu não vou gritar com você. - ela disse. - É uma decisão sua, mesmo que eu não aprove, você sabe. Por que você tem que fazer isso?
- É uma coisa na qual eu gosto, Jasmine.
Ela respirou fundo. - Tudo bem, tudo bem. - e segurou a minha mão. - Eu só fico com medo de você se machucar.
- Eu não vou.

Ver o Justin foi completamente estranho porque eu sentia que as coisas haviam mudado entre nós, de uma certa forma. Eu conseguira ficar uma noite com um garoto sem xingá-lo ou socá-lo. De certa maneira, isso era bom, mas ao mesmo tempo ruim, porque em algum momento eu teria de contar a verdade e eu sabia que Justin ia se afastar de mim depois disso. Então eu decidi aproveitar as coisas como elas estavam. Estava tudo muito legal. É só relaxar, pensei. Ele veio à noite, no meu dormitório. Foi a Jasmine quem abriu a porta, eu estava no meu quarto, lendo um livro, mas parei de prestar atenção assim que bateram na porta.
Eu achei que era a Jas - mesmo sendo estranho o fato de que ela nunca batia na porta antes de entrar -, então disse: - Pode entrar, Jas.
- Ei, Hon. - Justin me pegou de surpresa.
Eu estava toda desengonçada, com o cabelo amarrado em um amarrado de cavalo, uma camiseta e um shortinho. Não estava tão frio porque eu ligara o aquecedor. Mas pra piorar, eu estava meio que deitada ao contrário na cama, porque estava tentando achar uma posição confortável para ler. Eu dei um pulo e soltei um gemido quando vi Justin parado ali na minha porta.
- Oi. - eu fiquei de pé rapidamente  e cruzei os braços contra o peito, porque bem, eu estava sem sutiã e não seria uma opção muita boa que Justin visse meus mamilos dando um ''oi''.
- Como você está? - ele sorriu. Justin vestia uma calça jeans surrada e uma blusa cinza. Estava completamente bonito, de qualquer jeito.
- Estou bem, hum, e você?
- Eu passei aqui pra saber qual vai ser a cor do seu vestido de amanhã, sabe, pra gente combinar.
Amanhã. Amanhã era a Festa de Outono. Eu ainda nem havia pensando sobre isso. Talvez não fosse uma boa ideia ir, mas que da última vez em que eu dissera isso, Justin falou que iria me arrastar até o baile, então eu iria. - Não sei ainda. Te mando uma mensagem quando eu descobrir.
- Certo.
- Nós temos mesmo que ir? - levantei o olhar.
- Sim, ou você não quer sair comigo, Hon?
Eu não queria responder isso, então disse: - Tchau, Justin.
E ele foi embora.
Se fosse há alguns dias, eu provavelmente diria que não. Assim, rapidamente. Mas agora eu tinha que pensar. Era uma grande dúvida, porque mesmo que eu tenha prometido para mim mesma que nunca mais me aproximaria de um garoto, Justin conseguia quebrar todas as regras. E não é só porque ele fora totalmente persistente no assunto, mas porque ele era um garoto realmente legal.

- Veja esse. - Jas levantou o vestido rosa pra mim e rodou com ele em frente ao corpo.
Eu estava sentada no sofá e Jas havia acabado de voltar do shopping. Ela insistira para que fosse com ela, mas de jeito nenhum que eu iria. Talvez antigamente, mas não nos tempos de hoje.
- É fofo. - comentei, mesmo não estando prestando muita atenção.
- Luvas são fofas. Isso aqui é fabuloso.  - ela disse e pegou outro vestido na sacola. - E esse. Esse custou mais que o carro da minha mãe, mas é seda, não há como errar.
- Sim, os dois são fofos.
Ela me olhou espantada: - O que eu disse sobre essa palavra?
Revirei os olhos.
- Vou ficar com o seda. - ela decidiu. Jas se virou, pegou uma sacola e a estendeu para mim.- Pega.
Puxei a sacola. Peguei o vestido que tinha dentro dela, era preto, tomara que caia. Muito bonito.
- O que é isso?
- É o que você vai usar essa noite.
- Sem chance. - eu disse. - Eu já sei o que eu vou usar.
- O quê? Um dos vestidos velhos da sua avó?
- Para com isso. - eu gargalhei. - Eles são bonitos, okay?
- Então tá. - ela sorriu.
- Meu Deus, Jas, isso deve ter custado uma fortuna.
- E daí? Você é minha amiga e amigas servem pra isso.
- Eu não posso aceitar.
- Você só não pode como vai. - ela fez uma pausa e me encarou. - O que você está esperando? Vá lá, fale com o Justin que você vai usar preto esta noite.

Toc Toc.
Quando eu ouvi as batidas na porta, meu coração parou, eu tinha esquecido como se respirava e também estava começando a suar. Tudo assim, ao mesmo tempo. Era estranho o misto de sentimentos que Justin conseguia causar no meu corpo e, mesmo assim, eu não me sentia desconfortável ao lado dele. Pelo contrário, eu sentia que podia conversar sobre tudo com ele. E ser eu mesma, o que é o mais importante. Às vezes não se consegue isso em um relacionamento. Que droga eu estou falando? Eu e Justin nem somos um casal. 
Toc Toc.
Eu tomei uma respiração profunda, pisquei algumas vezes bem rapidamente e fui até a porta. Girei a maçaneta e abri a porta. Justin estava ali, muito bonito como de costume. Agora eu entendia porque as meninas desmaiavam por ele. Ele não era como os outros meninos, ele tinha algo a mais. Eu não sei, acho que eu estava com saudades porque meu coração ficou tão acelerado quando Justin sorriu que eu tive que ser forte para conseguir continuar a respirar. Era como se todas as minhas terminações nervosas estivessem pulsando. Foi naquele momento que eu vi Justin com outros olhos. Eu não vi o garoto que eu não gostava nem um pouco, e sim o garoto que havia me chamado para sair.
- Justin. - sussurrei.
Ele estava em com uma camisa branca por baixo do blazer. Usava uma calça caqui preta e sapatos combinando. Tinha um relógio bastante bonito no pulso esquerdo. Seu cabelo estava perfeitamente arrumado e ele esboçou um sorriso assim que me viu.
- Hon. - Justin me olhou com cautela, seus olhos brilhando. - Você está linda.
E foi naquele momento em que eu me dei conta de que estava em um encontro. Eu quis voltar para dentro, fugir, mas meus pés pareciam que estavam colados no chão. Eu sabia que tinha que ficar ali. Então eu parei de lutar. Parei de lutar contra tudo, contra todos os meus ''princípios''. Eu só queria estar ali, eu gostava de não ter medo. Às vezes o medo te aprisiona numa bolha que você não consegue sair até se dar conta de que está tudo seguro. Seguro. Segura. Era assim que eu me sentia. Eu sorri e fiz o meu cérebro funcionar. 
- Você também. - eu disse por fim.
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Quem aí quer beijo? UHUL. Então preparem seus corações, mocinhas! Eu não tô prometendo nada, ok? Só tô dizendo que, talvez... TALVEZ tenha um beijo em um futuro próximo. Bem, eu estava viajando, então não me culpem. Eu fui no show do Luan Santana, ele canta MUITÃO. E também é bem lindo. Okay, sobre a fic: eu tô amando escrevê-la. Mas e vocês? Estão gostando? Gatas, obrigada pelos comentários, você são divas! 

Polly: Ei, Polly, eu não vou. Aliás, eu nem teria coragem, haha. Você realmente acha isso? uaheuahe. Bem, obrigada, sua linda!
Gaby: Ei, Gaby, eu também achei isso KKKKKKKKKKKKKKKKK, coitada da Morgan ): Sim, sim, eu vou tentar assistir pela internet, e, obrigada pelo conselho, porque eu sou bem chorona mesmo haha.
Paty: Eu não sei, hein, Paty... haha
Jo: Claro, Jo, obrigada pelo comentário.
Nath: Huaheuaheuhea, logo logo você vai descobrir, Nath, é só ter calma. Me desculpa por ter demorado, como eu disse, eu tava viajando, enfim... Obrigada pelo carinho, você é muito fofa!
Vic: Claro, Vic! <3 o:p="">
Anônimo: Me desculpe por isso. ): Eu tive que viajar. Sinto muito, muito mesmo. Eu não abandonaria nem se eu quisesse, haha, e obrigada por comentar.
Geeh: Hey, Geeh, nem te conheço mas já te amo kk. A Hon é mesmo burra, não é? Mas eu acho que no lugar dela, teria feito o mesmo. Sou muito orgulhosa também, lol. Você acha isso mesmo? Meu Deus, isso me deixa hiper feliz. De verdade. KKKKKKKKKKKKKKK. Bem, obrigada por comentar então, agradeço mesmo. Ah, obrigada por esse carinho imenso também e por entender meu motivos, isso é muito importante pra mim. OMG, tá falando sério? Que emoção! Acho que eu nunca pensei nisso. Ganhei meu dia! Sério, obrigada, linda, agradeça a sua amiga também. Vocês são muito fofas, haha. Beijos!


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quinta-feira, 10 de julho de 2014

this love 3 -bloods em ação

This love capítulo 3 –Bloods em ação

Justin narrando.

Desci do avião e entrei no ‘’taxi’’, que na verdade, era um dos agentes da mesma agencia com a filial no Brasil.

-239 –o cara disse sério

-002 –sorri.

-Bieber? –ele sorriu de volta

-Sim... e você? –obvio que eu não saberia

-Walter –sem mais conversas ao longo do caminho.

Foram duas horas de viagem.

-Usher mandou avisar que sua Range já esta pra chegar

-tudo bem. Valeu –saí do carro e entrei na minha nova casa temporária.

Assim que cheguei avaliei.

Tudo do jeito que eu gosto.

Deitei e assisti televisão até receber a mensagem do Usher, dizendo que minha range linda já estava aqui.

Fui tomar um banho e vesti uma roupa sociável e fui trabalhar

Mentira, eu ia em uma balada mesmo. É tradição. Sempre, no dia que eu chego no país, eu saio e experimento o que o país pode me oferecer de bom.

Já havia passado do centro da cidade.

Estava agora na VL. Valqueires  de acordo com o GPS, em uma rua escura, quase sem movimento.

-CARAMBA! EU QUERO IR A BOATE, GPS INFERNAL!  -gritei batendo no volante e estacionando na esquina

-por favor, fale o endereço novamente –a vozinha irritante do GPS soou

-APAPUTAQUEPARIU –desliguei aquilo. Por isso trabalho sozinho.

Olhei para frente e só vi um –big –carro todo preto passando.

Me lembrei que os Bloods só usavam carros assim. Otários. Quem não vai perceber?
Olhei ao redor  e vi apenas uma pizzaria pequena.

-por falta de tu, vai tu mesmo. –Estacionei o carro em um outro lugar, saí e tranquei tudo.

Fui caminhando até a pizzaria. Não havia movimento nenhum. Peguei o cardápio e me sentei para ver o que tinha.

Hoje, sábado, de noite e a pizzaria sem movimento? Ok...

O sininho da pizzaria soou depois de 10 minutos e de lá, entrou uma moça com cabelos longos e castanhos . Realmente, muito bonita

‘’Tudo bem Du’’

Ela disse olhando para trás sorrindo boba e corando levemente. Bufei vendo que minha chance já era.

Voltei a atenção para o cardápio.

Depois de algum tempo, fui até o balcão.

Não havia ninguém lá.

Olhei para trás e vi o casal de antes. A moça tinha se levantado e ido ao banheiro, enquanto o cara tirou o celular do bolso e disse algo. No mesmo instante ele saiu e uns caras entraram.
Eram em cinco mamutes no total.

Ouvi o barulho de um carro sendo arrancado, era o ‘’par’’ da menina , e de frente pra pizzaria aquela van preta blindada

Bloods, Bloods... tão discretos...

-ah velho, vocês tem que aprender a ser discretos –disse alto, sacando a arma e atirando nos dois armados.

Um dos caras veio até mim com um ponta pé.

Apenas segurei seu pé –diga se de passagem, e que pé –e o virei, quebrando sua perna e atirando em sua cabeça

Estava pronto pro próximo mas um grito feminino me distraiu.


NARRADO POR LUANA


Eu devo estar bem assim né? (http://www.polyvore.com/luana/set?id=69796203)

Bom dane-se.

Eu fui a pé pra pizzaria.

Não era tão longe de casa, dava tempo de ouvir música e eu amo andar. O único motivo pra eu deixar de ser sedentária.

30 minutos e eu me encontrei com Eduardo duas ruas antes da pizzaria.

-Hey Lu, eu disse que eu te buscaria! –Ele disse sorrindo

-Não se preocupe, eu gosto de andar –sorri de volta

-ok,  mas agora chega. Entra aí –ele me destravou o carro para que eu entrasse e assim fiz

Como pode? O menino estava perfeito só com uma camiseta polo preta, calça Jeans clara, um nike shox branco e por fim o 212 masculino exalando.

((Desculpa galera, eu não sei como seria o Logan Lerman desse jeito porque a única pessoa que me vem na cabeça assim, da primeira vez em que saímos, é outro menino ))

Quando chegamos na porta da Pizzaria Du me chamou

-Eu vou só ver um negocio e já volto, ok?

-tudo bem Du –disse e sorri entrando na pizzaria. Só havia um garoto lá. Medonho?

Magina, todos sábados em horário de farra as pizzarias estão vazias, claro. Poderia ter me mandado dali, mas o barulhinho do sino me faz prender a respiração.

Não exatamente o barulho. Mas o motivo .

Ele entrou se sentando de frente pra mim, e ali conversamos. Sobre tudo.

-Não achei que fosse tão perfeita –ele parou de rir e olhou em meus olhos

-Sempre achei que curtir futebol, ser bobona, e não ter dado que nem as vadias da escola não me fizesse ‘’perfeita’’ –ri

-Não SÓ por isso. Claro que eu amo o fato de você ser diferente, mas poxa, é esse seu jeitinho meigo, como você sorri e cora, os seus olhos castanhos escuros e usar tanto sua cor favorita.

-qual minha cor favorita? –perguntei normal

-azul –meu quase sorriso tinha se desmanchado. Mas ele logo o recuperou colocando sua mão por cima da minha.

-O que eu quero te dizer é que eu... eu te amo –sorri.

-Eu te amo há muito tempo –sorri de cabeça baixa, mas ele levantou com o polegar

-então, vamos construir nosso destino –ele sorriu. Antes que eu respondesse, senti meu celular vibrar em minhas pernas.

Jess Calling

-hãã... eu já volto. –disse e me levantei

-tudo bem, amor –fui saltitando até o banheiro.

-FALA BISCA! –atendi o celular

-O que ta rolando ae?

-Ele disse que me ama –comecei a pular no banheiro mesmo

-AI MEU DEUS! AÍ SIM SRa. COLLINS –ela riu

-nossa, nunca esperei por isso

-Então, volta pro seu encontro gata. Beijo Beijo Beijo Beijão

-Beijo Beijo Beijo Beijão –desliguei o telefone. Me olhei no espelho e respirei fundo voltando ao cara que eu sou tanto afim.

Porém, não foi exatamente isso que eu vi

-AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH –Gritei ao ver dois brutamontes caídos no chão e um branquelinho, que era o mesmo que estava sentado a pouco tempo atirar em um outro cara

-Hey gatinha –ele sorriu se virando pra mim e andando em minha direção

-FICA LONGE DE MIM! –disse recuando, até bater com as costas na parede

-Amorzinho, calma –ele disse sorrindo de lado vindo mais perto, mas um outro cara deu um soco nele. Ele parou e olhou pro cara

-Você... me socou? –ele perguntou incrédulo 

-É.. é isso mesmo que eu deveria fazer. – o próprio cara se confundiu

-EU IA CONSOLAR A MENINA, COITADA! –o moleque gritou

-Mas é ela nosso alvo –assim que o cara abaixou os braços, o Loirinho lhe deu um chute e depois se ajoelhou do seu lado, quebrando seu pescoço

-AI MEU DEUS! PARA COM ISSO! –Gritei já desesperada.

-ô gata, tô te ajudando e  você ainda faz isso? Tsc Tsc –ele balançou a cabeça em um sinal de negativo e colocou as mãos nos bolsos sorrindo de lado. Olhei atrás dele, um cara que tremia com a arma, apontando pro peito do garoto. Em menos de segundos o moleque sacou a arma e sem mesmo olhar, atirou no cara de trás.

-Espero que você não tenha torcido pra ele me matar –O menino disse chegando perto

-e...eu... eu... nã... não... –ele colocou o dedo indicador em meus lábios, fazendo um total silêncio, ou quase, a não ser pelos ‘’tic-tac’’. Acompanhei o olhar do moleque que ia pro chão, do lado de um dos caras mortos. E na mão de um tinha um reloginho.

-Não desta vez, filho da mãe. –o cara, que eu jurava que estava morto disse e por fim tombou a cabeça pra trás.

-Hey, agora você corre. Ok? –O menino disse, tão perto que nossos lábios quase roçavam.

-Por que? –perguntei com um pouco de dificuldade.

-Porque isso aqui vai explodir. –ele piscou e me deu a mão, me puxando pela porta dos fundos. Corremos, corremos, corremos muito. E nunca achei minha sapatilha tão desconfortável.

-entre –De novo, o loiro piscou e abriu a porta do carro pra eu entrar. Neguei com a cabeça.

-como não? Já estamos meio seguros. Não confia em mim? –ele disse, sínico

-NÃO! –disse. Algo mais obvio que essa resposta?

-Por que? –ele se fingiu de triste

-COMO ASSIM POR QUÊ? –Gritei. Não teria nenhum problema, aliás, estávamos em um lugar deserto. –EU SIMPLESMENTE PERDI O ENCONTRO DA MINHA VIDA PRA VER UM MOLEQUE ESQUELÉTICO MATAR CINCO CARAS FEIOS E MAIORES QUE MEU ARMÁRIO. POXA, QUEM É MAIOR QUE MEU ARMÁRIO? POIS É, AQUELES CINCO ERAM, MAS NÃO VAMOS MAIS VER CARAS-ARMÁRIOS PORQUE ELES ESTÃO MORTOS. COMO VÃO ACHAR CAIXÕES DAQUELE TAMANHO? E TAMBÉM PORQUE VOCÊ ESTÁ ME CANTANDO SE ACHANDO O SENHOR SEXY SENDO QUE EU SÓ QUERO MEU DU DE VOLTA. AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH –Gritei mesmo. Ele veio até mim com um copinho (que eu não sei de onde esse moleque tirou) todo normal

-bebe –ele disse como se preocupasse

-NÃO! O QUE É ISSO?

-Você vai se acalmar –Não tem tu, vai tu mesmo. Tomei aquilo com a maior raiva

-é sério, o que é isso? –perguntei brava. Sabe quando cai a ficha de que você tomou um líquido dado por um cara que acabou de matar várias pessoas? Então.

-Dormente.

-Você me drogou? –perguntei sentindo meus sentidos confusos

-mais ou menos. 3, 2, 1 e... vem pro papai –ele abriu os braços e sorriu. Antes que eu ‘’lutasse’’ contra isso, caí em seus braços, sentindo um peso enorme em meus olhos


Justin narrando

Assim que a mocinha desmaiou a peguei no colo e coloquei no banco de passageiro, voltando pra ‘’casa’’.

Assim que entramos, subi as escadas, colocando-a deitada em minha cama de casal.

Uma noite desperdiçada.

Olhei a garota deitada e logo me veio um ‘’ou não’’ em mente.

Balancei a cabeça negativamente.

Que pensamento idiota. Digno do meu irmão.

Enfim, saí do quarto. Ela provavelmente dormiria mais de 24horas.

Comi alguma coisa e fiquei vendo televisão.

Canais de joias eram as únicas coisas mais interessantes. Então me rendi.

Subi para pegar um edredom. Deixaria a princesa na minha cama e dormiria no sofá.


Por hoje.








Gente, nao, pera, voces já viram um tal MC Biel? Assistam ''pimenta'' dele. É tipo lolly. Um lolly do brasil. Que cara gato! 

WHATZUP NEGAS DO BAILE? 

Eu tinha esquecido mesmo de postar .-. gente, pode me chamar no face, me lembrem sdnvskjfdnvksd 

Eu tenho alguns babados to tell. Mas vamos começar pelo mais leve. Bom, deixando as fofocas em dia, estou no ultimo ano do ensino médio e no ultimo ano do curso técnico em lazer e entrou um menino na minha sala *0*  Tipo, o menino é bonito e pa, sabe? Ele é bem forte, até, mas é um besta. Quando as meninas viram, só faltou distribuir o absorvente de maracujá, mas aí ele falou pra uma galera que ele ficaria com todas se ele quisesse -.- aí todo mundo ta cagando e andando pra ele, é. 

Um mico que eu tive no ano passado. Eu estava numa boa no curso técnico (nao sei se voces viram fotos no face, mas a escola é linda, parece a do high school musical!) aí tinha um painel, com fotos dos formandos. Eu fui ver numa boa, tranquila, suave. Aí minha amiga me chamou pra entrar na sala, mas antes disso eu tive a capacidade  de tropeçar no ''pé'' do painel. CARA, EU TO FALANDO, AQUELE NEGOCIO FICOU POSSUÍDO PELO RITMO RAGATANGA! nessa o painel desmontou em mil pedaços e caiu tudo em cima de mim, eu quase caí junto. TODO-MUNDO-DA-ESCOLA-OLHANDO-PRA-MINHA-CARA 

para mais micos acesse: www.micosblue.OrgJustinVemNimim.com 

Tao me animando com os comentários! 20 pra próxima? Me ajudem a divulgar, pq nesse ritmo até desanima :(


Bom saber que temos uma belieber-aranha pq ela sobe pelas paredes, uma suicida (a milena u.u), as minhas leitoras antigas sambando e to achando beautiful as leitoras novas que já chegaram no salto 15 pra sambar! 

É TOIZ GALERA

Blue :*













terça-feira, 8 de julho de 2014

this love 2 - a missao

This love Capítulo 2 - A missão

Estados Unidos da América -New York , AAE - Dias atuais.

- whatzzup? -sorri de lado, enquanto colocava a pasta com os documentos pegos em cima da mesa de vidro, em seguida, apertando a mão de Usher.

-como foi, Bieber? –sorriu de canto.

-Até que fácil. O cara era um palerma. –ri pelo nariz, me sentando na cadeira de couro e me aconchegando lá.

-sabia que iria completar com êxito. –sorriu. Retribui seu sorriso, e antes que entrássemos em outro assunto, fez um sinal para que os enormes caras vestidos de preto, saíssem e fechassem a porta.

-acho que sabe o que quero falar, não é? –riu fraco. Assenti com um semblante sério. Normalmente, quando Usher me chama assim, e manda os seguranças saírem, é porque são missões de extrema importância e sigilo. E como eu estou no meu auge de missões completas, provavelmente era sério.

Nossa agência é subdividida em 5 categorias :

A quinta são basicamente os policiais e seguranças, mas obviamente, com mais recursos e treinamentos.

A quarta, são os espiões novatos. Os que ainda estão em processo de treinamento.

A terceira, o agente tem que fazer o possível para que não haja mortes.

A segunda, são os agentes que por não terem conquistado tanta confiança, não vão para fora do país para realizar as missões.

E a primeira posição, na qual me encontro : Você é um agente livre. Tudo que você faz, é por sua conta.

Matar pessoas que fizeram mal para outras famílias é o melhor. Não sou o Robin Hood, obviamente, mas de todo jeito, nossa agencia é, falando de um jeito idiota, porém compreensível, boazinha. Portanto, não posso matar todos que quero por simples vingança, mas se tentarem algo contra mim, posso atirar. E idiotas, são idiotas. Então, eles sempre tentam.

Com quatorze anos, eu assumia a terceira posição, e um fato, me fez treinar como um louco, para que com quinze anos, eu já estivesse na primeira posição, como “ o melhor agente da AAE “ mesmo que isso tenha me feito perder á sensibilidade á maioria dos assuntos.

-Essa missão é um pouco diferente das outras. -Usher disse, agora com uma expressão séria -Alguns códigos estão em jogo. Esses códigos farão com que bombas nucleares de alta potência, espalhadas entre cinco países, inclusive a América, sejam ativadas. Não temos muitas informações, mas sabemos que os Bloods estão em jogo, tentando fazer exatamente o que queremos impedir. Não sabemos onde está os códigos, e essa será sua missão, achá-los.

Pensei alguns minutos no que Usher tinha dito e soltei uma risada fraca. Isso é doideira. Não que minhas outras missões não tenham sido, mas essa missão não me dá informações o suficiente para que eu cumpra meu papel.

-Você sabe Ush. Eu sou o melhor dessa agencia. Não vou arriscar meu posto sendo um vagal sem mal saber o que é minha missão –disse me apoiando na parede da porta de frente para meu chefe.

-Eu sei bem Justin. Do mesmo jeito que você sabe que eu não desperdiçaria meu agente numero 1. Eu realmente preciso de você

-Manda qualquer outro. Isso é missão para agentes níveis três, no máximo. Eu tenho missões mais importantes. –Disse arrogante. Usher apenas revirou os olhos tentando manter a calma

-Olha. Você sabe que eu não te chamaria por nada. Não é uma missão boba. Larga de ter o ego inflado. Das informações que te dei, o que te falei?

-Das POUCAS informações que me deu, bom, é pra tentar impedir os Bloods de fazerem as cagadas deles, procurar um código que sepá salva a América e só.

-Ah, então quer dizer que não mencionei que seria no verão –arqueei as sobrancelhas

-Não estamos no verão, Ush

-Ah é... é que no Brasil é verão, sabia? –ele sorriu e depois riu fraco vendo minha animação

-Bom... eu posso tentar –coloquei as mãos no bolso

-Não esqueça que é a trabalho, hein Bieber –Puxei a porta da sala do chefe

-Já me viu falhar alguma vez, Raymond? –Sorri de lado fechando a porta e saindo.
Claro que antes de abaixar os óculos de sol pisquei pra Secretária gostosa daqui. Ela acenou e suspirou.

Também vi a reprovação da Mandy, balançando a cabeça negativamente, ri.
Entrei na minha Range Rover preta e dirigi até o centro de treinamento.
Nome? Justin Drew Bieber.

Função? Simplesmente o melhor agente da Cia.

Poderia dizer que não foi fácil chegar a essa posição mas poxa, sou eu! Sempre tem alguém que acha que não dá pra pessoa ser Bonita e talentosa, e então, a pessoa que pensa isso até me conhecer. Uma pena que ela tenha que ser apagada um tempo depois, mas isso é irrelevante.

Depois de quatro horas de treinamento, senti meu celular vibrar

‘’sei que está treinando, mas agora vá pra casa e descanse. Seu Voo sai hoje meia noite’’

Usher, Usher. Quando ele vai aprender que eu não me canso fácil? Trabalho pra essa agência á dez anos e meio e com apenas 20 anos vou me cansar com quatro horas de treino? Ri fraco guardando o celular no bolso e voltando agora pro meu apartamento.

Comi alguma coisa e fui tomar um banho pra depois arrumar minhas malas.

Alemãs, Italianas, Russas, africanas, Venezuelanas, Espanholas, Mexicanas, Japonesas, Chinesas, Filipinas, Canadenses, francesas , americanas e Portuguesas.

Todas foram mais que quentes e agora, vou experimentar um pouco da terra maravilhosa. Inevitavelmente um sorriso brotou dos meus lábios.

É, vai ser ótimo!





Dias atuais, 10:00 am - Brasil - Rio de Janeiro, RJ


-Luana! Ele ta muito na sua! –Jess e eu começamos a dar pulinhos no meio do corredor

Todo mundo tem um momento patricinha.

-Será? –Perguntei agora com a sola dos pés já presas ao chão.

-Deixa eu ver –ela fez cara de pensativa e nos imitou – ‘’Oi lu’’
‘’Oi Du’’
‘’Tudo bem com você?’’
‘’tudo ótimo e você?’’
‘’com você aqui é impossível ficar mal’’ Risos
‘’então... ‘’
‘’ah sim... hm... quer  ir em uma pizzaria comigo amanhã?’’
‘’Eu... e... você? Só? ‘’
‘’é.. mas se não tiver problema pra você, claro.’’
‘’não, não têm problema nenhum!’’
‘’então... amanhã ás nove’’
‘’não é meio tarde?’’
‘’ah... é que eu tenho esse horário... mas podemos dei...’’
‘’NÃO! Fechou’’  -Ela terminou de imitar cada um e riu, ri junto.

-Besta. Eu fiquei parecendo uma desesperada nessa sua versão –empurrei ela com o ombro e continuamos caminhando pra sala.

-Na minha versão o caramba, você que fez isso! –ela gargalhou

-Dá pra parar? –coloquei a mão no rosto.

-Nunca. Tenho memória boa. –Ri. Porque já já ela esquece. –mas vocês fazem um belo casal

-Sério? –perguntei feliz

-Claro. Também, quem não faz um belo casal com aquele menino mais velho de cabelo escuro e olhos claros, MEU DEUS! –ela se abanou arrancando longos suspiros. Ri alto. Entramos na sala e nos sentamos.

-Cola lá em casa hoje pra fazer o trabalho de português. –disse  me  encostando na parede

-Ah, mais um?  Já fizemos o de história, Artes, Filosofia... Não aguento mais! –ela se jogou na carteira

-calma gata, falta uma semana para férias e dessa vez, sem volta! –sorri

-EEEE, jogando serpentinas e confetes –ela disse abafado por conta de ainda estar deitada em cima da bolsa.

-Boa tarde turma –A professora de Geografia chegou avassalando com aquela bolsa gigante com um grupinho restante de alunos da classe e começou a aula.

(**)

Enfim a aula acabou, e já estava perto de casa

-Tchau gata –jess piscou pra mim indo agora á rua contrária do meu caminho

-Tchau –mandei beijos no ar.

Essa garota é uma comédia. Jess é minha amiga desde quando eu tinha sete anos, e desde sempre é louca. Tudo bem que era eu quem comia terra mas... ok, chega.

-Hey Luana! –ouvi um berro masculino e me virei  dando de cara com Eduardo. Gelei.
Ele correu alguns passos e colocou a mão na nuca sorrindo de lado. Isso foi um pedido de casamento? Não? Porque deveria ser, só acho.

-Oi Du. O que faz aqui? Você mora do outro lado –ri fraco junto a ele

-eu sei é que eu... eu não te dei tchau –ele corou. AWWWN!

-ah... –sorri. Ele me puxou pela cintura dando um beijo demorado em minha bochecha. Agora, foi minha vez de corar.

-Tchau, amor

-ér... hm... tchau... –ele saiu. Olhei a –bela –visão dele, que ia se distanciando. Quando não o vi mais, coloquei as mãos no rosto soltando um grito. Assim que tirei as mãos, todos me olhavam. Talvez por eu estar em uma das partes mais movimentadas do Rio gritando.  Sorri amarelo pras pessoas que ainda olhavam e saí de fininho .

Let’s go.

Eu, Luana Bittencourt, formando o ultimo ano do ensino médio, sou afim do mesmo cara, Eduardo Collins, desde a minha sexta série. ÉÉÉÉ.

E ele nunca falou comigo. ATÉ ESSE ANO!

Eu nunca fui a menina mais popular da escola, justo essas que ele sempre ‘’conversava’’ .

Mas eu entendo.

Ah! OLHA PRA ELE!

Fui saltitando até em casa.
-HEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEY –Gritei abrindo a porta da sala, assustando meus avós

-ultimamente você anda muito feliz mesmo –Minha vó, Dona Sol, riu.

-Pois é né... –disse simples.

-Isso não envolve nenhum garoto, não é? –Meu vô largou o jornal e se levantou sorrindo sacana. Corei.

-Não –respondi rápido. Não menti. Du é um homem. HÁ!

-e por que está toda rosa? –Vovó falou, fazendo os dois rirem.

-Porque eu preciso de um banho! –disse e subi ás escadas correndo, só ouvindo as risadas sem fim

Tomei um banho e vesti uma roupa confortável já que estava calor. Claro, é verão.

Logo, desci para almoçar com meus avós. E sim, eu moro com eles.








Chego chegando, beijo no canto da boca :*

Whazzup, my niggas? 

Por ser inicio d e fic ta tudo naquele clima pacífico né? Voces comentando pouco, eu menos garota louca crazy... é a vida

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