27 de dez de 2012

2 Broke Girls - Part. 5


- Musicais? E eu achando que você ia trazer algo mais romântico. Chicago não é muito agradável para homens... - ela riu.
- Amo musicais... mas como eu achei que você teria essa reação... eu trouxe uma terceira opção - disse ela mostrando o outro.
- Amizade colorida?
- Dizem que é bom... - sorri.
- Espero que goste do jantar. - disse enquanto ela entrava no apartamento.

[...]

- Sério que você que fez esse jantar? - disse enquanto acabávamos com a garrafa de vinho.
- Sou um homem prendado, meu bem. - ela riu.
- Desse jeito já dá para casar. Sabia que eu acho muito sexy homens que cozinham?
- Então você me acha sexy? - perguntei sorrindo.
- Já disse alguma vez que não? - disse sorrindo também.
- E então, está pronta para a sobremesa?
- Me surpreenda!

Levei-a até a sala e lá eu tinha posto a nossa sobremesa em cima da mesinha de centro.

- Fondue?!
- O que foi? Não gostou? - ela riu.
- Claro que sim. Essa é minha sobremesa preferida, como sabia?
- É... eu não sabia. - ela riu.

Em seguida, eu coloquei o filme enquanto ela se desfazia dos sapatos.

[...]

- Esse filme é tão... nós. - falou. Chloe estava deitada no sofá com as pernas estiradas sobre me colo, enquanto eu fazia carinho nelas com o dedo.
- Não acho. - rebati.
- Por quê?
- A gente é diferente. O.K., somos parecidos um pouco com eles mas mesmo assim, ainda somos diferentes...
- Como assim? É sexo sem compromisso em ambos.
- Mas não ocorre jantares em ambos, nem momentos como esse. A gente é diferente nesse ponto e claro, no sexo. Não ficamos comentando ou falando a respeito na hora "H". - ela riu.
- Então, ainda bem que somos diferentes. Tem razão, Justin.
- Prefiro quando você me chama de Jus. - sorri fazendo bico. Ela riu. - Você é especial para mim, Chloe. Não se trata apenas d esexo, você é minha amiga, eu confio em você.
- Aposto que diz isso para todas as suas amigas... Alex também dizia isso.
- Eu não sou o Alex. Não me compare a ele, não diga o que não sabe, Chloe. Ou pelo menos pare de fingir que não sabe.
- Mas eu não sei, Justin. A gente se conhece a pouco tempo... e...
- Tenho certeza que me conhece mais do que Brit nesse pouco tempo em que estivemos juntos. - cortei-a.
- Tudo bem. Desculpe, Jus. não queria irritá-lo.
- O pior é que eu não consigo ficar com raiva de você, querida. - brinquei.
- Nem eu de você, querido. - rimos. - Sabia que você fica muito sexy com o cabelo bagunçado?
- Sabia que você é sexy o tempo inteiro?
- Idiota. Não sei o que você vê nisso. - disse apontando para seu corpo.
- Ah, muita graça com certeza Mas não se trata apenas disso. Se trata de você, se fosse só o corpo eu ficaria com a Britanny. Mas eu prefiro você.
- Como assim?
- Não consigo manter uma conversa com alguém como ela... ás vezes tenho raiva dela... se não fosse por ela eu teria te conhecido há muito tempo. Mas...
- Eu estaria com Alex provavelmente. - completou.
- Então, isso ao mesmo tempo é bom?
- Já tínhamos falado sobre isso, Jus. Cale a boca e esqueça. - disse um pouco irritada.
- Me faça calar. - ela ssoriu e eu sorri junto. Em seguida, se aproximou e me beijou.

[...]

Estávamos na cama, eu por cima dela enquanto a beijava-a no pescoço. Até que...

- Jus...
- Hm. - continuei a beijando-a.
- Preciso ir ao banheiro. - suspirei em frustração. Logo agora?
- É urgente. Mas eu volto logo.
- Arrgh. Tudo bem. - caí sobre a cama.
- Jus?
- Hm.
- Não acha que estou gorda? - Hã? Não era ela que não se importava com isso?
- O quê?! - virei para olhá-la e encontrei-a sorrindo parada na porta do banheiro, somente de lingerie.
- E então? Gostou? - disse dando uma volta.
- Se isso é ser gorda, continue assim sempre, por favor. - ela riu. Eu me sentei na cama enquanto ela se aproximava de mim, quando pensei que ela finalmente seria minha, ela desviou o caminho e foi em direção à sua bolsa que estava jogada no quarto, pegando de lá um CD e colocando-o no som que ficava no quarto. Soltou os cabelos ainda de costas, e a música começou a tocar. Reconheci a voz de Christina Aguilera, acho que é uma das músicas de Burlesque.

I need a tough lover, yeah yeah yeah
I need a, a tough lover, woo...


E então ela começou a andar em direção à cama. Subiu na mesma e começou a dançar, rebolando no ritmo da música. E só para mim. Eu estava imóvel, ela se abaixou e começou a engatinhar em direção ao colo, sentando no mesmo e rebolando. Ah, qual é?! Eu estava a ponto de explodir! Ela se levantou novamente, me puxando pela gola da camisa, sorrindo maliciosamente. Ficamos em pé no chão, enquanto ela começava a desabotoar minha camiseta, a fim de livrar-se dela. Quando o fez, pôs as mãos no meu peitoral, arranhando-o sem pena com suas unhas, fazendo com que eu reprimi um gemido, apertando-a forte na cintura. Quando fez isso, se livrou da minha calça e agora estávamos, amobs, somente de roupas íntimas. Logo ela me jogou na cama subindo em cima de mim, beijando todo o meu tórax, enquanto sua mão descia para minha cueca, apertando de leve o meu amigo. Foi a gota d'água.


He's a tough lover (yeah, yeah)
A tough lover (woo)
He's a tough lover (yeah, yeah)
A tough lover (oh oh)

Segurei pela cintura e inverti as posições ficando por cima, e beijando-a ferozmente. Ela agora estava com uma mão agarrada ao meu pescoço, fazendo um carinho nos meus cabelos, enquanto suas pernas envolviam minha cintura. Comecei então a apertar suas coxas, logo retirando-a sua meia. Depois disso, foi a vez de me livrar do sutiã. Quando o fiz, ela resolveu livrar-se da minha cueca enquanto eu brincava com seus seios. 

[...]

JUSTIN POV OFF


NARRADOR POV ON


Jus se movimentava rapidamente para dentro e fora de sua adorada amante. Ambos gemiam devido ao prazer que um proporcionava ao outro. Ambos à ponto de bala. Se beijavam e trocavam palavras que no momento eram repletas de significados mas que provavelmente não se lembrariam depois. A garota então começou a chamar seu nome em meio a gemidos deixando-o mais louco ainda, se é que era possível, avisava que estava quase lá, nao duraria muito e, daquele jeito, Jus também não. Era impossível que descrevessem o que sentiam naquele momento, seus corações aceleravam quando estavam juntos. Um fazia bem ao outro. Mas ainda não sabiam ao certo o que estava para vir. Ambos não sabiam o que sentiam, era uma confusões de sentimentos, a única coisa que sabiam é que gostavam do que sentiam e mais nada.

[...]

O garoto caiu exausto sobre o corpo da garota, suavam muito e tinham suas respirações descompassadas, era a segunda vez que repetiam a dose. Agora, ambos satisfeitos. E confusos. Afinal, continuavam sentindo aquela coisa que não sabiam o que era. Ele beijou-a nos lábios, acariciando-a no rosto enquanto a mesma mantinha os olhos fechados ainda tentando recuperar o fôlego. Eu te amo, Chloe., escutou Jus dizendo-a. Abriu os olhos devagar, encarando-o confusa, ele tinha dito aquilo mesmo ou era apenas sua imaginação?- Jus... - murmurou baixinho, ele fechou os olhos por um momento e abriu-os novamente, com um sorriso de canto.- Eu te amo, Chloe. - disse novamente, dessa vez mais alto e claro. Mas afinal, era isso mesmo que sentia? Ele a... amava? Pensava que sim, era sua teoria mais lógica para o que sentia, só podia ser aquilo, então o amor era aquilo?, pensou enquanto ainda encarava os olhos curiosos da amada. Se o amor fosse realmente assim ele não iria se importar nem um pouco de amá-la pelo resto da vida. Não mesmo. Já ela ainda o encarava assustada e ao memso tempo maravilhada, mas afinal ela também sentia o mesmo que ele havia dito sentir por ela? Já sofrera demais com seu antigo relacionamento, criara uma espécie de escudo contra homens, tal escudo que parecia não existir quando estava com Jus. Mas ela sabia que ele era diferente de AlexEle era diferente dos outros. Ela confiava nele. Se entregava a ele de todas as formas possíveis. Ele já a tinha visto em seus melhores e piores momentos, ela não sabia se aquilo iria durar mas pela primeria vez na vida, teve certeza: Naquele momento ela sabia que o amava. Céus, ela o amava! Como não pudera perceber isso antes? Seria tão burra a ponto de tal coisa?- Eu te amo. Jus, eu te amo. - disse a ele. Ele sorriu ao escutá-la dizer aquilo. Ela sentia o mesmo. Ele a amava. Ambos se amavam. Como não haviam percebido antes? Eles eram sem mais nem menos, perfeitos um para o outro.     [...]


NARRADOR POV OFF

Eu o amava. Nós nos amávamos. Então isso é o tão falado amor?

[...]

Estava deitada junto a ele na cama, de seu lado direito abracando-o com a cabeça no seu peito e a perna em cima da sua.

- Uma cor? - falei repentinamente.
- Ué, para quê?
- É um jogo. Só responde, depois você faz comigo. - falei.
- O.K., roxo.
- Uma comida.
- Espaguete.
- Um sonho? - ele corou.
- Pula.
- Hã? Pode falar...
- Ahn... me... casar.
- Que raro. São poucos homens que querem isso. Mas muitas mulheres que sempre quiseram.
- Pode quer também.
- Não... ou melhor, nunca pensei no assunto. Casar, ter filhos... mas acho que sim, talvez um dia. É.
- Eu quero ter filhos. Um menino, pelo menos.
- Eu também. Um menino. A maioria das mulheres gostariam de ter meninas primeiro. Eu sempre quis um garoto. - sorri olhando para Justin vendo que ele também sorria.
- Na verdade, eu queria três. Três filhos.
- Uau, coitada dela.
- Quem?
- A mulher com quem irá ter três filhos. Claro que para você será fácil, ela quem terá que sofrer com dores, e enjoos e dores e enjoos... - ele riu.
- O.K., um casal, no mínimo.
- É o ideal para todos. Enfim, uma palavra?
- Felicidade.
The strands in your eyes that color them wonderful stop me and steal my breath... - cantarolou.
- Um momento?
- Esse. 
- Um sentimento?
Amor. - sorrimos.
- Uma frase?
Eu te amo. 

Continua...

Recadinho: FIC SENDO REPOSTADA DEVIDO AS DEMORAS OCORRIDAS.

Beijinhos, se cuidem. Amo vocês. 


By: Ally - @itsmykidrauhl

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