14 de set de 2014

Trust Me - Capitulo II - Intrometido - Parte II



INTROMETIDO - PARTE II

Estava concentrada totalmente na planta do banco. Katrinna preparava a vã junto com Alanna que colocava todo o equipamento. James… bem, James eu não sabia onde estava. Eu estava um pouco nervosa, eu achei que o roubo seria apenas semana que vem, mas quando Alanna me ligou dizendo que seria hoje, pois ela finalmente conseguiu invadir o sistema.

- Cadê o anel falso? – perguntei ainda encarando a planta. O anel era uma réplica exata do verdadeiro que iriamos pegar essa noite. O anel não passava de vidro e metal pintado.
- Eles fizeram um ótimo trabalho dessa vez, dá para confundir os dois. – Katrinna colocou a caixinha do anel aberta em cima da planta. Era verdade, o trabalho ficou impecável. Nada mais que justo pelo preço que pagamos. Senti uma mão no meu ombro e olhei para o dono.
- Obrigada. – disse para James que segurava minha peça de roupa preta. Ele também não estava devidamente vestido para a ocasião. – Não vai se vestir?
- Vamos? – ele me puxou pela mão até o banheiro.

James começou a tirar a roupa primeira. Virei de costas para ele e puxei minha blusa de gola alta tirando-a. Tirei a calça e peguei a blusa preta de manga comprida colocando-a. Vesti a calça também preta e coloquei um cinto, a calça estava caindo, parece que eu emagreci. Virei novamente para James e ele já estava vestido. Sentei no vaso e calcei o tênis, James se apoiou na parede para calçar o dele também.

- Levante. – pediu James com a escuta nas mãos. Levantei e suspendi minha blusa. Ele encaixou a caixinha no meu bolço e a prendeu. Eu poderia colocar em mim mesma, mas desde o desabafo dele eu tento parecer que estar tudo normal. Se eu negasse acho que ele entenderia errado, então apenas deixei. Girei para o fio passasse em volta do meu corpo e coloquei o fone. Ele me encarava sem expressão, eu dei um leve sorriso e beijei sua boca. Peguei a outra escuta e ele se virou para que eu colocasse. Fiz o mesmo processo que ele fez comigo e ele beijou minha testa.
- Está tudo bem? – perguntei vendo um semblante triste.
- Vai ficar assim que isso tudo acabar.
- Lembre-se do que eu te disse, nada vai me acontecer porque você vai estar lá.

Saímos do banheiro e Alanna terminava de colocar o resto das coisas no furgão e Katrinna abria os portões. Entrei na Ferrari que só tinha a lataria da Ferrari, o carro estava completamente mexido por dentro. Katrinna trocou o motor por um mais potente e mais rápido. Colocou cilindros de hidrogênio e outras coisas que apenas Katrinna conhecia. Usaremos na fuga, elas duas ficarão no furgão e eu e James dispararemos na Ferrari.

- Podemos ir? – perguntou Katrinna.
- Vamos logo. – James sentou no banco do carona. Sai com o carro e Alanna trouxe o furgão para fora. Katrinna fechou as portas e acionou o sistema de segurança. Entrou no furgão e elas foram à frente.

O furgão também tinha o motor alterado para se algo desse errado. James e eu pegamos outro caminho, não podíamos dar bandeira. Eram duas da madrugada, não teriam muitas pessoas na rua, e iriamos por lugares ainda mais desertos possíveis. No meio do caminho James colocou a mão na minha perna. Eu olhei para o local totalmente inquieto. Eu ainda não tive tempo para parar e refletir sobre tudo o que ele dissera, mas respirei fundo e tentei evitar pensar naquela mão. Eu não via problema em a mão dele estar ali, o problema era o quanto aquilo significava para ele.

Chegando ao banco parei o carro na lateral que iriamos sair e quando passei pela frente para estacionar eu vi o furgão parado e o motor e faróis desligados. Fiz o mesmo com a Ferrari e descemos. O cofre do anel ficava no ultimo andar e entraríamos pela saída de ar do telhado. Vesti a mascara e James também. Chequei os bolsos e constatei que o anel falso estivesse ali. Acionei a corda do cinto e ela agarrou no telhado. James fez o mesmo e acionei para que subisse. No telhado eu já fui direto para a grade de ar. Desparafusei e puxei a grade, quando estava prestes a entrar James segurou meu braço.

- Deixe-me ir à sua frente. – pediu James. Voltei para trás e ele foi à frente.

Começamos a descer pelo duto que quanto mais fundo íamos mais sem ventilação ficava. Por sorte eu não sofria de claustrofobia ao contrario começaria ater o ataque e provavelmente desmaiaria. Além da falta de ar o duto era relativamente apertado. A coluna começara a doer pela posição que tínhamos que ficar – de quatro como um cachorro. Não dava para fazer nada, tínhamos que nos mover o mínimo possível. No meio do caminho James parou subitamente o que me fez dar uma cabeçada na bunda dele.

- O que houve? – perguntei.
- Não dá para seguirmos em frente. Tem um ventilador.
- O quê? – eu lembrava-me exatamente o caminho e na planta não tinha nenhum ventilador. – Alanna. – chamei no ponto de escuta. Ela respondeu. – O caminho está bloqueado, me dê outra rota.
- Bloqueado? Como assim?
- Só me dê outra rota rápido. O ar está quente.
- Espere só um instante. – levou dois minutos contados na minha mente para ela voltar a responder. – James a sua frente tem uma passagem para a esquerda e para direita, certo? – James concordou. – Vá para a esquerda e depois vire à direita. – fizemos o que ela instruiu e James parou novamente.
- Vou para frente ou esquerda agora? – ele perguntou.
- Vá para esquerda. Não tem como colocar vocês dentro no cofre, terá que abrir por fora.
- Maravilha, era tudo o que eu queria. – ironizei.
- Vão ter dois seguranças na entrada, apaguem eles. – Katrinna disse. Provavelmente olhando as câmeras de segurança. – Esperam. – ela disse. – Tomem cuidado, os dois seguranças estão apagados. Não sei quem está da dentro perdemos a conexão da câmera de dentro do cofre.

Rapidamente eu e James saímos do duto. James tirou a arma da cintura e eu peguei a minha também. James encostou-se à parede foi aos poucos andando e olhou por uma brecha.

- Alanna você desativou o sistema? – perguntou James no ponto.
- Ainda não…
- Então nem precisa. – James entrou no cofre já aberto com a arma apontando para alguém. – Nem pense em fazer isso. – entrei atrás dele também com a arma apontada. Dei de cara com alguém que soube que era um homem pela estrutura óssea e corporal. Ele olhos olhou e usava uma máscara como a nossa, e tudo o que eu pude ver foi os olhos avelã. Ele moveu novamente a mão para pegar o anel. Então teríamos que lidar com outro ladrão?
- Não se mexa. – disse assim que ele ameaçou pegar novamente o anel. – Saia de perto do anel.
- Porque eu deveria fazer isso mesmo? – sua voz era grossa e rouca.
- Por que eu sou um ótimo atirador, e esse anel é nosso. – James respondeu.
- Não estou vendo o nome de ninguém aqui, e eu perguntei a ela e não a você. – o homem a minha frente era atrevido e não sabia com quem estava mexendo. James deu uma longa suspirada. Os olhos avelã pegaram o anel, e James chegou para frente me colocando atrás dele. – Ora cara, eu não tenho uma arma. Se quiser o anel vamos brigar por ele mano a mano. Vocês são dois contra um, seria injustiça, e já que não luto com mulheres, vamos ser eu e você. – não podíamos arriscar, James era muito bom atirando, mas lutando não era tanto assim. Eu era melhor. E se esse cara fosse melhor que James ele ganharia fácil.
- Não. Eu vou lhe dizer o que vai acontecer. Você vai me dar esse anel ou eu atiro.
- De acordo com os meus dados, os sensores vão reativar em menos de 30 segundos. Essa porta vai se fechar e trancar nós três aqui dentro. – ele dizia olhando o anel de diamante oito quilates.
- Estamos mais perto da porta, podemos fugir já você não terá a mesma sorte. – disse o desafiando com os olhos e ele me encarou. Ele soltou uma risada desdenhosa.
- Eu vou sair daqui, e vou sair com esse anel.
- Eu acho que não. – disse me posicionei pronta para correr na direção dele. Só teríamos mais dez segundos se o que ele disse fosse verdade.
- Você             quer o anel? – ele perguntou, mas eu não respondi. – É claro que quer, estamos aqui para isso, não? – sem mais nem menos ele jogou o anel no chão que rolou até fora do cofre.

Quando pensei em correr para pegar, o desconhecido já estava na minha frente. Ele era bem rápido, mas não o suficiente. Logo estávamos em uma competição dentro do banco podendo chamar a atenção dos vigilantes. O olho avelã acabou nos levando até uma saída que era na parte de trás do banco. Eu não sei o que ele tinha nas pernas que nem mesmo James conseguia chegar perto o suficiente para pega-lo. James era um ótimo corredor, eu acabei de crer, corria muito mais que eu. O desconhecido entrou em um carro e disparou pela avenida. Gritei em frustração, o pior de tudo era que o filho da mãe ficou com o anel. Tirei a porcaria da máscara e posso saber que meu rosto está vermelho em raiva.
Ouvi um carro derrapar atrás de mim. Era James na Ferrari. Ele abriu o a porta do banco do carona e gritou “Entra”. Pulei para o banco e ele pisou no acelerador antes mesmo deu fechar a porta do carro.

- O que está acontecendo? Cadê vocês? – perguntou Alanna no ponto.
- Estamos no carro numa perseguição. Tinha outra pessoa lá, ele chegou primeiro que nós e pegou o anel. Estamos atrás deles. – disse praticamente gritando. James achou o carro dele e estava o perseguindo, o carro fazia muitas curvas e eu era jogada de um lado para o outro.
- Vocês estão indo para o centro Cher. Precisão para se não serão seguidos, tem carros da polícia lá. – disse Katrinna.
- Eu não posso perder esse anel. Não temos escolha.

Como Katrinna tinha dito, acabamos no centro e logo pude ouvir a sirene do carro da polícia atrás de nós. Mas o carro da polícia não era páreo para o meu e nem do ladrão com o meu anel. Logo o som das sirenes foi ficando mais fracas até não escutarmos mais.
Estávamos na cola do carro dele que era um azul. Ele não teria como escapar agora, James continuava sem medo acelerando, mas a rua era curta e não dava para cortar por nenhum dos lados. James pediu para que eu segurasse o volante. Ele pegou a arma e colocou o tronco para fora da janela e começou a atirar no carro. Era blindado. Voltou a atirar, mas dessa vez foi nos pneus. Bem na hora o carro passou por um quebra-molas e James errou o tiro.
Voltou a sentar e pegou o volante jogando a arma no painel. As balas tinham acabado. James soltou diversos palavrões. Eu fiz o mesmo que ele e comecei a atirar contra o pneu, mas eu não atirava e logo minhas balas acabaram em vão.

- Cherry, James vocês estão indo para a linha do trem, cuidado! – Alanna e Katrinna avisaram ao mesmo tempo.

Na mesma hora escutamos o barulho do sinal do trem chegando. Merda. James pisou ainda mais fundo no acelerador e acabou batendo do carro azul. O mesmo acelerou ainda mais vendo o trem chegando e eu estava calculando na mente se daria para os dois carros e cheguei à conclusão que iriamos perder o carro azul de vista. Meu carro não iria passar, não iria dar tempo, o carro azul ia passar raspando no trem. Quando estávamos na boca para atravessar os trilhos comecei a gritar com James.

- FREIA, FREIA JAMES. FREIA AGORA! O CARRO NÃO VAI PASSAR! – o carro derrapou, e por um instante achei que não pararia a tempo e que o trem passaria por cima de nós. Fechei os olhos e fui jogada para frente. O carro parou e eu abri os olhos. Tínhamos quebrado o bloqueio para fechar a pista, mas o carro parou a milímetros do trem que passava a todo vapor a nossa frente. Era um trem de carga com pelo menos trinta vagões. James saiu do carro gritando em fúria.
- Que merda! Perdemos o anel de vez. – sai do carro também.
- Nós não perdemos não, eu gravei a placa do carro. Nós vamos pegar o anel James. – disse indo até ele segurando seu rosto para que ele se acalmasse e prestasse atenção em mim.
- Você está bem? – disse pegando no meu rosto e examinando meu corpo.
- Estou James. – ele pareceu não escutar já que continuou a me olhar procurando por algo. – Eu disse que estou ok? – ele apenas assentiu com a cabeça e me abraçou.
- Vocês precisam sair desse lugar, a polícia pode chegar a qualquer momento. Não estou conseguindo pegar o sinal completamente, mas eles estão pertos. Saiam dai. – disse Alanna. – Estamos indo para o galpão.

Fizemos o mesmo que as garotas e fomos para o galpão sem passar pelo centro. Estava sem transito pelo fato de ser de madrugada, então não demoramos muito para chegar. Entramos com o carro e Alanna e Katrinna já estavam tirando o equipamento do furgão.

- O que houve? – perguntou logo Katrinna. Eu sinceramente não estava querendo falar sobre o acontecimento. Precisava pensar em como recuperar o anel. Localizar o carro seria fácil, isso se não tivessem dado fim a ele. Na verdade eu ainda não tinha entendido porque o carro tinha placa. Carros de fuga não tinham placa justamente para não localizarem. E mesmo assim dávamos fim à maioria dos carros. James passou as pressas por mim e logo vi que eu quem teria que explicar o ocorrido. Respirei fundo.
- Para resumir tudo, quando entramos no cofre que já estava aberto, tinha outro cara roubando o anel. Ele foi esperto e conseguiu sair do banco com o anel, perseguimos-o até os trilhos, mas o carro dele conseguiu passar antes do trem chegar e nós o perdemos. Mas o carro tinha placa e eu lembro a numeração.
- Tinha placa? Que estranho… - Alanna ficou com cara de interrogação.
- Muito estranho, mas por outro lado isso é muito bom. E ele pode ter transformado o próprio carro e ser novo no ramo. – Katrinna deu uma hipótese.
- Pode ser, mas tem algo errado nisso.
- Você viu o rosto dele, ou algo que possamos usar como referencia? – perguntou-me Alanna. Logo pensei nos incríveis olhos avelã.
- Não. A única coisa que dava para ver eram os olhos.
- Quer que eu procure o carro agora Cher?
- Agora não Alanna. Estou morrendo de dor de cabeça, depois vemos isso. – não, eu não estava com dor de cabeça nenhuma, mas eu simplesmente queria sentar e não pensar em nada. Meu humor havia mudado totalmente. Corria o risco de eles sumirem com o carro, mas eu realmente queria correr esse risco.

Sentei no meu amado sofá de couro de depois me afundei ali. Fiquei ali em silêncio sem pensar em absolutamente nada. Eram poucas as vezes que eu conseguia deixar minha mente completamente no vazio, na paz. Estava curtindo isso quando o sofá afunda do meu lado. Pela vibração do corpo perto do meu e pelo cheiro eu sabia que era James. Respirei fundo, eu gostava do cheiro dele. Ainda continuei de olhos fechados quando ele me puxou para perto dele e colocou minha cabeça na sua perna acariciando meu cabelo.
Aquilo foi suficiente para que eu me perdesse no inconsciente da minha mente e dormisse.



“Cherry” eu escutei alguém me chamar. “Cherry acorde” novamente me chamara, mas dessa vez o som foi mais alto e eu acordei. Era Alanna.

- Aconteceu algo? – perguntei sentando.
- Não, eu quero que me dê à numeração da placa para eu rastrear. – olhei para o sofá e James ainda estava lá, mas dormia com o rosto apoiado na mão. Levantei com cuidado para não acorda-lo e segui Alanna até os computadores. – Digite aqui a placa. – passei a mão no rosto tentando dispersar o sono e cosei a têmpora. Busquei na memoria a e comecei a digitar. Apertei em localizar. – Irá demorar um pouco porque estou pegando o programa da polícia e como não posso entrar diretamente o programa é um pouco lento.
- Tudo bem. – disse somente. – Onde está Katrinna?
- Ela foi a casa dela fazer algo, ou sei lá. – apenas assenti e nenhuma das duas disse mais nada. – Cher… o que está rolando realmente entre e você e o James?
- Eu não sei. Eu gosto dele e tudo mais, mas não estou aberta a relacionamentos sérios. Não quero ficar dando satisfação aonde vou ou com quem estou. – eu disse sem pensar. Alanna e eu éramos amigas de longa data, em uma época que eu contava absolutamente tudo para ela. Acho que seria bom compartilhar isso com ela, seria um problema a menos.
- Eu não sei se você percebeu, mas… uma coisa que eu venho notando é o interesse de Katrinna nele. Repare como ela olha para ele, e sempre quando James vai falar com ela, ela é extremamente doce e certa vezes até mesmo atirada. – então não foi coisa da minha cabeça.
- Sim eu reparei Lanna. – eu tinha apelidado ela assim ainda quando éramos do colegial e fazia anos que não a chamava assim, mas pelo visto ela gostou de me ouvir chamando-a assim de novo já que sorriu. – Eu achei que era coisa da minha cabeça. Ontem eu podia jurar que vi ódio nos olhos dela para cima de mim. Mas foi questão de segundos para ela camuflar.
- Eu já tentei arrancar alguma coisa dela quanto em relação a ele, mas ela se recusa a falar sempre mudando de assunto ou dando de desentendida. – assenti e fiquei pensando se contava ou não sobre a breve declaração de James.
- Lanna… - chamei-a. – Se eu hipoteticamente dissesse para você que James se declarou para mim, o que você falaria? Hipoteticamente falando.
- Não pode ser… ele… é sério? – ela segurou minha mão.
- Sim. – disse simplesmente na esperança dela me ajudar. – Não foi uma declaração de verdade, foi mais um desabafo. Mas no fim eu achei bem fofo. James não é um amor de pessoa, e vê-lo daquela forma foi extremamente diferente, mas fofo.
- Wow. Eu não esperava por isso. Mas… bem, não sei o que ele te disse, mas ele é um gato. E eu acho que você devia deixar rolar, vocês formam um lindo casal. Mas deixe claro para ele suas intenções e diz que não é nada sério, que é como um teste para vocês. – parei para pensar naquela possibilidade e não custava nada tentar. Quer dizer, eu iria deixar bem claro que eu não devia satisfação e que seriamos dois amigos que se pegam. Se bem que isso já é o que acontece. Alanna tem razão eu só devia deixar rolar e dizer minhas intenções.
- Eu te amo cara. – abracei-a. – Não sei o que seria de mim sem você.
- Eu te digo o que você seria sem mim, não seria nada amorzinho. – ela piscou.
- Sempre tão humilde você Lanna. – ouvimos o computador apitar e olhamos para a tela que dizia a localização do carro. Olhei para Alanna sorrindo. – Te pegamos filho da puta.


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Gostaram?
- Dricka.

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