terça-feira, 15 de abril de 2014

Confident - Final

*ps. Leiam as notas finais.



Um último beijo antes de dormirem, ambos exaustos.
'' Eu amo você, Ronnie. '' 
'' Eu amo você, Ronnie. ''
'' Eu amo você, Ronnie. ''
Aquelas quatro palavras doeram mais do que uma faca atravessando o peito da garota.
Ela não estava acreditando naquilo.
Dormiu pensando sobre isso e acordou no meio da madrugada.
Ao lado de Ronnie, Justin dormia, cabelo um pouco desgrenhado, pele macia, boca carnuda e corpo quente. Ele soltou um gemido baixinho quando Ronnie tirou o braço dele que estava ao redor dela. A garota  encarou Justin por um momento, ele parecia um anjo dormindo e ela gostava disso. Talvez porque gostasse disso devesse fazer o que faria.
Pegou o vestido e o vestiu. Foi até o banheiro. Passou uma água no rosto e arrumou os cabelos. Okay. Estava pronta.
Olhou para Justin mais uma vez antes de abrir a porta. Ronnie nunca se esqueceria daquela cena, daquele momento e especialmente de Justin. Ele fora o seu primeiro, o garoto para o qual ela se entregara.
- Boa noite, Justin.
Fechou a porta.
E se foi.

- Ronnie... - Justin acordou sussurrando o nome da garota. - Ronnie. - ele a chamou mais uma vez. Nada. - Ronnie? - Finalmente abriu os olhos e viu que ela não estava ali.
Justin se levantou, assustado. Foi até o banheiro.
- Ronnie, onde você está? - ele procurou por todos os lados do quarto.
Ela não estava ali.
A porta se abriu, o corpo do garoto se encheu de esperança.
- Até que enfim você apareceu, Ronnie, eu...
- Você bebeu quantas, cara? - Chaz adentrou o quarto.
- Ah, Chaz, é você?! - Justin se sentou na cama e passou a mão entre os cabelos.
- Bom dia pra você também.
- Não é isso, é só que... Você viu a Ronnie? Sabe onde ela está? - Justin se levantou novamente.
- É, eu a vi, mas... - Chaz começou a dizer mas Justin o interrompeu.
Sacudiu os ombros do amigo.
- Você a viu? Me leve até ela.
Chaz franziu o cenho.
- Vamos, Chaz, me leve até ela. - Justin pediu novamente.
- Justin, ela foi embora.
- Embora? - Justin gargalhou. - Como assim ela foi embora? Não, ela não foi.
- Sim, Justin, ela foi, hoje de madrugada. Eu a vi saindo.
- Você a viu? - Justin segurou Chaz pela camisa. - E não fez nada?
- Qual é, cara? - Chaz se afastou. - Eu pensei que você soubesse.
- Tudo bem, me desculpe por isso.
- Certo.
Eles fizeram o toque deles.
- Eu vou pra minha casa. - Justin falou.
- Qualquer coisa é só falar viu, parceiro?
Justin assentiu e foi em direção à porta.
- Aí, Justin. - Chaz o chamou. - Você não vai sair só de cueca, vai?

Você tem 17 novas mensagens de voz.
'' Oi, Ronnie, é o Justin, onde você está? Eu acordei e Chaz me disse que você já tinha ido embora. Está tudo bem? ''
'' Oi, Ronnie, você está na sua casa? Eu posso ir aí? Estou com saudades. Me liga por favor. ''
'' Ronnie, por que você não me responde? Você não quer falar comigo? Me responde. ''
- Alô. Ronnie? É você? Ronnie, é o Justin. Eu sei que você está aí, eu posso ouvir sua respiração. O que tá acontecendo? Me explica porque eu realmente não sei. Foi algo que eu fiz? Eu fiz algo de errado? Droga, eu sempre estrago as coisas.
- Justin, calma. - Ronnie se pronunciou no telefone. Ela não aguentava mais ouvir todas aquelas mensagens de Justin e não falar nada.
- Ronnie.
- Você não fez nada de errado, ok? Eu que estou errada. Na verdade eu sou toda errada.
- Você não é errada, Ronnie, você é perfeita, você é a garota mais perfeita do mundo e...
- Para, Justin! Eu não mereço isso.
- Não merece o que?
- Você.
-  Mas é claro que você me merece, Ronnie.
- Não, eu não mereço, será que você não vê?
- Você tá ficando maluca, Ronnie?
- É, talvez eu esteja.
- Esquece isso, você tá em casa?
- Não, eu não estou.
- Onde você está, então? Me diz pra eu poder ir aí.
- Eu não vou dizer e não quero que você venha.
- O que? Por que?
- Justin, eu tô indo viajar.
- Okay, que dia você vai voltar?
- Eu não vou voltar.
- O quê? Isso é alguma pegadinha? Você tá brincando comigo, não tá? Eu pensei que... Meu Deus!
- Justin, eu tô indo estudar fora.
- Por que, Ronnie? Por que você tá fazendo isso?
- Eu preciso fazer isso.
- Não, você não precisa. E nós? Como nós ficamos?
- Não existe nós.
- E ontem? O que ontem significou pra você?
- Foi o melhor dia da minha vida.
- Então...
- Não tem ''então'', Justin.
- Não, você não pode fazer isso comigo, você não pode fazer isso com você! Eu sei que você gosta de mim, eu sei que...
- EU TE AMO, PORRA! - Ronnie gritou e chorou ao mesmo tempo.
Silêncio.
- Fica. - Justin pediu.
- Eu não posso.
- Ronnie. - Justin resmungou. - Eu posso me despedir?
- Não, Justin, não pode, eu odeio despedidas!
- Mas eu preciso ver você, eu preciso.
- Me desculpa, por tudo.
- Não faça isso comigo. - Justin sussurrou.
- Eu amo você, amo você mais que a minha própria vida. - Ronnie declarou.
- Eu pensei que você fosse confiante. - Justin retrucou.
- É, eu também pensei. - ela disse e desligou.
Então entrou no avião.
Afinal, talvez ela não fosse tão confiante assim.

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Oi!
Me desculpem pela demora, eu estava em semana de provas e blá blá blá.
Gente, todo mundo veio falar comigo sobre essa shot se tornar uma fanfic e eu fiquei tipo... sei lá uhauehuahe, eu não havia pensado sobre isso. O que vocês acham? Comentem aí e tal, talvez isso realmente aconteça!

Feer: uaheuhaueeah, eu não pensei nisso como uma fanfic, enfim... aí está!
Gaby: uahueh, tem sim e obrigada, mas eu acho que não pensei nisso dessa forma.
Sthef: Sim, hahah.
Vic: Vai ali em cima, em '' contatos ''. Lá você vai achar e obrigada auheuahe :)
Lu: awwww, que bom que gostou, obrigada, e linda é você!
Paty: aaaah, obrigada, sua linda!
Cris: aaw, obrigada, Cris, mas eu não pensei nisso com uma fic haha, enfim, eu não sei... obrigada por comentar, eu vou levar em consideração o seu pedido.

Beijos da Vic. xx
E respondam a pergunta ali em cima?!



domingo, 13 de abril de 2014

Drummer Girl - capítulo 22

- Vamos para o hospital. – Justin me disse. – Pedro pode ficar com a Jazzy, e alguém precisa ficar com a sua mãe. – falou mais baixo a segunda parte, para que Pedro não escutasse.
- Tudo bem. – afirmei.
Fomos então em direção ao hospital. Eu estava cansada dos meus pensamentos repetitivos sobre o futuro, sobre ela. Sentia o nó na minha garganta.
Entramos na sala de visitas e o cheiro me deu náuseas. Alguma coisa em hospitais me dava arrepios, calafrios. Talvez porque ali era geralmente o ponto de partida e de chegada da maioria das pessoas. Nos sentamos lado a lado em um banco. Faltava pouco para o horário de visitas, quando o médico da minha mãe surgiu. Meu coração saltou no peito.
- Família de Sophia? – um cara alto e duas garotas no começo de sua adolescência levantaram a cabeça. O médico respirou audivelmente e disse: - Sinto muito, ela faleceu.  – e então voltou para dentro de alguma sala. Olhei para aquelas pessoas que pareciam tão indefesas, que pareciam entorpecidas. As lágrimas caíram aos poucos, silenciosas. Os três se abraçaram formando um núcleo.
Ouvi soluços e me surpreendi quando percebi que um deles era meu. Eu estava chorando, eu estava sofrendo. Eu não estava pronta para passar por aquilo. Eu ainda era uma garotinha que precisava da sua mãe.
Senti o braço de Justin sobre meu ombro. Enterrei a cabeça no seu ombro e ele passou o outro braço por cima de mim, em um abraço. Odeio que me vejam chorando, então me sentia segura para chorar ali com ele. Quando senti que poderia me controlar, me afastei um pouco e ele me soltou.
Seu olhar sobre mim não era de pena, era de compreensão. Ele se levantou:
- Vou pegar um pouco de água para você. – anunciou.
Ele voltou com um copo plástico na mão e me entregou. Levantei minha mão e percebi que ela estava trêmula. Peguei o copo, mas não consegui beber. Tinha certeza de que iria engasgar com as minhas lágrimas, que embora tivessem parado de escorrer, estavam ali.
- Vamos, Summer. – encorajou-me – Você vai se desidratar se não tomar.
Tomei um gole e ele sentou-se do meu lado de novo.
- Foi tão cruel. – disse num sussurro rouco – Foi tão frio o modo como o médico disse que a mulher tinha morrido. Foi tão... indiferente. Como se a mulher não fosse importante. Ela era importante para aquelas pessoas, mas não para o médico. Então será que ele fez de tudo para salvá-la – questionei baixo, mesmo sabendo que não havia resposta que Justin poderia me dar.
Ele me olhou.  
- Não sei. – respondeu e sua voz era sincera.
- Eu não quero que tratem minha mãe assim nunca. – falei e senti as lágrimas virem de novo.
Justin me envolveu em seus braços novamente. Depois de um tempo as lágrimas pararam de cair e eu me senti vazia por um instante. Me separei de Justin.
Eu passei a mão por meu rosto que eu tinha certeza de que estava vermelho e inchado. Justin passou o polegar na minha bochecha e ali permaneceu com ele.
Seus olhos foram de encontro com os meus, ele me fitava.
Aos poucos Justin se aproximou, deixando seus lábios muito próximos dos meus. Sua boca tomou a minha e ele me beijou, seu ritmo era lento e sua mão que permanecia na minha nuca era cuidadosa. Ele se afastou de mim, abri os olhos.
- Por quê? – sussurrei.
- Para você se lembrar que merece ser amada e que existem outras sensações no mundo diferentes da dor.

Ficamos na sala de espera por um tempo e quando estava perto do horário, fui ao banheiro. No caminho parei para beber água antes, porque por via das dúvidas não queria me permitir chorar. Adentrei o banheiro e me olhei no espelho. Não me surpreendi com a minha aparência. Meu cabelo estava emaranhado parecendo um ninho e meu rosto inchado e de tom avermelhado. Lavei o rosto com água fria e prendi meu cabelo em um rabo de cavalo.
Não sou uma garota que gosta de maquiagem, mas naquele instante foi o que eu mais desejei. Tentei sorrir para mim mesma no espelho, mas soava falso. De qualquer maneira fu para o quarto de minha mãe, e quando passei por Justin ele me deu um sorriso de encorajamento.
Entrei então no recinto e vi o soro ou medicamento ligado à veia da minha mãe.  Tentei focar em seu rosto de aparência cansada.
- Oi, Sun. – ela disse e esboçou um sorriso.
- Oi mãe. – falei e percebi que minha voz soara normal apesar da batida descompassada do meu coração.
Sentei na poltrona perto de sua cama e permaneci em silêncio ponderando o que eu poderia falar que não me fizesse romper em lágrimas.
- Eu vou ficar bem. – minha mãe disse, me surpreendendo. – Agora me dê um abraço que estou com muitas saudades sua.
Aproximei-me mais da cama e a envolvi me um abraço demorado.
- Estou com muita saudade, mãe. – sussurrei ainda no abraço.
- Eu sei, meu amor. E sei que Pedro também está, mas me prometa que você não deixará ele pensar que não estou aqui para cuidar dele. – me afastei um pouco.
- Com certeza.
- Eu quero saber da sua vida.
Meu estômago gelou.
- O mesmo de sempre. – falei. Claro que não era o mesmo de sempre, mas não queria contar-lhe o que aconteceu ali.
Ela revirou os olhos.
- Tudo bem, então eu conto. Hoje Pattie veio me visitar de manhã. – procurei nos registros do meu cérebro. Eu havia contado para Pattie? Como ela sabia? – Ela é uma mulher incrível Summer. Nós conversamos muito sobre assuntos banais e outros nem tanto.  Enquanto eu estiver aqui, combinamos que você e seu irmão fiquem na casa dela.
- Mãe... – ela me interrompeu.
- Sun, eu confio em você. Mas você ainda é uma criança, não é justo que tenha que cuidar de outra criança e conciliar com a escola. Faça o que estou dizendo, por favor.
Assenti com a cabeça.
- Eu te amo, Summer.
- Também te amo. – então ela deu um beijo na minha testa e eu voltei para a sala de visitas.
Fui até Justin que estava prestando atenção na televisão, mas parou quando me viu.
- Como foi lá? – questionou.
- Bem. – sorri. – Talvez as coisas melhorem. E a propósito eu vou ficar na sua casa.
- Estou sabendo. – ele esboçou um sorriso – Minha mãe acabou de me ligar.
Saímos do hospital e me aliviei ao sentir ar puro de novo nos meus pulmões. Estava chovendo então tivemos que correr até o carro. Percebi que Justin colocara a mão em meu ombro enquanto corríamos, mas não liguei.
Entramos no carro e eu liguei o som. Estava tocando uma música pop que era sensação, mas eu não fazia ideia de quem era. Dei as instruções a Justin e chegamos até a minha casa.
- Corrida até a porta de entrada? – desafiei.
Então corremos até lá.
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Oi! Como vocês estão? Eu estou me sentindo bem e arrisco dizer que estava meio triste esses dias. Fora que estava estudando que nem uma condenada, mas as provas específicas acabaram - agora vou estudar para um teste DE TODAS AS MATÉRIAS. Pelo lado bom tem feriado chegando e quando tiver tempo eu vou tentar escrever mais! Me digam o que acharam desse capítulo e se ficou satisfatório o beijo deles. Muito obrigada pelos 15 comentários, YOU ROCK! 
- 7 comentários?
Respondendo aos comentários: 
Feer: VOCÊ QUE É PFT! Muito obrigada por comentar sempre! 
Michele: E agora, vê um futuro? ;) 
Imagine Belieber: Ahan, sei como é difícil começar do zero. O link eu deixo lá no final. Beijos!
Lu: Ai meu Deus, que saudade! A escola está indo bem, apesar de eu estar estudando muito hehe. Estou bem melhor agora. Sentia muita falta de postar aqui e de escrever, fora que ocorreram coisas na minha vida que estavam me deixando para baixo. Mas tá tudo bem. Beijos, Lu!
Aline: Obrigada por comentar. Eles vão... na hora certa MUAHAHHA. Brincadeira. Beijos!
Janii: Ai, eu amo seus comentários também! Muito obrigada por fazer isso, viu? Fico muito feliz, cantando Happy e tudo kkkk. Eu chamo de Jummer, assim como outras beliebers também. Alguma outra sugestão? Beijos! 
Duda: KKKKKKKKK eu me divirto com seus comentários. Já devo ter dito isso, mas que seja! Agora eles se beijaram, há! O que achou? Beijos Duda! 
Nicolle: KKKKKKK Eu sou péssima com coordenação motora. Eu acho que no caso de Jogos Vorazes seria apenas desesperador, mas eu amo essa trilogia. Já leu Cidade dos Ossos? Nunca vi o filme, mas isso deve ser desesperador também. Ai, também faço isso! Beijos! 
Anônimo: Aqui! :D 
BelieberSwag: Eu não fui porque na minha cidade nem veio KKKK. Mas já superei. Sério, como era o cartão? Como foi? Mas passar tardes estudando valerão a pena- ou a galinha inteira hehe. Agora que fiz esse comentário da galinha inteira percebi que tenho vocação para tia das piadas sem graça. Jura? Eu amo seus comentários!
Carol: Ca, vomitei um arco íris agora. Amei ler seu comentário, espero vê-la de novo nesse capítulo. Eu nunca pensei que alguém pudesse de fato gostar da minha fic, e isso me deixou muito alegre. Muito obrigada! Beijos! 
Anônimo: :D
Julie: que pena que você acha isso :) 
Laura: ;) 
Isabella: Muito obrigada! :D 

Beijos,
Audrey.        

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Diário de Karina , parte II - prévia

                                                                Memórias


21/09/2009 01:45 AM

Acordei novamente com um grito. Justin estava deitado ao meu lado, me encarando assustado. Eu tinha apenas 11 anos. Sonhei novamente com  a casa pegando fogo, e como sempre, eu não conseguia salvar minha mae e minha irma.
"Oque houve ?" Sua voz de sono era eminente. Seus olhos estavam vermelhos, e seus cabelos bagunçados. "Kah, oque houve? "

Não o respondi. Apenas o abracei forte, e ele me fez carinho nos cabelos, como sempre fazia quando via que eu estava mal. Sim, eu estava mal. Muito mal na verdade.
Depois de alguns minutos, adormecemos novamente. Dessa vez, sem sonhos, sem nada.Apenas a vasta escuridão da minha mente.

Acordei sentindo Justin levantar. Eram umas 6 da manhã, e hoje é sabado ! Me sentei na cama, e o encarei. Meu rosto estava amassado, e Justin me olhava as vezes.

"Aonde vai ? -sussurrei- Vai me deixar sozinha de novo Drew?" Minha voz falhou quando disse o nome dele,e talvez, fora por isso que ele se virou pra mim bruscamente.

'Não pequena ... -Justin me deu um beijo na testa- Ja venho, prometo. " Assenti e fiquei sentada na cama esperando-o.

Depois de alguns minutos ele voltou, com uma bandeja prateada. Ergui uma sobrancelha, algo que o intrigava pois o mesmo não sabia como fazer isso.

"Não faça isso. -sua voz estava irritada, mas doce ao mesmo tempo - sabe que eu não consigo fazer isso." Ri baixo e assenti. Justin se sentou ao meu lado, e abriu a bandeja. Frutas. Pão. Café. Leite. Biscoitos amanteigados. Um café da manhã na cama.

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22/09/2009 12:45 PM

Estávamos almoçando. O dia estava ensolarado mas estava frio de qualquer maneira. Eu vestia uma roupa simples. Calça jeans, meus coturnos, um moletom comprido, e uma touca.
Minha mae fez lasanha, meu prato favorito e de Jenna também. Justin estava aqui , como sempre, ele almoçava aqui nos domingos.

Depois do almoço, ouvi minha mãe e Justin conversando sobre algo. Não me lembro exatamente das palavras.

Sei que, depois desse dia, Justin foi se afastando mais e mais de mim.

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21/04/2012

Agora, com 14 anos, quase 15, Justin voltou a falar comigo. Estava um doce, me beijava no rosto, cuidava de mim como um irmão mais velho. Como se eu fosse sumir de uma hora pra outra.

"Pequena ? " Justin dormia no meu colo, enquanto eu fazia carinho em seus cabelos.
"Oi Justin ... " Respondi prestando atenção na tv. Justin me encarava, e isso estava me irritando. " Por que me encara ? " Ele sorriu de lado. E que sorriso...
"Você é linda sabia ? " Neguei com a cabeça, e ele riu. Justin estava com os lábios brancos, além do mais, estava fazendo -12 graus aqui. "Agora sabe."

Terminei de ver meu filme, e com isso, Justin dormiu novamente. Fiquei observando ele. Seus lábios perfeitamente desenhados. Seu nariz que combinava perfeitamente com todo o rosto. As pequeninas pintas que ele possuia em seu rosto. Sim, eu sou apaixonada pelo meu melhor amigo.












Oláa princesas, tudo bom ? 
A Ana linda de vaca que some td hr apareceu hahaha 
Então, vamos pras noticias ?
1 - WOC está em reformas temporárias, então nao tenho como falar qnd vou repostar
2- Diário de Karina está virando história ! haha 
3 - LWR está em reformas também, e assim como WOC nao tenho datas 
4 - eu amo vocês haha 

enfim meninas, espero que curtam essa prévia, nao estou escrevendo mt pq tenho prova TODA QUINTA FEIRA! 
Espero que me entendam .. Beijos do Bieber pra vocês, hahaha 

quinta-feira, 10 de abril de 2014

All around the world — 02/10/12, Los Angeles.

Acordei com meu celular tocando, o atendi antes que Justin acordasse também. Elisa me ligará.
— Você está em Los Angeles e não me avisa? — Ela gritava.
— Estou por quê? — Falei calma, tentando a fazer falar também.
— Eu também! E preciso te contar uma coisa! Podemos nos encontrar hoje?
— Claro!
— Qual horário?
— Depois do almoço, vou almoçar com o Justin hoje.
— ótimo!
— Como descobriu que estava em Los Angeles?
— Só se fala nisso!
Depois de muito papo com Elisa, finalmente Justin havia acordado, já era meio dia e o que eu mais queria era almoçar e poder aproveitar um pouco com ele, até eu ir com a Lis.
Entrei na cafeteria e Lis estava junto com um rapaz alto e bem musculoso, seu cabelo era curto e rebelde e um sorriso encantador. Ela acenou para mim, aproximei-me. Sentei-me ao lado dela, assim que me soltei do seu apertado abraço. E foi ai que eu vi. Ela estava grávida.
— Você engoliu uma bola! — Ela gargalhou, e o rapaz ao seu lado fez o mesmo.
— Carol, esse é Edgar, meu marido. — Ela falou toda sorridente. —Não fale assim do meu filho!—Repreendeu-me pelo meu começo de papo — E foi por isso que te chamei aqui. — Ela olhou para sue marido, que sorriu e fez uma gesto apara que ela continuasse. — E bom, como nos conhecemos desde pequenininhas...— Pausou ela e bebeu um pouco de suco. Aquilo estava me deixando curiosa.—  Eu achei que só você mesmo para ser a madrinha do meu filho. — Ela falou e passou a mão na barriga. Eu devo ter aberto o maior sorriso de todos, pois pude vê-la sussurrar ao marido um não falei que ela ia se emocionar e sorriu para mim.
— Você está brincando comigo, né? — Falei, já sentindo meus olhos se lacrimejarem. Eu certamente não conseguiria segurar a emoção. Conhecemos-nos desde os cinco anos de idade, e depois que comecei a namorar o Justin, passamos a nos distanciar bastante, mas ela ainda era minha melhor amiga, disso eu tinha certeza.
—Você quer? — Perguntou ela, segurando minha mão. Eu concordei com a cabeça e a abracei mais uma vez. O Justin vai pirar.
— Está de quantos meses? — Olhei para sua enorme barriga, ela estava gigante. Eu queria tanto passar a mão.
— Já estou de sete meses. — Respondeu.
— Posso passar a mão? — Perguntei, sorridente. Ela assentiu e guiou minha mão até sua barriga. Parecia um pêssego, coberta pela blusa salmão que vestia. Ela estava radiante. — Quando foi que se casou?
— Casei no final do ano passado. Eu ia te chamar, mas eu fiquei com medo, vai saber o Justin acha que eu te chamei só por atenção. — Ela respondeu.
— Bobagem. O Justin adora ir a casamentos, ele fala que não tem comida melhor. — Ela sorriu.
— Quer alguma coisa? — Perguntou ela.
— Eu quero um suco igual ao seu. Parece bom. — Ela me  olhou e soltou uma gargalhada.
— Você não muda.
— Mudei sim. Não falava que não queria casar? Olha onde estou.
— Verdade. — O suco chegará junto com a sobremesa que Lis havia pedido. Edgar seu esposo estava cansado e foi embora, falando para ela ligar quando fosse embora. — Eu senti tanto a sua falta. — Falou ela, pegando minhas mãos e beijando-as.
— Eu também. Pensei que tinha te perdido para sempre. — Comentei, bebendo um pouco do meu suco.
— Sabe, eu vi em um site que se uma amizade tem mais de 7 anos, ela nunca acabará. — Ela abriu um enorme sorriso. Olhei para meu celular que tocará e olhei para Lis, ela concordou e então atendi.
— Oi amor! — A voz dele invadiu meus ouvidos, ele parecia feliz.
— Oi Jus, tudo bem ai? — Perguntei.
— Está tudo ótimo, e ai? Vai vir pro show, não é mesmo? — Perguntou ele. Eu pretendia não ir, queria mesmo passar mais algum tempo com ela.

— Espera um pouco amor. — Falei e encerrei a ligação. Olhei atentamente para Lis, que bebia um pouco do suco, me olhando com bastante atenção também. — Quer ir ao show? — Falei. 

domingo, 30 de março de 2014

Aviso - Audrey

Oi, aqui é a Audrey (de algumas shortfics, one shots e Drummer Girl). Vocês estão bem? Espero que sim, porque ficar mal é uma droga - mas é necessário. E às vezes também é necessário dar mais importância a algumas áreas da nossa vida, em outra palavra, escola. Como algumas de vocês sabem, eu mudei de escola esse ano e fui para uma bem mais difícil e que eu tenho que estudar de fato. Todo dia eu estudo, e nesse mês de provas eu estudo umas 4 horas por dia. E é por isso que eu não estou postando aqui com tanta frequência. A última coisa que postei faz dias e ainda assim não teve o número de comentários, o que me leva a me questionar se vocês estão gostando da minha escrita. Por favor, deixem nos comentários - se alguém comentar. Quero deixar claro que eu não estou saindo do blog, mas esclarecendo meu sumiço. E eu quero a opinião de vocês, mesmo. As coisas vão se ajeitar. Sei que sempre repito isso, mas é porque acredito. O que a gente ama na vida sempre se ajeita - não importa quanto tempo isso leve.

Beijos e amo vocês,
Audrey.

The boy next door (Capitulo três)

Por Jesse
Justin me olhou e se levantou, queria que ele ficasse, mas não podia. Eu não estou apaixonada. Ele colocou sua calça tão rápido. Justin pegou o celular e deu uma risadinha, aqui me deixou mais angustiada ainda. Quem é a vadia?
"Vai fazer o que amanha a noite?" Perguntou ele, me olhando atentamente, ainda estava apenas com sua blusa.
"Não sei, por que?" Sorri meio boba.
"Vai ter uma festa amanha, podia conseguir um convite para você." Ele falou, dando pouco caso a isso. Senti-me acabada. "Tira  a blusa ai." Neguei com a cabeça, Justin sorriu de uma forma fofa. "Não?" Neguei mais uma vez, agora estava rindo da cara mal humorada que ele fazia. Justin apenas jogou seu moletom sobre o corpo e pulou a janela. Sem beijinho na testa nem nada de despedida.
Acordei com uma imensa vontade de voltar a dormir, minha cabeça latejava muito e sentia uma forte colica. Peguei meu celular, mandei uma mensagem para Charlie.
Estou passando mal, nem adianta vir aqui em casa para eu ir a escola, estou cheia de dor. Beijos, te amo, até mais. 
Menos de cinco minuto depois, ele respondeu.
Não aguenta nem um pouco? Não quero ficar sozinha, você sabe que sem você todas veem para cima, querer ser minhas "amigas", sabe, aquelas bem coloridinhas? Então, to sem saco para aturar piriguete não assumida.
Gargalhei. Amava o bom humor de Chalie. Respondi rapidamente.
Não aguento, ta muito frio e eu estou praticamente sem b"lusa de frio. Vou voltar a dormir, até mais. 
Nenhuma resposta. Aconcheguei-me na cama, joguei mais uma coberta em cima de mim, agora sim eu estava aquecida.
Minha mãe me balançou de um jeito chato, a olhei, ela sorria. Cocei meu olho e apoiei minhas costas sobre a cabeceira da cama.
"Bom dia!" Falei, sorrindo.
"Boa tarde, querida." Ela falou e passou a se sentar na minha cama. "Eu vou sair com o Brad para comprar coisas aqui pra casa, vai querer alguma coisa?"
"Posso te mandar depois por mensagem?" Falei manhosa.
'"Fala agora filha."
"Não da, tenho que ver o que o Charlie vai querer, se não você sabe, ele enche o nosso saco." Falei e ela concordou com a cabeça.
Meu estomago agora dava reviravoltas, sentia uma imensa vontade de vomitar. Credo. Charlie me respondera a mensagem das coisas que ele queria que comprasse, e ainda pediu uma nova escova de dente e shampoo.
Charlie chegara da escola agora, jogara a mochila no sofa e se jogara depois.
"Quero ligar para o Justin." Choraminguei. Charlie me lançou um olhar feio.
"Então liga." Falou ele, como se não fosse nada.
"E ai deixar na cara que gosto dele? Na na ni na não."
"Jes, fala logo que gosta do rapaz."
"Eu não falo nem pra mim, vou falar pra ele?" Dei um longo suspiro. "Amanha é o aniversario dele. Vamos ao shopping comigo?"
"Não vai dar." Respondeu ele.
"Por que?"
"Vou sair com alguns amigos."
"Ok."
"E quando a tia vai chegar com as comprar?" Perguntou Charlie, dando um bocejo.
"Sei não, acho que daqui  a pouco." Respondi.
"Ok, vou dormir um pouco, quando ela chegar me chama?" Perguntou ele.
"Não vai da, vou ir ao Shopping."
"Agora?" Perguntou.
"Sim, você vem?"
"Vou." Ele se levantou e ajeitou o cabelo. "Vamos."

Continua?

Beijão.

sábado, 29 de março de 2014

Confident ~ Parte 2

  Don’t do it to me
Don’t do it to me
Oh, no, no, oh, no, no

Justin pegou nas coxas de Ronnie e levantou seu vestido.
Ele estava morrendo de desejo ao ver os seios da garota assim que jogou seu vestido preto no chão.


 Focused, I’m focused
She got a body like that
I ain’t never seen nothing like that



 A garota sorriu e puxou a camiseta de Justin e depois que ele mesmo tirou suas calças, revelando sua boxer preta.
Like a fantasy in front of me
I think that something special is going down

That’s right, I think she foreign
Think she foreign, got passports

Os lábios dos dois em uma proximidade tentadora. Justin apertou a bunda de Ronnie e puxou seus lábios para mais perto.
Ronnie estava consciente até que as mãos de Justin tocaram seu corpo. Nada poderia explicar como ela se sentia em chamas quando os dedos Justin deslizavam sobre sua pele.
 Mi amor started slow, got faster
She gon’ work some more, work some more
No stopping her now, no stopping her now
 Justin apertava a cintura de Ronnie com força, enquanto ela suspirava se sentindo dominada.
Os dois já estavam apenas de roupas íntimas e isso facilitou as coisas. Justin jogou Ronnie na cama, subindo por cima dela. Ronnie nunca poderia esquecer do olhar de Justin naquele momento, seus olhos estavam mais escuros. Havia um desejo incontrolável no corpo de Justin, ele esperara a vida toda por aquilo e lá estava ele. O garoto mal podia acreditar.
 Then she started dancing, sexual romancing
Nasty, but she fancy, lipstick on my satin sheets
What’s your nationality? I wonder if there’s more of you
She’s got my attention, she’s confid
As mãos de Justin passeavam por todo o corpo de Ronnie, indo de encontro ao seus seios. A garota levou a mão às costas e desabotoou o sutiã, o jogando de lado.
 Oh, no, no, oh, no, no
She’s confident
You could tell by the way she walks in the room
 Ronnie se sentiu envergonhada e Justin tinha um sorriso malicioso brincando em seus lábios. Ele olhava para a garota com luxúria e ela pôde sentir seus peitos enrijecerem assim que Justin os tocou.
Então decidiu revelar logo:- Justin... - ela o chamou. - Sou virgem.
Aquelas palavras foram como um choque para Justin.
- O quê? Eu pensei que... - Justin ficou confuso por um instante. - Quer dizer, que garota dança daquele jeito e ainda é virgem?
- O tipo de garota que não se entrega pro primeiro que vê. - ela disse e se arrependeu de ter revelado a Justin. Naquele momento, ela achava que ele era só mais um babaca qualquer. Ronnie deu um impulso para se levantar, mas Justin segurou seus braços em cima da cabeça dela.
- Ronnie, saber que eu sou o seu primeiro é a coisa mais maravilhosa que eu poderia ouvir. - Justin sorriu.
O garoto estava cada vez mais maravilhado com tudo.
- Você tem certeza? - ela perguntou.
- Nunca tive tanta certeza na minha vida.
 She said it’s her first time
I think she might of lied
Feels so good damn, and I don’t know why

 Ele assentiu e beijou os lábios da garota, o desejo voltando novamente.
 Então Justin deslizou a boca para o pescoço de Ronnie onde deixou marcas que não sairiam tão cedo. Ele sabia como envolvê-la, seu hálito fresco de menta, seu olhar, seu corpo, tudo.
Justin chupava os seios de Ronnie e a garota sentia que estava morrendo por dentro. Ela achava aquilo extremamente bom e sentia suja por isso. Ele desceu o olhar por todo o corpo da garota, a mão deslizando pela barra da calcinha dela. Ela estava completamente louca por ele, mal se segurou quando ele arrancou sua calcinha e a jogou no chão.
Ronnie não esperou, puxou a cueca de Justin com rapidez, revelando seu membro que admirou por um momento até Justin voltar a fazer seu trabalho.

  I’m addicted, something like a headache
Got me twisted, but still I gotta have it
Explosive, explosive (I could still smell her perfume)
It’s not hard to notice, that I’m open
Hypnotized by the way she moves

O garoto beijou a garota com mais ferocidade e aproveitou para adentrar seu membro na intimidade dela. Ele sorriu e ela sorriu novamente, concordando. Ronnie sabia que nunca havia estado tão certa em sua vida.
Justin começou a ir mais rápido e quanto mais rápido rápido ele ia, mais Ronnie sentia prazer.
Ela sentiu um pouco de dor no começo, mas mordeu os lábios contendo tudo.
Então a dor foi se transformando em prazer e ela não queria que aquilo acabasse.
Ela arranhou as costas do garoto e ele arqueou o corpo para ir mais fundo.
 Ronnie nunca havia sentindo aquilo antes, mas nunca se cansaria de ter Justin dentro dela.
Uma última entocada e a garota segurou fortemente os lençóis.
Justin tomou os lábios dela novamente e eles se beijaram como nunca. Ele pegou o lençol e os cobriu, ambos com um sorriso no rosto por tudo o que tinha acontecido.
- Você está bem?  - Justin perguntou.
Ronnie se deitou em seu peitoral e Justin a abraçou.
- Melhor do que nunca. - Ronnie respondeu.
O garoto sorriu.
Ele sempre sonhara com aquilo e mal acreditava que tinha conseguido.
Quer dizer, era a Ronnie, a garota confiante.

But still I gotta have it
Oh, no, no, oh, no, no
- Eu amo você, Ronnie. - Justin sussurrou.

**********************************************
Oi, lindas! 
Gaby: kkkkk, prontinho :)
Ketlin: Seja bem vinda, gatinha! Obrigada pelo comentário e espero que você goste das fanfics do blog. 
Lu: Ah, obrigada, Lu! :)
Anônimo: Continuei e obrigada pelo comentário.
Aline: uaheuahe, que bom que você gostou. Prontinho!
Paty: Prontinho, linda.
Anônimo: kkkk, obrigada, gatinha.
Vic: Obrigada, minha xará. :) Olha, Vic, no momento eu acho que não tem como, mas quando a Ally, dona do blog, abrir vagas, ela com certeza vai avisar aqui.
 Obrigada por tudo. 
Vocês são simplesmente demais!
Só falta a parte final, então é isso.
Beijinhos.
 


quinta-feira, 27 de março de 2014

Confident ~ Parte 1

 Ouçam ouvindo Confident. xoxo

Ronnie mexeu seus quadris, acompanhando a música.
Ela usava um vestido preto colado que marcava suas curvas e um cordão com um pingente no pescoço.
 Tirou o excesso do batom vermelho.
Todos olhavam para ela e ela gostava dessa atenção.
No refrão da música, Ronnie desceu ao chão e subiu, enquanto mordia os lábios sensualmente.
- Ronnie, Ronnie, por que você faz isso comigo, garota? - Justin chegou por trás dela e ela sorriu.
- O quê, Justin? Isso? - Ronnie rebolou. - Ou isso? - ela se virou e colocou as mãos em volta do pescoço de Justin. Se aproximou, mais um centímetro e os dois se beijariam. Então ela se afastou.
A garota saiu dali e foi para perto de suas amigas. Elas riam o tempo todo e Justin queria saber o porquê. Ele foi para perto de seus amigos também, todos com copos em mãos, se acabando na bebida, mas Justin não. Justin queria estar lúcido quando chegasse a hora, a hora em que ficaria com Ronnie.
Os dois eram colegas de classe desde o ensino fundamental e Justin era apaixonado pela garota há muito tempo, nem se lembrava desde quando.
Estavam numa festa de um dos colegas e aquele era o último dia de aula. A partir dali, era cada um seguindo o seu caminho.
Porém Justin não queria que tudo terminasse assim. Justin queria que Ronnie soubesse que ele gostava dela e talvez, quem sabe, ela retribuísse esse amor. Mas a verdade é que Ronnie nunca havia namorado ninguém, ela não gostava dessas coisas. Ela gostava de só ficar e pronto, não gostava de se envolver, mesmo sabendo que era uma das garotas mais desejadas da escola e que podia ter qualquer um aos seus pés.
Ronnie tomou um gole de sua bebida, que desceu rasgando, e sorriu alegre. A bebida tinha esse poder sobre ela: de deixá-la alegre. Ela e suas amigas começaram a dançar e Ronnie se sobressaía. Isso sempre acontecia. Talvez fosse pelo seu jeito de mexer os quadris ou de rebolar. Não se sabe. O que se sabe é que ambos ela fazia muito bem.
- Eu não acredito que Justin Bieber quer você. - uma de suas amigas comentou.
- Ele é legal. - Ronnie deu de ombros.
- Legal? - a menina sorriu. - Ele é gostoso pra caramba.
- Talvez.
Ronnie deu de ombros e voltou a dançar.
Por um momento, ela pensou sobre isso.
Era o último dia do ensino médio e talvez ela nunca mais fosse ver Justin. Ela o achava um bom garoto, ele tinha lá seus atributos.
Ronnie se decidiu.
Ela era um garota rápida, sabia o que queria, sempre soube.
Ela mexeu os quadris e se virou para Justin. Justin sorriu e passou a língua nos lábios, desejando-a.  Ronnie caminhou até ele, confiante. Seus amigos olharam quando ela enfiou os dedos nos cabelos de Justin e o beijou. Justin passou a mão pelo corpo de Ronnie, aproveitando. Ele queria que aquele momento nunca acabasse, mas acabou, e Ronnie se separou.
- Eu quero você. - Justin sussurrou.
- O quê? - a garota sorriu. - Eu não posso ouvir, o som está muito alto.
- Quero. Você. - Justin repetiu.
Ela o beijou novamente, um beijo feroz, voraz, com luxúria e desejo.
Justin nem podia acreditar no que estava acontecendo. A garota dos seus sonhos estava ali, o beijando. E como ela beijava bem.
Ronnie era especial, mantinha a atenção de todos, fazia com que todos se focassem nela.
Ela era confiante.
E Justin gostava disso.
Ah, como ele gostava disso!
Ronnie também gostava de Justin, de sua pegada, de seu beijo com gosto de hortelã.
Eles se separaram aos poucos e Justin passou a mão em volta da cintura da garota.
Ronnie sorriu e limpou um pouco de seu batom vermelho que havia ficado na boca de Justin.
- Fica comigo, Ronnie. - Justin pediu à garota.
- Eu estou com você. - ela disse e se virou para ir em encontro às suas amigas, mas Justin a segurou pelo braço e colou seus corpos. Ele não a deixaria escapar, não novamente.
Ronnie sorriu. Ela gostava de garotos assim, autoritários.
Eles dançaram por um momento e se beijaram algumas vezes, mas Justin queria mais que isso. Ele queria tê-la, e só para ele. Ronnie se virou e rebolou contra os quadris de Justin.
Justin gemeu baixinho.
- Oh, não faça isso comigo. - Justin colou seus corpos novamente.
Ele puxou a garota para mais perto - como se aquilo fosse realmente possível.
Eles se beijaram, o desejo dominando seus corpos.
Justin se separou e puxou a garota pelo braço.
Justin era amigo do dono da festa e ele não se importaria se Justin usasse um dos quartos.
Então ele guiou a garota até um dos quartos.
Mal conseguiu trancar a porta com Ronnie o beijando.
Eles se beijavam como se o mundo fosse acabar no dia seguinte, como se aquilo não fosse real, como se fosse uma fantasia.
Eles se beijavam como se fosse o último dia de suas vidas.
Ambos sorriram entre o beijo.
- Até que enfim. - Justin falou. - Você é minha.
- Sou sua. - a garota concordou.

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She's confident oh no no oh no no.
Eu estava ouvindo Confident e tive a ideia de fazer uma one shot, então aqui vamos nós.
Comentem aí que eu posto a continuação.
Beijinhos da Vic. xx



quarta-feira, 26 de março de 2014

Classic - 07


Olhem que linda a nossa Morg hahah <3 br="">



Eram 10:00h da manhã quando Maggie me ligou. Eu havia acabado de acordar e só estava curtindo um pouco a cama. Sabe quando você acorda e está com preguiça de se levantar? Então.
- Maggie! - atendi ao telefone, surpresa.
- Morg! - Maggie falou animada. - Como você está?
- Estou bem. - me sentei na cama - E você?
- Estou ótima. - ela respondeu. - Você está gostando daí?
- Oh, sim. É um bom lugar, eu realmente estou gostando.
- E as pessoas? Como elas são? - eu podia ver ela examinando minhas palavras.
- Elas são legais, eu acho. - dei de ombros.
- Você fez amigos?
- Sim, tem a Jas.
- Não estou falando de Jas. Estou falando de... - Maggie fez uma pausa. - Como é mesmo o nome dele? Jessie...Jordan...Justin! É isso. Justin.
Fiquei surpresa.
- O quê? - levantei da cama de uma só vez. - Quem te falou sobre Justin? Como você sabe disso? Eu não acredito. Eu... eu vou matar a Jasmine!
- A Jas só quer o seu bem, Morg. Você não pode culpá-la por isso.
- Sim, eu posso. Ela não tem esse direito. Essa é a minha vida. Vocês não podem interferir. - explodi.
- Se acalme, maninha. É só um garoto.
- Tudo bem. - respirei fundo. - Estou bem.
- Como você está lidando com isso?
- Eu não sei, acho que estou lidando com isso de uma maneira agradável.
- Não minta pra mim. Jas me disse que você o socou.
- Ei. - protestei. - Isso foi quando nos conhecemos. Agora eu estou mantendo uma relação amigável com Justin.
- Certo. Eu sei o que você está pensando. Não adianta esconder isso de mim, Morg. Eu sei bem o que você está pensando. Mas eu quero te dizer uma coisa, você quer ouvir?
- Sim, eu quero.
- Acho que você precisa enterrar o passado. Deixe para trás. Esqueça isso. Você não pode se torturar por uma coisa que não existe mais.
- Eu estou tentando, Maggie, juro que estou, mas não consigo. É impossível.
- Não, não é. Você tem que ser forte, isso é uma bagagem que você vai carregar pro resto da sua vida, mas nem por isso, nem por isso, me escute bem, nem por isso você vai deixar de viver. Você não pode deixar de viver. Não pode parar sua vida por isso. Agora eu quero que você me prometa uma coisa, okay? Mas me prometa de coração. Você pode fazer isso?
 - É, eu acho que posso.
- Você não tem que achar, você tem que prometer mesmo.
- Okay, eu prometo.
- Certo. Prometa-me que vai seguir em frente.
- Maggie, eu...
- Não tem isso de ''Maggie, eu''. Prometa-me, Morg. Prometa-me.
- Tudo bem, tudo bem. Eu prometo que vou seguir em frente.
- Essa é uma promessa de coração, okay? Não pode descumprir.
- Eu sei, estou ciente disso.
- Oh, Morg, maninha... Isso é para o seu bem.. É algo que você tem que prometer para si mesma. Não adianta me falar que vai fazer uma coisa, se não for fazê-la.
- Eu vou fazer isso, Maggie, já disse que vou.
- Certo. Você sabe que é o melhor, Morg.
- Sim, eu sei.
- Ótimo, acho que vou desligar. Só liguei para saber como você estava.
- Tudo bem.
- Se cuida, maninha.
- Você também.
- E pensa sobre o que eu te falei, pode ser?
- É, eu vou pensar sobre isso. Na verdade, acho que já pensei.
- Uh, e o que decidiu?
- Vou seguir seu conselho.
- É a melhor coisa a se fazer. - eu podia ver um sorriso alegre se abrindo no rosto de Maggie. Ela realmente queria que eu ficasse bem, então eu ia ficar.
- Me ligue quando puder, okay?
- Sim, eu vou.
- Tchau, Maggie.
- Tchau, Morg. - então desligou.
Acho que foi isso que me motivou a seguir em frente, eu não sei.
Eu estava pensando sobre isso.


Naquela tarde, eu decidi arrumar a minha vida. Ela estava uma bagunça, em todos os sentidos. Então eu resolvi arrumá-la, mudar um pouco, descartar as coisas erradas e aderir as certas. Acho que isso era bom pra mim.
Quer dizer, tinha que ser.
Comecei pelas minhas malas. Desde que eu havia me mudado, eu não havia conseguido desfazer todas elas, só havia pegado algumas bijuterias e algumas roupas, mas boa parte das minhas coisas ainda estavam lá.
Passei algum tempo da tarde desfazendo as malas e arrumei cada coisa em seu devido lugar. A pequena cômoda havia ficado cheia e eu ainda nem acreditava que minha mãe tinha me obrigado a trazer um monte de coisas, já que no feriado de Ação de Graças eu estaria em casa novamente.
Quando eu fui guardar a última peça de roupa no armário, um papel caiu no chão e eu o peguei no mesmo instante.
 Siga em frente. - Mamãe.
Achei uma coincidência. Era a mesma coisa que Maggie havia me falado por telefone. Aliás, talvez fosse tanta coincidência assim.
Eu peguei uma fita adesiva e colei o bilhete na porta do meu quarto.
Acho que eu precisava ler aquilo quando as coisas começassem a parecer ruins.
É, eu acho que eu precisava de um pouco de realidade.
- Oi, Hon. - Justin adentrou em meu quarto antes que eu percebesse.
Eu fiquei com raiva por ele não ter avisado que viria, e nem por ter batido na porta, mas me controlei.
- Ei.
- Wow, o que passou por aqui? Esse quarto não estava assim ontem.
- Resolvi mudar um pouco. - dei de ombros.
- Isso é bom.
- Oh, sim.
- O dever de casa foi um dureza, não é? - ele perguntou.
- Não peguei no dever.
- Então em quem você pegou?
- Isso foi uma indireta? - levantei uma sombracelha.
- Só estou curioso para saber quem é o meu concorrente.
Revirei os olhos.
- Eu pensei que havíamos combinado de sermos apenas amigos. - declarei.
- E nós não somos?
- Não quero que me provoque.
- Eu não estou fazendo isso.
- Sim, você está.
- Vamos, pegue o dever. - Justin sentou na beirada da cama. - Eu vou te ajudar.
- E desde quando você sabe alguma coisa sobre química? - cruzei os braços.
- Desde sempre. - ele falou, naturalmente.
- Eu pensei que você não entendesse nada sobre Ciências.
- Química é diferente.
- Ah, que seja. - peguei a apostila e me sentei ao lado dele. - Quero ver se você é bom mesmo.
Nós passamos o final da tarde resolvendo algumas questões sobre a matéria.
Eu não era boa em química, nunca fui e ainda estava tentando entender como Justin havia se tornado inteligente. Quer dizer, quando fizemos o trabalho de Ciências na biblioteca, ele se mostrara bem disperso em relação ao assunto. Talvez ele não fosse bom em Ciências e sim em Química. Eu só ainda não entendia como alguém pode ser bom em Química em ruim em Ciências.
Tanto faz.
Mas eu me surpreendi muito.
Ele não era do jeito que eu pensava.
Era mais que isso.
Com certeza.
- Quer comer algo?
- Não, estou bem. - menti. A verdade é que estudar a tarde toda havia me deixado com fome. Para ser mais exata, quando eu não estava com fome?
- Eu posso preparar algo.
- Eu não estou com fome.
- Vou preparar algo. - ele se levantou e eu revirei os olhos.
Essa também era uma das coisas que me irritavam nele.
Por que ele não podia ser simplesmente um garoto normal? Por que ele tinha que ser diferente? E chato, e contraditório, e persistente.
- '' Siga em frente '' ? - Justin parou diante a porta. - Isso é algum tipo de ditado popular?
- Vai logo, idiota. - eu o empurrei para fora do quarto e o segui até a cozinha.
- Vamos ver o que temos aqui. - Justin começou a pegar algumas coisas.- O que acha de um sanduíche? - ele arqueou a sombracelha.
- Não. - declarei. - Eu já disse que não estou com fome, Bieber.
- Eu sei que você está, Hon. Eu conheço você.
- Vá, faça logo esses sanduíches.
Justin fez algo como um sanduíche natural, com alface, tomate, peito de peru, queijo branco e algumas outras coisas.  Estava uma delícia.
Nós nos sentamos à mesa e eu bebi um pouco do suco de fruta que ele havia feito
Fala sério! Era vergonhoso que ele cozinhasse melhor que eu.
- Eu quero conhecer a sua irmã. - Justin falou, do nada.
- O quê? - me assustei. - Isso não vai acontecer.
- Por que? - ele falou, a boca cheia de alface. Aquilo foi realmente engraçado. 
Gargalhei.
- Do que você  está rindo? - ele se aproximou de mim.
- Sai! - berrei. - Isso é nojento.
Ele mastigou tudo e depois limpou a boca.
- Justin. - o chamei.
- Hum? - ele levantou o olhar.
- Prometa que não vai cantar pra mim.
- Eu não posso prometer uma coisa que não vou cumprir.
- Então cumpra.
- Não posso. Eu gosto de cantar.
- E eu gosto que você cante, mas não pra mim.
Ele comeu o último pedaço do sanduíche e eu me levantei.
- Não tente fugir, Hon, a louça é sua. - Justin riu.
No final, eu acabei o convencendo a me ajudar a lavar a louça.
Fiquei pensando na minha conversa com a Maggie.
Eu havia prometido a ela que seguiria em frente e eu acho que eu poderia fazer isso.
Além do mais, acho que eu gostava de ser amiga de Justin, contanto que não fôssemos mais que isso.

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Oi, gatinhas!
Me desculpem por não ter postado no final de semana, but, eu estou em semana de provas e tenho que estudar. Aliás, eu devia estar estudando pra prova de inglês neste exato momento, mas como eu amo vocês, resolvi postar logo. Obrigada pelos comentários no capítulo passado e me desculpem por eu ser tão má, mas não vou poder responder vocês hoje porque, como eu disse anteriormente, preciso estudar agora! Mas no próximo eu respondo todas, sério.
Vocês são ótimas!
Amo vocês.
Ah, se quiserem falar comigo, me chamem no whatsapp : 033 88619918; Eu vou ficar bem feliz.
Beijinhos da Vic. xx





One Shot : Diario de Karina

Estranhamente, sempre fui boa em inglês, e não em português, a matéria que eu obviamente deveria ser melhor.
Aliás, esse fora um dos motivos para eu sair do país, e ir para Londres, com 20 anos.
Meus pais nunca apoiaram muito essa ideia de eu morar longe de Portugal, pois sempre foram muito apegados à mim e também à minha irmã, Jenna.
Eu e minha irmã nunca fomos muito proximas, mas sempre nos ajudamos quando precisavamos uma da outra.
Jenna sempre fora a menos, a mais lenta, mas sempre fora também a mais amada pela família.
Como sou a mais velha, a responsabilidade por tudo oque acontecia com ela era minha, claro.
Com 7 anos, ela queimou todo o canteiro de rosas da Nona. No caso, Nona é minha bisavó, que faleceu antes de eu completar 12 anos.
Com 15, Jenna inventou de querer colocar um piercing no freio da língua, e como eu tinha 17 na época, fui junto dela, afinal, tinha mais de 8 piercings, e os tenho até hoje.
Ao chegarmos em casa nesse dia, mamãe me olhou sorridente por eu estar com Jenna. Sem brigar conosco , na verdade comigo por eu ter ido com ela colocar o piercing, e nem nada mais.
Essa fora uma das poucas vezes que a vi sorrindo, desde a morte da Nona.
Assim que completei 18 anos, comecei a juntar dinheiro para ir para Londres. Mais dinheiro na verdade.
Porém, nesse meio tempo, minha mãe se matou.
Jenna estava em uma festa nesse dia, e eu estava na casa de Ariel, uma amiga, junto de uns amigos mais.
Eu me lembro bem desse dia. Na verdade, me lembro muito bem desse dia, cmo se fosse ontem.
Eram 8 horas da noite, quando minha vizinha, Dona Ligia me ligou aos prantos, falando poucas palavras enroladas, das quais sempre me lembrarei.

"Karina Medeiros? - perguntou-me- Aqui é sua vizinha, Ligia. " Ela tentava se acalmar, e até ali, eu não sabia oque tinha acontecido.
"Sim, Dona Ligia. Oque houve com a senhora? " Sempre a respeitei muito. Ela sempre ajudou minha família quando precisavamos, mas isso não vem ao caso agora. Depois dessa pergunta, eu cai ao chão. Dessa vez, era eu quem chorava aos prantos. Era eu quem sentia toda a dor. Como... como se tentassem arrancar minha vida a força.
Corri pra casa logo depois. Estava com medo, assustada, nervosa. Sozinha.
Ao chegar, vi um homem cujo o qual não esperava ver nunca mais. Afinal, fora ele quem quebrara meu coração em pequeninos pedaços quando eu tinha 16 anos.

"Kah, - ele veio até mim, e eu recuei - eu ... sinto muito por sua mãe. " Apesar de tudo, seu sorriso debochado o deixava extremamente sexy.
"Não, você não sente! " Esbravejei. " Saia daqui ! Saia já de minha casa ! " Gritei segurando todas as malditas lagrimas que teimavam em descer pelo meu rosto.
"Mas, Kah eu ... " Não o deixei terminar . Dei-o um forte tapa no rosto, fazendo um barulho alto.
"Saia daqui Justin ! Não quero te ver, nem te ouvir. Apenas suma da minha vida ! " Ele assentiu, e assim fez.
A ideia de sair do país, começou quando fiz 7 anos, e percebi que estava no lugar errado. Quando meu pai se matou. Quando minha vida acabou, mesmo não tendo começado.
E a mesma, se concretizou com 20 anos, exatamente 13 anos depois de eu perder tudo que importava, tudo que eu mais amava na vida.




Oii meninas, tudo bom ? Ana aqui. 
Espero que tenham gostado. Escrevi isso para uma "prova" na escola, e quis compartilhar com vocês. 
Espero que tenham visto meu recado sobre WOC, e que entendam oque estou passando. 
Não estou muito bem, mas sempre que olho o blog me alegro. Obrigada por estarem aqui sempre. 
Amo vocês, beijos beijos, Ana. 
Comentem por favor, estou pensando em fazer a parte 2 dessa 1shot.