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10 de jul. de 2014

this love 3 -bloods em ação

This love capítulo 3 –Bloods em ação

Justin narrando.

Desci do avião e entrei no ‘’taxi’’, que na verdade, era um dos agentes da mesma agencia com a filial no Brasil.

-239 –o cara disse sério

-002 –sorri.

-Bieber? –ele sorriu de volta

-Sim... e você? –obvio que eu não saberia

-Walter –sem mais conversas ao longo do caminho.

Foram duas horas de viagem.

-Usher mandou avisar que sua Range já esta pra chegar

-tudo bem. Valeu –saí do carro e entrei na minha nova casa temporária.

Assim que cheguei avaliei.

Tudo do jeito que eu gosto.

Deitei e assisti televisão até receber a mensagem do Usher, dizendo que minha range linda já estava aqui.

Fui tomar um banho e vesti uma roupa sociável e fui trabalhar

Mentira, eu ia em uma balada mesmo. É tradição. Sempre, no dia que eu chego no país, eu saio e experimento o que o país pode me oferecer de bom.

Já havia passado do centro da cidade.

Estava agora na VL. Valqueires  de acordo com o GPS, em uma rua escura, quase sem movimento.

-CARAMBA! EU QUERO IR A BOATE, GPS INFERNAL!  -gritei batendo no volante e estacionando na esquina

-por favor, fale o endereço novamente –a vozinha irritante do GPS soou

-APAPUTAQUEPARIU –desliguei aquilo. Por isso trabalho sozinho.

Olhei para frente e só vi um –big –carro todo preto passando.

Me lembrei que os Bloods só usavam carros assim. Otários. Quem não vai perceber?
Olhei ao redor  e vi apenas uma pizzaria pequena.

-por falta de tu, vai tu mesmo. –Estacionei o carro em um outro lugar, saí e tranquei tudo.

Fui caminhando até a pizzaria. Não havia movimento nenhum. Peguei o cardápio e me sentei para ver o que tinha.

Hoje, sábado, de noite e a pizzaria sem movimento? Ok...

O sininho da pizzaria soou depois de 10 minutos e de lá, entrou uma moça com cabelos longos e castanhos . Realmente, muito bonita

‘’Tudo bem Du’’

Ela disse olhando para trás sorrindo boba e corando levemente. Bufei vendo que minha chance já era.

Voltei a atenção para o cardápio.

Depois de algum tempo, fui até o balcão.

Não havia ninguém lá.

Olhei para trás e vi o casal de antes. A moça tinha se levantado e ido ao banheiro, enquanto o cara tirou o celular do bolso e disse algo. No mesmo instante ele saiu e uns caras entraram.
Eram em cinco mamutes no total.

Ouvi o barulho de um carro sendo arrancado, era o ‘’par’’ da menina , e de frente pra pizzaria aquela van preta blindada

Bloods, Bloods... tão discretos...

-ah velho, vocês tem que aprender a ser discretos –disse alto, sacando a arma e atirando nos dois armados.

Um dos caras veio até mim com um ponta pé.

Apenas segurei seu pé –diga se de passagem, e que pé –e o virei, quebrando sua perna e atirando em sua cabeça

Estava pronto pro próximo mas um grito feminino me distraiu.


NARRADO POR LUANA


Eu devo estar bem assim né? (http://www.polyvore.com/luana/set?id=69796203)

Bom dane-se.

Eu fui a pé pra pizzaria.

Não era tão longe de casa, dava tempo de ouvir música e eu amo andar. O único motivo pra eu deixar de ser sedentária.

30 minutos e eu me encontrei com Eduardo duas ruas antes da pizzaria.

-Hey Lu, eu disse que eu te buscaria! –Ele disse sorrindo

-Não se preocupe, eu gosto de andar –sorri de volta

-ok,  mas agora chega. Entra aí –ele me destravou o carro para que eu entrasse e assim fiz

Como pode? O menino estava perfeito só com uma camiseta polo preta, calça Jeans clara, um nike shox branco e por fim o 212 masculino exalando.

((Desculpa galera, eu não sei como seria o Logan Lerman desse jeito porque a única pessoa que me vem na cabeça assim, da primeira vez em que saímos, é outro menino ))

Quando chegamos na porta da Pizzaria Du me chamou

-Eu vou só ver um negocio e já volto, ok?

-tudo bem Du –disse e sorri entrando na pizzaria. Só havia um garoto lá. Medonho?

Magina, todos sábados em horário de farra as pizzarias estão vazias, claro. Poderia ter me mandado dali, mas o barulhinho do sino me faz prender a respiração.

Não exatamente o barulho. Mas o motivo .

Ele entrou se sentando de frente pra mim, e ali conversamos. Sobre tudo.

-Não achei que fosse tão perfeita –ele parou de rir e olhou em meus olhos

-Sempre achei que curtir futebol, ser bobona, e não ter dado que nem as vadias da escola não me fizesse ‘’perfeita’’ –ri

-Não SÓ por isso. Claro que eu amo o fato de você ser diferente, mas poxa, é esse seu jeitinho meigo, como você sorri e cora, os seus olhos castanhos escuros e usar tanto sua cor favorita.

-qual minha cor favorita? –perguntei normal

-azul –meu quase sorriso tinha se desmanchado. Mas ele logo o recuperou colocando sua mão por cima da minha.

-O que eu quero te dizer é que eu... eu te amo –sorri.

-Eu te amo há muito tempo –sorri de cabeça baixa, mas ele levantou com o polegar

-então, vamos construir nosso destino –ele sorriu. Antes que eu respondesse, senti meu celular vibrar em minhas pernas.

Jess Calling

-hãã... eu já volto. –disse e me levantei

-tudo bem, amor –fui saltitando até o banheiro.

-FALA BISCA! –atendi o celular

-O que ta rolando ae?

-Ele disse que me ama –comecei a pular no banheiro mesmo

-AI MEU DEUS! AÍ SIM SRa. COLLINS –ela riu

-nossa, nunca esperei por isso

-Então, volta pro seu encontro gata. Beijo Beijo Beijo Beijão

-Beijo Beijo Beijo Beijão –desliguei o telefone. Me olhei no espelho e respirei fundo voltando ao cara que eu sou tanto afim.

Porém, não foi exatamente isso que eu vi

-AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH –Gritei ao ver dois brutamontes caídos no chão e um branquelinho, que era o mesmo que estava sentado a pouco tempo atirar em um outro cara

-Hey gatinha –ele sorriu se virando pra mim e andando em minha direção

-FICA LONGE DE MIM! –disse recuando, até bater com as costas na parede

-Amorzinho, calma –ele disse sorrindo de lado vindo mais perto, mas um outro cara deu um soco nele. Ele parou e olhou pro cara

-Você... me socou? –ele perguntou incrédulo 

-É.. é isso mesmo que eu deveria fazer. – o próprio cara se confundiu

-EU IA CONSOLAR A MENINA, COITADA! –o moleque gritou

-Mas é ela nosso alvo –assim que o cara abaixou os braços, o Loirinho lhe deu um chute e depois se ajoelhou do seu lado, quebrando seu pescoço

-AI MEU DEUS! PARA COM ISSO! –Gritei já desesperada.

-ô gata, tô te ajudando e  você ainda faz isso? Tsc Tsc –ele balançou a cabeça em um sinal de negativo e colocou as mãos nos bolsos sorrindo de lado. Olhei atrás dele, um cara que tremia com a arma, apontando pro peito do garoto. Em menos de segundos o moleque sacou a arma e sem mesmo olhar, atirou no cara de trás.

-Espero que você não tenha torcido pra ele me matar –O menino disse chegando perto

-e...eu... eu... nã... não... –ele colocou o dedo indicador em meus lábios, fazendo um total silêncio, ou quase, a não ser pelos ‘’tic-tac’’. Acompanhei o olhar do moleque que ia pro chão, do lado de um dos caras mortos. E na mão de um tinha um reloginho.

-Não desta vez, filho da mãe. –o cara, que eu jurava que estava morto disse e por fim tombou a cabeça pra trás.

-Hey, agora você corre. Ok? –O menino disse, tão perto que nossos lábios quase roçavam.

-Por que? –perguntei com um pouco de dificuldade.

-Porque isso aqui vai explodir. –ele piscou e me deu a mão, me puxando pela porta dos fundos. Corremos, corremos, corremos muito. E nunca achei minha sapatilha tão desconfortável.

-entre –De novo, o loiro piscou e abriu a porta do carro pra eu entrar. Neguei com a cabeça.

-como não? Já estamos meio seguros. Não confia em mim? –ele disse, sínico

-NÃO! –disse. Algo mais obvio que essa resposta?

-Por que? –ele se fingiu de triste

-COMO ASSIM POR QUÊ? –Gritei. Não teria nenhum problema, aliás, estávamos em um lugar deserto. –EU SIMPLESMENTE PERDI O ENCONTRO DA MINHA VIDA PRA VER UM MOLEQUE ESQUELÉTICO MATAR CINCO CARAS FEIOS E MAIORES QUE MEU ARMÁRIO. POXA, QUEM É MAIOR QUE MEU ARMÁRIO? POIS É, AQUELES CINCO ERAM, MAS NÃO VAMOS MAIS VER CARAS-ARMÁRIOS PORQUE ELES ESTÃO MORTOS. COMO VÃO ACHAR CAIXÕES DAQUELE TAMANHO? E TAMBÉM PORQUE VOCÊ ESTÁ ME CANTANDO SE ACHANDO O SENHOR SEXY SENDO QUE EU SÓ QUERO MEU DU DE VOLTA. AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH –Gritei mesmo. Ele veio até mim com um copinho (que eu não sei de onde esse moleque tirou) todo normal

-bebe –ele disse como se preocupasse

-NÃO! O QUE É ISSO?

-Você vai se acalmar –Não tem tu, vai tu mesmo. Tomei aquilo com a maior raiva

-é sério, o que é isso? –perguntei brava. Sabe quando cai a ficha de que você tomou um líquido dado por um cara que acabou de matar várias pessoas? Então.

-Dormente.

-Você me drogou? –perguntei sentindo meus sentidos confusos

-mais ou menos. 3, 2, 1 e... vem pro papai –ele abriu os braços e sorriu. Antes que eu ‘’lutasse’’ contra isso, caí em seus braços, sentindo um peso enorme em meus olhos


Justin narrando

Assim que a mocinha desmaiou a peguei no colo e coloquei no banco de passageiro, voltando pra ‘’casa’’.

Assim que entramos, subi as escadas, colocando-a deitada em minha cama de casal.

Uma noite desperdiçada.

Olhei a garota deitada e logo me veio um ‘’ou não’’ em mente.

Balancei a cabeça negativamente.

Que pensamento idiota. Digno do meu irmão.

Enfim, saí do quarto. Ela provavelmente dormiria mais de 24horas.

Comi alguma coisa e fiquei vendo televisão.

Canais de joias eram as únicas coisas mais interessantes. Então me rendi.

Subi para pegar um edredom. Deixaria a princesa na minha cama e dormiria no sofá.


Por hoje.








Gente, nao, pera, voces já viram um tal MC Biel? Assistam ''pimenta'' dele. É tipo lolly. Um lolly do brasil. Que cara gato! 

WHATZUP NEGAS DO BAILE? 

Eu tinha esquecido mesmo de postar .-. gente, pode me chamar no face, me lembrem sdnvskjfdnvksd 

Eu tenho alguns babados to tell. Mas vamos começar pelo mais leve. Bom, deixando as fofocas em dia, estou no ultimo ano do ensino médio e no ultimo ano do curso técnico em lazer e entrou um menino na minha sala *0*  Tipo, o menino é bonito e pa, sabe? Ele é bem forte, até, mas é um besta. Quando as meninas viram, só faltou distribuir o absorvente de maracujá, mas aí ele falou pra uma galera que ele ficaria com todas se ele quisesse -.- aí todo mundo ta cagando e andando pra ele, é. 

Um mico que eu tive no ano passado. Eu estava numa boa no curso técnico (nao sei se voces viram fotos no face, mas a escola é linda, parece a do high school musical!) aí tinha um painel, com fotos dos formandos. Eu fui ver numa boa, tranquila, suave. Aí minha amiga me chamou pra entrar na sala, mas antes disso eu tive a capacidade  de tropeçar no ''pé'' do painel. CARA, EU TO FALANDO, AQUELE NEGOCIO FICOU POSSUÍDO PELO RITMO RAGATANGA! nessa o painel desmontou em mil pedaços e caiu tudo em cima de mim, eu quase caí junto. TODO-MUNDO-DA-ESCOLA-OLHANDO-PRA-MINHA-CARA 

para mais micos acesse: www.micosblue.OrgJustinVemNimim.com 

Tao me animando com os comentários! 20 pra próxima? Me ajudem a divulgar, pq nesse ritmo até desanima :(


Bom saber que temos uma belieber-aranha pq ela sobe pelas paredes, uma suicida (a milena u.u), as minhas leitoras antigas sambando e to achando beautiful as leitoras novas que já chegaram no salto 15 pra sambar! 

É TOIZ GALERA

Blue :*













8 de jul. de 2014

this love 2 - a missao

This love Capítulo 2 - A missão

Estados Unidos da América -New York , AAE - Dias atuais.

- whatzzup? -sorri de lado, enquanto colocava a pasta com os documentos pegos em cima da mesa de vidro, em seguida, apertando a mão de Usher.

-como foi, Bieber? –sorriu de canto.

-Até que fácil. O cara era um palerma. –ri pelo nariz, me sentando na cadeira de couro e me aconchegando lá.

-sabia que iria completar com êxito. –sorriu. Retribui seu sorriso, e antes que entrássemos em outro assunto, fez um sinal para que os enormes caras vestidos de preto, saíssem e fechassem a porta.

-acho que sabe o que quero falar, não é? –riu fraco. Assenti com um semblante sério. Normalmente, quando Usher me chama assim, e manda os seguranças saírem, é porque são missões de extrema importância e sigilo. E como eu estou no meu auge de missões completas, provavelmente era sério.

Nossa agência é subdividida em 5 categorias :

A quinta são basicamente os policiais e seguranças, mas obviamente, com mais recursos e treinamentos.

A quarta, são os espiões novatos. Os que ainda estão em processo de treinamento.

A terceira, o agente tem que fazer o possível para que não haja mortes.

A segunda, são os agentes que por não terem conquistado tanta confiança, não vão para fora do país para realizar as missões.

E a primeira posição, na qual me encontro : Você é um agente livre. Tudo que você faz, é por sua conta.

Matar pessoas que fizeram mal para outras famílias é o melhor. Não sou o Robin Hood, obviamente, mas de todo jeito, nossa agencia é, falando de um jeito idiota, porém compreensível, boazinha. Portanto, não posso matar todos que quero por simples vingança, mas se tentarem algo contra mim, posso atirar. E idiotas, são idiotas. Então, eles sempre tentam.

Com quatorze anos, eu assumia a terceira posição, e um fato, me fez treinar como um louco, para que com quinze anos, eu já estivesse na primeira posição, como “ o melhor agente da AAE “ mesmo que isso tenha me feito perder á sensibilidade á maioria dos assuntos.

-Essa missão é um pouco diferente das outras. -Usher disse, agora com uma expressão séria -Alguns códigos estão em jogo. Esses códigos farão com que bombas nucleares de alta potência, espalhadas entre cinco países, inclusive a América, sejam ativadas. Não temos muitas informações, mas sabemos que os Bloods estão em jogo, tentando fazer exatamente o que queremos impedir. Não sabemos onde está os códigos, e essa será sua missão, achá-los.

Pensei alguns minutos no que Usher tinha dito e soltei uma risada fraca. Isso é doideira. Não que minhas outras missões não tenham sido, mas essa missão não me dá informações o suficiente para que eu cumpra meu papel.

-Você sabe Ush. Eu sou o melhor dessa agencia. Não vou arriscar meu posto sendo um vagal sem mal saber o que é minha missão –disse me apoiando na parede da porta de frente para meu chefe.

-Eu sei bem Justin. Do mesmo jeito que você sabe que eu não desperdiçaria meu agente numero 1. Eu realmente preciso de você

-Manda qualquer outro. Isso é missão para agentes níveis três, no máximo. Eu tenho missões mais importantes. –Disse arrogante. Usher apenas revirou os olhos tentando manter a calma

-Olha. Você sabe que eu não te chamaria por nada. Não é uma missão boba. Larga de ter o ego inflado. Das informações que te dei, o que te falei?

-Das POUCAS informações que me deu, bom, é pra tentar impedir os Bloods de fazerem as cagadas deles, procurar um código que sepá salva a América e só.

-Ah, então quer dizer que não mencionei que seria no verão –arqueei as sobrancelhas

-Não estamos no verão, Ush

-Ah é... é que no Brasil é verão, sabia? –ele sorriu e depois riu fraco vendo minha animação

-Bom... eu posso tentar –coloquei as mãos no bolso

-Não esqueça que é a trabalho, hein Bieber –Puxei a porta da sala do chefe

-Já me viu falhar alguma vez, Raymond? –Sorri de lado fechando a porta e saindo.
Claro que antes de abaixar os óculos de sol pisquei pra Secretária gostosa daqui. Ela acenou e suspirou.

Também vi a reprovação da Mandy, balançando a cabeça negativamente, ri.
Entrei na minha Range Rover preta e dirigi até o centro de treinamento.
Nome? Justin Drew Bieber.

Função? Simplesmente o melhor agente da Cia.

Poderia dizer que não foi fácil chegar a essa posição mas poxa, sou eu! Sempre tem alguém que acha que não dá pra pessoa ser Bonita e talentosa, e então, a pessoa que pensa isso até me conhecer. Uma pena que ela tenha que ser apagada um tempo depois, mas isso é irrelevante.

Depois de quatro horas de treinamento, senti meu celular vibrar

‘’sei que está treinando, mas agora vá pra casa e descanse. Seu Voo sai hoje meia noite’’

Usher, Usher. Quando ele vai aprender que eu não me canso fácil? Trabalho pra essa agência á dez anos e meio e com apenas 20 anos vou me cansar com quatro horas de treino? Ri fraco guardando o celular no bolso e voltando agora pro meu apartamento.

Comi alguma coisa e fui tomar um banho pra depois arrumar minhas malas.

Alemãs, Italianas, Russas, africanas, Venezuelanas, Espanholas, Mexicanas, Japonesas, Chinesas, Filipinas, Canadenses, francesas , americanas e Portuguesas.

Todas foram mais que quentes e agora, vou experimentar um pouco da terra maravilhosa. Inevitavelmente um sorriso brotou dos meus lábios.

É, vai ser ótimo!





Dias atuais, 10:00 am - Brasil - Rio de Janeiro, RJ


-Luana! Ele ta muito na sua! –Jess e eu começamos a dar pulinhos no meio do corredor

Todo mundo tem um momento patricinha.

-Será? –Perguntei agora com a sola dos pés já presas ao chão.

-Deixa eu ver –ela fez cara de pensativa e nos imitou – ‘’Oi lu’’
‘’Oi Du’’
‘’Tudo bem com você?’’
‘’tudo ótimo e você?’’
‘’com você aqui é impossível ficar mal’’ Risos
‘’então... ‘’
‘’ah sim... hm... quer  ir em uma pizzaria comigo amanhã?’’
‘’Eu... e... você? Só? ‘’
‘’é.. mas se não tiver problema pra você, claro.’’
‘’não, não têm problema nenhum!’’
‘’então... amanhã ás nove’’
‘’não é meio tarde?’’
‘’ah... é que eu tenho esse horário... mas podemos dei...’’
‘’NÃO! Fechou’’  -Ela terminou de imitar cada um e riu, ri junto.

-Besta. Eu fiquei parecendo uma desesperada nessa sua versão –empurrei ela com o ombro e continuamos caminhando pra sala.

-Na minha versão o caramba, você que fez isso! –ela gargalhou

-Dá pra parar? –coloquei a mão no rosto.

-Nunca. Tenho memória boa. –Ri. Porque já já ela esquece. –mas vocês fazem um belo casal

-Sério? –perguntei feliz

-Claro. Também, quem não faz um belo casal com aquele menino mais velho de cabelo escuro e olhos claros, MEU DEUS! –ela se abanou arrancando longos suspiros. Ri alto. Entramos na sala e nos sentamos.

-Cola lá em casa hoje pra fazer o trabalho de português. –disse  me  encostando na parede

-Ah, mais um?  Já fizemos o de história, Artes, Filosofia... Não aguento mais! –ela se jogou na carteira

-calma gata, falta uma semana para férias e dessa vez, sem volta! –sorri

-EEEE, jogando serpentinas e confetes –ela disse abafado por conta de ainda estar deitada em cima da bolsa.

-Boa tarde turma –A professora de Geografia chegou avassalando com aquela bolsa gigante com um grupinho restante de alunos da classe e começou a aula.

(**)

Enfim a aula acabou, e já estava perto de casa

-Tchau gata –jess piscou pra mim indo agora á rua contrária do meu caminho

-Tchau –mandei beijos no ar.

Essa garota é uma comédia. Jess é minha amiga desde quando eu tinha sete anos, e desde sempre é louca. Tudo bem que era eu quem comia terra mas... ok, chega.

-Hey Luana! –ouvi um berro masculino e me virei  dando de cara com Eduardo. Gelei.
Ele correu alguns passos e colocou a mão na nuca sorrindo de lado. Isso foi um pedido de casamento? Não? Porque deveria ser, só acho.

-Oi Du. O que faz aqui? Você mora do outro lado –ri fraco junto a ele

-eu sei é que eu... eu não te dei tchau –ele corou. AWWWN!

-ah... –sorri. Ele me puxou pela cintura dando um beijo demorado em minha bochecha. Agora, foi minha vez de corar.

-Tchau, amor

-ér... hm... tchau... –ele saiu. Olhei a –bela –visão dele, que ia se distanciando. Quando não o vi mais, coloquei as mãos no rosto soltando um grito. Assim que tirei as mãos, todos me olhavam. Talvez por eu estar em uma das partes mais movimentadas do Rio gritando.  Sorri amarelo pras pessoas que ainda olhavam e saí de fininho .

Let’s go.

Eu, Luana Bittencourt, formando o ultimo ano do ensino médio, sou afim do mesmo cara, Eduardo Collins, desde a minha sexta série. ÉÉÉÉ.

E ele nunca falou comigo. ATÉ ESSE ANO!

Eu nunca fui a menina mais popular da escola, justo essas que ele sempre ‘’conversava’’ .

Mas eu entendo.

Ah! OLHA PRA ELE!

Fui saltitando até em casa.
-HEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEY –Gritei abrindo a porta da sala, assustando meus avós

-ultimamente você anda muito feliz mesmo –Minha vó, Dona Sol, riu.

-Pois é né... –disse simples.

-Isso não envolve nenhum garoto, não é? –Meu vô largou o jornal e se levantou sorrindo sacana. Corei.

-Não –respondi rápido. Não menti. Du é um homem. HÁ!

-e por que está toda rosa? –Vovó falou, fazendo os dois rirem.

-Porque eu preciso de um banho! –disse e subi ás escadas correndo, só ouvindo as risadas sem fim

Tomei um banho e vesti uma roupa confortável já que estava calor. Claro, é verão.

Logo, desci para almoçar com meus avós. E sim, eu moro com eles.








Chego chegando, beijo no canto da boca :*

Whazzup, my niggas? 

Por ser inicio d e fic ta tudo naquele clima pacífico né? Voces comentando pouco, eu menos garota louca crazy... é a vida

Com 10 comentários ainda hoje eu posto o/ 

6 de jul. de 2014

This love - capítulo um

This love Capítulo um -prólogo

San Francisco, Califórnia, United States - 20 de fevereiro do ano 2000 , 10 p.m

Era uma família comum, ou quase.

Haviam saído, foram ao cinema comemorar as boas notas bimestrais dos filhos. Conversavam animadamente, enquanto andavam por uma das vielas de São Francisco. Hoje, as coisas estavam bem mais calmas e pacatas do que o costume, então, os pais deixaram escapar um certo alvoroço.

Estavam sendo perseguidos.

Tentaram apressar os passos, mas antes que as duas crianças pudessem raciocinar, ouviram dois barulhos, que ecoaram o local. O barulho não era de total desconhecimento pelos meninos, aliás, seus pais eram agentes. Os pequenos sentiram seu sangue gelar, o coração vacilar, e a respiração ficar cada vez mais intensa.

Eles ainda não haviam sido notados.

O garoto mais velho, tentou pegar a mão do irmão e sair dali, a procura de ajuda, mas era tarde demais. Os olhos caramelados -que no momento estavam esbugalhados - se encontraram com os olhos em um azul escuro incomum. O menino mais velho tentou o puxar novamente, mas ele travou. Sua respiração começou a ficar ainda mais irregular. O dono dos olhos azuis escuros esboçou um sorriso de lado, deixando claro á criança que aquele seria seu fim. Mas antes que o gatilho fosse apertado pela terceira vez naquela noite, o cara foi atirado no chão, segundos depois de alguns barulhos abafados, revelando que atrás dele havia uma sexta pessoa. .

Essa sexta pessoa sorriu. Mas não era um sorriso macabro, como o do cara dos olhos azuis escuros.

Era um sorriso... reconfortante.

Um conforto sobrenatural, aliás, como era possível duas crianças se sentirem seguras após verem os pais serem assassinados a queima-roupa?!

-Vocês não precisam mais sentir medo. Eu farei o possível para que tudo fique bem -sorriu quando pegou certa proximidade dos garotos, ajoelhando e ficando frente á frente com eles -a propósito, sou Jack. Agente Jack.

E quando tudo foi entendido, uma lágrima de dor, de perda, rolou pelo menino dos olhos castanhos.


Vinte e cinco de fevereiro do ano 2000, 11 p.m. - Central da AAE (Agencia Americana Extrema)

-VOCÊ ESTÁ ASSUMINDO RISCOS FATAIS, JACK -O velho senhor gritou

-As vezes, riscos trazem benefícios. Eu vou ficar com eles -Jack sorriu, pegou a mão de cada um dos meninos e saiu da sala de seu chefe, como sempre, esbanjando seu racionalismo. Jack não agia por impulso, e isso, o tornava sábio. Não era á toa que era o melhor agente da AAE.


Três de agosto de 2008, 11 a.m. - Upper West Side, Manhattan, New York, Jack's house

-ESQUERDA, ESQUERDA! -Jack gritou, se esquivando dos socos dados pelo menino dos olhos caramelados. Sem querer fazer o previsto, o Jovem, acertou-lhe um soco de direita e chutou seu peito, fazendo Jack cair deitado.

O menino sorriu satisfeito, mas ajudou Jack a se colocar de pé.

-Chega de treino, Jack -pediu, indo pegar sua garrafa de água.

-Olha, eu sei que é difícil para um garoto de quatorze anos ter que treinar cinco horas por dia, mas lembre-se que foi você quem escolheu ser agente. E sabe que em tudo que fizermos, já que é pra fazer, temos que ser os melhores. Ao menos dar nosso melhor.

-Eu sei o que é preciso, Jack -o garoto bufou

-Ainda não é o suficiente. Tome -lançou um tipo aparelho parecido com um beep -Vou lhe ensinar como impedir um assassino que esteja distante. -O menino apanhou o pequeno aparelho que fora arremessado e o fitou com desdém.

-nha... deixa pra próxima -sorriu de canto, guardando o aparelho no bolso e tomando distância de seu velho.

-Pelo menos vá ao galpão pegar sua bolsa -Jack gritou, já que o menino também estava á uma distância considerável. Mas apenas foi respondido com um grito de ''depois eu vou''

"Adolescentes'' Jack pensou. Foi andando tranquilamente ao galpão, pegou a mochila do menino e voltou ao jardim onde treinava. Mas dessa vez, ele foi surpreendido.

Não estava sozinho.

Enquanto isso, dentro da casa, o menino de olhos verdes observava o de olhos castanhos

-você devia ter ido buscar a bolsa -disse

-é só uma bolsa -deu de ombros terminando de preparar seu sanduíche.

-Mas ele pediu. Não importa o assunto. Você deveria o ouvir -Atitude sábia de um
garoto alguns aos mais velhos, refletiu no ''pequeno rebelde''

-Tem razão -deixou o sanduíche de lado e deu meia volta, na intenção de desculpar-se com Jack, pegar sua mochila e ainda aprender a usar aquela tralha, que até então, ele não via necessidade.

Quando percebeu certa movimentação no jardim, apressou seus passos, já sentindo seu coração dar um leve aperto.

Sabia que não gostaria do que iria ver.

-JACK! -Gritou tentando correr para mais perto. Jack lutava com um cara encapuzado. Ele não deveria ter feito isso... chamou a atenção do cara. Mas talvez, isso tenha sido proposital.

Aquele gramado parecia não ter fim. Não conseguia chegar nunca. Tirou o aparelho do bolso e tentou apertar qualquer coisa que o ajudasse naquele momento. Mas ele não sabia como usa-lo.

O encapuzado largou Jack, que caiu, com as mãos no pescoço, tentando puxar um ar qualquer. Aliás, o cara quase tinha lhe estrangulado.

Levantou o olhar, que veio ao encontro aos olhos que esbanjam medo, desespero, e qualquer emoção relacionada aos adjetivos. E isso alegrou o dono dos olhos azuis escuros incomuns.

Isso era possível? O dono dos olhos azuis estava morto. Não estava?!

Isso afetou o garoto de tal modo que ele parou de correr. O cara encapuzado levantou a arma na direção do garoto. E quando apertou o gatilho, o menino fechou os olhos fortemente. Mas nada lhe aconteceu. Abriu os olhos sorrateiramente, e viu ali, estirado no chão, outro pedaço do seu coração.

Nesse momento a emoção foi á cima da razão. Mesmo tendo um cara mirando a arma em sua direção, correu o mais rápido que pode na direção de jack.

Não conseguiu dizer nada, sabia que sua voz falharia. Silabou alguns ''me desculpe, Jack'' e viu o menino mais velho chegar, quando olhou pra trás, viu que o dono dos olhos azuis não estava mais lá.

-O resgate está vindo. Aguenta aí, jack -o menino de olhos verdes suplicou

-por favor, Jack, me desculpe. Não vai. Por favor -o outro menino pediu.

-ei, eu quero que prestem atenção -Jack pediu com tamanha dificuldade, aliás, tinha sido acertado em cheio. -eu agi pela emoção quando peguei vocês dois. Mas nunca me arrependi disso -o menino mais novo abaixou a cabeça.

''certamente, se arrependeu agora'' . Pensou o dono dos olhos castanhos.

-E eu não vou me arrepender. Vocês me dão orgulho. E eu... não vou poder estar aqui para protegê-los. Lembrem-se de que em tudo que participarem, vocês tentarão ser os melhores. Não deixem que a emoção lhe deixem submissos, sejam racionais. Eu sei, que em algum momento da vida de vocês, a emoção falará de uma maneira inexplicável, e vocês deverão escolhe-la. Uma maneira inexplicável assim como eu senti um amor, que até então, era desconhecido por mim, quando eu olhei esse par de olhos castanhos, e o par de olhos verdes. -ele começou a deitar sua cabeça. Uma lágrima rolou no rosto branquinho do menino de olhos caramelados.

-por favor, jack. Nós precisamos de você -o menino de olhos caramelados disse. O menino mais velho passou a mão por suas costas, como um consolo.

-um dia, vocês vão encontrar alguém que possam depositar todo amor desconhecido. Vocês vão sentir quando for a hora. -sorriu

-jack, eu... eu te amo -o Menino de olhos caramelados murmurou. Era algo incomum essa frase vindo de um dos dois, mas á um tempo atrás, já tinha sido dita pelo mais velho.

-eu amo vocês dois, pequenos -e ali, ele já não tinha mais os olhos abertos. O menino de quatorze anos chorou de angústia, e o mais velho, o abraçou, chorou também, mas não queria transparecer que nada iria dar certo, naquele momento, ele quem teria que passar alguma segurança.

E em poucos segundos, a casa estava infestada de agentes, tentando descobrir, o que aconteceu.

Mas já era tarde demais... de novo.







Cinco de setembro do ano de 1999, 12 p.m. - São Paulo, SP, Brasil.

-mas mamãe, porque nós temos que viajar? -A pequenininha perguntou, se sentando entre o pai e a mãe, no avião de primeira classe completamente vazio.

-ué, você não quer ver a vovó? -a mãe riu fraquinho, enquanto o pai posicionava a menina que já queria tirar um cochilo, mas antes disso, assentiu, dizendo que estava ansiosa por isso.

(**)

-Lilian, não pode deixa-la aqui! Ela tem cinco anos, precisa de você! -Solange disse, pronta para chorar, encarando a filha e o genro que estavam na soleira de sua porta, após o jantar.

-mãe... eu não posso mais ficar com ela. Você... tem que cuidar da minha bonequinha de porcelana -vendo que Solange choraria, José a abraçou.

-e quando voltaremos a vê-los? -o avô perguntou. Marcos soltou um longo suspiro pesado, fazendo com que Solange chorasse mais.

-Mamãe? Papai? onde vocês vão? -a menininha perguntou como uma verdadeira criança de 5 anos. Se aproximou correndo dos pais, que se abaixaram na altura de sua pequena.

-nós vamos dar uma pequena saidinha. Mas isso não importa, sabe por que? -Marcos perguntou, embora estivesse com os olhos marejados, sorria.
A menina maneou a cabeça como um não.

-Porque nós sempre estaremos aqui -apontou para o coração dela, fazendo com que um sorriso tomasse conta de seu rosto.

O beep dos dois soaram no mesmo instante. Eles se entreolharam e abraçaram a menina. Cada um na sua vez. Afagaram seus longos cabelos castanhos levemente cacheados e fizeram uma longa despedida. Tratando de deixar claro o quanto a amavam.

Sem querer, Lilian deixou uma lágrima cair, mas a secou antes que a filha visse.

Se levantaram, e caminharam aos pais de Lilian, dando um longo abraço. Passando todo amor que sentiam.

-Dê isso á ela quando ela completar, 15 anos. Aliás, não há ninguém melhor do que vocês para entregar isso á ela -Marcos sorriu, dando-lhes uma caixinha aveludada.

-E digam a ela, que essa carta só pode ser aberta quando ela sentir que a vida dela deu um giro de 360 graus. Se ela estiver confusa e com medo. Mas não por dramas adolescentes. Digam ainda quando ela tiver quinze anos -Essa coordenada veio de Lilian

-e o mais importante, ressaltem que tudo o que fizemos foi por amor -Marcos. Novamente, se abraçaram. Mandaram um aceno para a filha que assistia tudo sem entender e saíram correndo para o carro com duas malas.

-cadê meus pais? -A pequenininha perguntou já com um bico pronto pra chorar. Mas antes disso, Solange a acolheu em seus braços.

-Ta tudo bem, filha -beijou o topo de sua testa -vai ficar tudo bem -sussurrou. 









Se eu estou animada pra postar sim ou claro? IHDEWENFKN' 

Gente eu tenho tantos micos que vamos ter que abrir outro blog pra que eu possa contar tudo , pq a zoeira nao tem fim
Eu tava percebendo que tem muita belieber linda .-. TIPO, MUITO LINDA! Será que eu posso citar nomes? Melhor nao, né hahah mas sério, eu nao vi belieber feia :')


Vamos esclarecer algumas coisas? Antes de tudo, quero dizer que essa fic NÃO TEM PERMISSÃO DE SER REPOSTADA nem em blog, nem em anime, nem em nyah, nem em cordel, em nada! Porque as outras fics que eu autorizei, eu nao marcava que eu deixava, nessa virou uma palhaçada de cópias .

uuh, que séria que eu fui u.u 

Eu quero postar mais de um capítulo por dia. Estou de férias, nao tenho muitos compromissos e tenho vários capítulos. Depende de vocês. 
(depende de nós, quem já foi uma linda criança) Nao vou pedir muitos comentários agora... que tal uns 10? Bom recomeço? 

Nah, isso de pedir comentários é uma bosta. QUEM GOSTOU, QUEM NÃO GOSTOU, QUEM TEM SUGESTÕES E QUEM TA CARENTE (com saudade de mim) COMENTA heuheu

* obrigada pelos comentários haha E pra garota que perdeu o blog, manda link que eu dou uma olhada o/

Próximo capítulo eu já volto contando os baphos e causandoooo

Bluekisses :*