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29 de dez. de 2014

6. Ultraviolence - Descobrindo novos prazeres


12:45 P.m - Enclos-St-Laurent, centro universitário Paris
– Eu só estou dizendo que pode não ser isso que ele queria dizer com esse monólogo. –Contestou Dale com seu sotaque irlandês horrivelmente carregado. Os lábios de Christopher, o professor de Filosofia se franziram levemente, ele era bonito, tinha ombros largos e braços fortes escondidos por trás de seu suéter cor de vinho. Sua íris esverdeada me encantava de forma que eu me sentia no dever de prestar toda atenção no que ele dizia em todas as aulas. Do púlpito ele cruzou os braços e olhou-me brevemente, pelo simples motivo de que o inconveniente do Dale estava sentado ao meu lado. Abaixei os olhos para minha anotação e mordi o lábio superior esperando que seus olhos se voltassem para Dale.

26 de dez. de 2014

5. Ultraviolence - O controlador


23:00 P.M - Enclos-St-Laurent, Paris
– Eu poderia tocar para você, quer dizer, se você ainda quiser ser tranquilizada pela melodia de Vivaldi. –José parou em frente a porta do meu apartamento, não esperava que ele me deixasse na porta, assim como não estava sentir a corrente de calor vinda dele quando nos esprememos no metrô. Ele estava desconfortável, claro, estávamos em uma posição pra lá de constrangedora. Seu braço direito se apoiava a procura de equilíbrio na parede em que eu estava imprensada, e seu joelho quase tocava entre minhas coxas, e eu comecei a pensar que voltar de metrô não havia sido uma ideia tão boa. Ele tinha um aroma diferente do de Bieber, o persuasivo e excitante Bieber tinha um aroma mais sexy. Bom, quer dizer, seu perfume era delirante, me fazia ter vontade de tirar a roupa, me deixava em êxtase era como se eu flutuasse em meus desejos mais obscenos e profanos. O que não deveria acontecer, o que não era certo de acontecer, eu não deveria ficar excitada só em pensar em um homem tão arrogante como ele.

19 de dez. de 2014

4.Ultraviolence - Os desejos de Lizzie


– O que?
– Sente-se. –Ele fez-se de como se eu não tivesse perguntado-o exatamente nada, assim como a algumas horas atrás. Eu continuo inerte.

3 de dez. de 2014

Ultraviolence - 3º - Perseguidor? "aviso"


E novamente estou no chão, olhando-o de forma amedrontada, submetida aos seus berros.
– Desculpe senhor, essa garota simplesmente entrou na frente do carro com a bicicleta. –O homem explicou-se
– Volte pro carro, eu cuido dela. –Ele ordenou, estremeci, eu cuido dela, o que aquilo poderia significar? Ele me humilharia ou algo do tipo como o dia anterior, ou simplesmente deixaria-me ali, e fugiria sem prestar nem um tipo de ajuda. Levo em consideração as duas opções, mas não me importaria, com tanto que eu não o visse mais hoje.

29 de nov. de 2014

Ultraviolence - 2º Capítulo - Shelby?


– Não. –seu tom era baixo, levantei minha cabeça para olha-lo, e ele continuava e manter seu olhar analisador em minha direção. – Foi apenas um mal entendido.
– E o que aconteceu com seu terno senhor?

20 de nov. de 2014

Ultraviolence - 1º Capitulo - Belo Desastre?


"Você disse que se eu fosse do seu feitio.
Você faria um mundo noturno hoje
Para combinar com o humor da sua alma" - Black Beauty, Lana Del Rey

04:10 P.m - Paris