26 de out de 2014

Our Melody - Capítulo 5


“Mas menina, hoje você está tão bonita. Sim, você está. Times Square não consegue brilhar tanto quanto você...”.
- Plain White T’s.
Nova Iorque , Estados Unidos. – 12h10 a.m
 Dias atuais.

Olívia estava uma pilha de nervos. Ela tinha o costume de sofrer por antecedência, era verdade. Porém, agora era muito mais sério. Afinal, muitas coisas estavam em jogo. Ela podia até ver a cara de decepção de todos aqueles que ela amava ao saber que ela não passou na audição.
Fora que, se realmente não passasse, ela teria jogado uma boa quantia de dinheiro fora.
Ela precisava passar naquela audição. Realmente precisava.
Estava tão cansada ontem que dormiu assim que chegou e, bem, acordou bem tarde. Perdeu o almoço que a pousada oferecia. Ficou chateada, afinal, o que ela iria comer? Por sorte, tinha alguns salgadinhos que comprou no aeroporto guardado na mochila.
Seu quarto era uma suíte, por sorte. Tomou um banho e colocou uma roupa simples. Já que estava fazendo calor, optou por um vestido básico rosa, uma sapatilha preta e trançou o cabelo. Suas unhas já estavam feitas, graças a Deus. Pegou uma bolsa que tinha colocado na mala e colocou sua carteira lá dentro, com mais alguns utensílios.
Olhou-se no espelho e sorriu. Não estava parecendo nem de longe uma Nova iorquina, mas esse não era o propósito mesmo, então nem ligou.
Saiu do quarto e desceu as escadas apressadamente, queria dar uma volta por aí, para aliviar o stress. E se ela não passasse amanhã no teste, pelo menos tinha passeado, por mais que pouco, por Nova Iorque.
Emme estava na recepção, falando ao telefone. Como estava ocupada, Liv apenas acenou com a cabeça quando passou por ela. A dona da pousada retribuiu o gesto imediatamente.
Liv desceu as pequenas escadinhas e então estava na rua. Começou a andar sem rumo. As ruas eram lindas. As árvores eram enormes e as plantas estavam caindo. Se fosse uma fotógrafa, com certeza pararia e tiraria uma foto.
O que gostou de NY era que todos eram diferentes. E o mais legal era que ninguém ligava. Encantada, ficou observando tudo. Cada pequeno detalhe. Queria guardar em sua memória cada pequena coisinha, por mais que parecesse insignificante.
Passou por várias lojas e parou em uma de CD’s. Entrou na loja e já sorriu ao sentir o cheiro de lá. Era tão bom...
Ficou lá na loja por horas, analisando os Cd’s, ouvindo músicas que gostava... Quando viu, eram mais de seis horas. Sua barriga roncava, gritando por comida.
Saiu da loja e foi direto para uma lanchonete. Era pequena, laranja e tinha poucas mesas. Todas estavam lotadas, por isso, Liv teve que sentar no balcão. Pediu um café e um pedaço de bolo de chocolate. Enquanto seu pedido não chegava, ficou vendo a televisão que tinha ali.
“Estão animados? Hoje é o último dia que poderão se inscrever! Não percam! E amanhã é a tão esperada audição! Battle of tune, onde seu sonho pode virar realidade.”
Liv deixou um sorriso bobo escapar pelos seus lábios. Estava animadíssima. Ao seu lado, um jovem ao seu lado não pode notar seu momento “abobado” e comentou:
- E então, você é fã do programa?
Olívia o olhou surpresa. Será que ele realmente estava falando com ela? Olhou para os lados e viu que era com ela, realmente. Sorriu e mexeu em seu cabelo.
- Não, quer dizer, na verdade, eu meio que vou tentar participar dele...
- Não brinca? -o garoto lindo ficou animado. – Eu também! E droga, eu não deveria estar tão feliz assim, já que vamos ser concorrentes... –brincou. –
- Vai participar também? Oh, que legal! Qual é o seu número de inscrição?
- Dois mil e quatrocentos. E o seu?
- Dois mil quatrocentos e cinquenta e nove. –Sorriu a menina. –
- Por pouco...
- Só cinquenta e nove de diferença... –riu alto. – realmente, muito pouco.
- Poderia ser mil, vai saber? Enfim, o que você toca?
- Violino. –respondeu, sorrindo. - E você?
- Canto rap. –sorriu. – Sei que muitos acham que só negros podem cantar rap e blábláblá... Que nada! Sou muito bom!
- E nada modesto, pelo que posso ver...
- Apenas reconheço meu talento. –Sorriu, mostrando suas grandes covinhas. – Qual é o seu nome, bela moça?
- Olívia, mas me chame de Liv. E o seu, garoto modesto?
- Realista... –corrigiu. – Me chamo Josh. Josh Carteson.
 - É um prazer conhecê-lo, Josh...
- O prazer é todo meu, Liv...
A garota notou que Josh tinha um pouco de sotaque. Não reconheceu da onde era, mas podia ver que não era dali. Nem era mesmo americano. Fora que sua beleza estonteante denunciava isso. Ele parecia suíço, talvez alemão...
- Sou irlandês. –sorriu, parecendo ler sua mente, fazendo a menina corar. – porém, meus pais me batizaram com nome americano, vai entender! –gargalhou. –
- Sou americana, mas sou de Oregon. –comentou. -
- Um bom estado...
- Concordo.
- Sabe, eu gosto do meu país, mas meu coração pertence a América!
- Todos amam aqui.
- É, parece então que todos têm no coração um cantinho americano.
- É, parece que sim... –Seu pedido chegou e então se dirigiu a garçonete. – Obrigada.
- Enfim, eu sei lá... –Continuo ele. – Meus pais meio que não me apoiam. Por isso, quero muito passar, para esfregar na cara deles!
- Credo! –Liv o olhou, incrédula, enquanto comia um pedaço de seu bolo. – Eles são seus pais!
- Eu sei... E é por isso que quero fazer isso. Que pais não apoiam os filhos?
- Eles podem achar que isso não é o melhor para você. –Argumentou. –
- Não importa. Se eu estou feliz, eles também deveriam estar. É assim que eu penso, pelo menos.
- Você está certo, se parar para pensar bem. Meus pais apoiam totalmente minha decisão.
- Viu? Sinta-se sortuda, garota.
- Eu sei que sou. –sorriu boba. –
Sentiu falta de sua família naquele mesmo instante. Desejou então ir para casa... Com certeza, veria Tyler jogado no sofá, Destiny trabalhando, sua mãe arrumando a casa e seu pai fazendo algo, já que jamais ficava parado.
Seu coração doía e chorar parecia uma opção tão boa...
- Oh não!  Diga-me que você não vai chorar, por favor! Eu não sei como agir nesses momentos!
Liv balançou a cabeça negando, sorrindo fraco. Não, ela não choraria, por mais que tivesse vontade. Sentia falta de casa, afinal, nunca tinha ficado tanto tempo longe... Porém, ela já era grande o suficiente para se controlar.
Josh sorriu e colocou a mão no ombro da garota, num ato de consolo.
- É assim mesmo, os primeiros dias são uma tortura... Mas, depois você se adapta.
A garota o olhou, desconfiada. Josh riu, quer dizer, ele falava por experiência própria. Sabia sobre esse assunto. Entendia sobre ele. Era um expert.
- Falo sério! Chorei feito um bebê, nos primeiros dias... E olha como estou! Vivinho da silva. É claro que sinto falta deles ainda, mas... não tanto como antes. Nem penso mais nisso, na verdade. É incrível como a distância é forte, uhu?
Oliva concordou, mas sabia que jamais deixaria de sentir falta dos pais e que também não os esqueceria. Josh ficou satisfeito ao ver a garota voltar ao normal. Ele sabia como era, tinha sofrido como ninguém... mas, melhorava. O tempo curava tudo, fato.
Conversaram um pouco mais. Falara sobre várias coisas, por mais que fossem banais. Liv ficou feliz, pelo menos, tinha feito um amigo. Não estaria inteiramente sozinha na grande e bela Nova Iorque.
Trocaram os números de celular e se despediram com um abraço. A garota pagou a conta e saiu da lanchonete que estava há segundos atrás.
Tinha esfriado e Olívia se amaldiçoou mentalmente.
Burra, burra, burra... Recriminava-se. Como ela pode esquecer o casaco? Tão simples! Enquanto voltava para a pousada, seu celular tocou.
Atendeu de prontidão.
- Alô?
- Liv?
- Oi, Fe!
- Meu Deus, que saudades! Como você está? Chegou bem? Achou a pousada?
- Calma, garota! –Riu, feliz por a amiga ter ligado. – Eu tô bem, juro. A viagem foi razoável, meio barulhenta, mas... enfim, no geral foi tudo bem. Aqui está muito frio e sim, não foi muito difícil, afinal, está é a única pousada daqui!
- Isso é verdade.
Quando a amiga disse que ela ficaria em uma pousada, Olívia começou a rir. Afinal, nem sabia que existia uma pousada em Nova Iorque. Para ela, lá só existia hotéis luxuosos... E pousadas, na concepção de Liv, haviam apenas em cidades litorâneas.
- Está ansiosa?
- Nem me fale! Eu estou tremendo. –riu. – Nem acredito que é amanhã.
- Nem eu! Tomara que sua audição passe pela televisão. Vou chorar de emoção se isso acontecer.
- Eu sei que vai! –Gargalhou. –
Fernanda sempre foi meio exagerada. Sempre animada, jamais triste. Era muito sensível, acima de tudo. Quando ela e Danny terminaram pela primeira vez, Fernanda enlouqueceu. Na verdade, ela sempre chorava quando o assunto era Danny. Chorava em filmes, também. Principalmente em desenhos animados. Era sempre assim...
- Então, eu só liguei para isso mesmo... Ligação pelo celular é bem caro, sabia?
- É, eu sei. –sorriu. – Beijos, amiga! Obrigada por ter ligado.
- Ligo amanhã de noite novamente, amo você! Boa sorte.
- Também te amo. Obrigada, beijos.
Encerrou a ligação e sentiu um aperto em seu coração. Fernanda sempre foi sua irmã de coração. E vê-la tão longe... doía o coração. Porém, tudo bem. Era por uma causa boa.
Estava fazendo isso pelos seus pais, também. Se ganhasse mesmo o concurso, entraria na faculdade dos sonhos, daria uma boa parte para a caridade e então o resto daria a sua família.
Afinal, eles sempre deram tudo a ela. Até o que não podiam. Era hora de retribuir, certo?
Voltou para pousada sem problemas. O que era bom, já que sempre se perdia. Olívia não tinha nenhum senso de direção. Precisava andar com um GPS na mão para não se perder...
Ao chegar à pousada fofa e branca que estava ficando, viu que não tinha ninguém lá. Nem Emme estava, o que era bem estranho.
Subiu as escadas e foi até seu quarto. Jogou-se na cama assim que entrou. Estava entediada, não sabia o que fazer...
Treinar. Você precisa treinar, Liv, sua consciência disse.
E ela, como sempre, tinha razão.
Muitas pessoas acham que tocar um instrumento é fácil. Que com uma aula, você já vai sair tocando todas as músicas que quiser, mas isso não é verdade. Nem um pouco.
Para aprender tocar um instrumento –tocar de verdade- precisa haver dedicação. Muita dedicação.
E você precisa gostar daquilo. Se não, jamais tocará com perfeição.
Olívia pegou seu violino, tirando da capa que o protegia com cuidado. Ele era tão lindo, não cansava de admirá-lo...
O quarto era pequeno demais e estava dando uma sensação de prisão a ela. Por isso, com seu violino na mão, saiu de lá. Entretanto, antes foi ao banheiro e lavou as mãos. Sim, ela realmente tinha muito cuidado quando o assunto era sobre seu instrumento.
Foi até o belo jardim que tinha atrás da pousada. Não tinha ninguém lá, o que era mais que bom.
O jardim era gigante. Havia uma parte coberta, onde estava uma mesa grande com várias cadeiras. Devia ser ali que acontecia o jantar, pensou Liv.
Porém, ela se dirigiu até a parte sem estar coberta. Foi até uma pequena fonte que tinha ali e ficou de frente para ela. Se alguém entrasse, ela não veria, pois estaria de costas. O que era bom. Ninguém a atrapalharia.
O corpo estava ereto e o busto para frente. As pernas estavam um pouco abertas para estabilizar o equilíbrio do corpo. Pensou em uma música. Logo uma em especial veio em sua mente.
[Coloquem para tocar.]
Quando viu, seus dedos já estavam nas cordas, as tocando. Era incrível o som que elas produziam. A melodia de Stay With Me começou a tocar.
A música a envolvia completamente. Ela não podia estar mais concentrada naquilo. Olívia era tão boa que nem precisava ler a partitura. Já sabia aquela música de cor...
Afinal, estava treinando ela para mostrar a Gus.
Gus.
Esta música basicamente era para ele. Era impossível tocar e não pensar em Gus. Em seu sorriso. Em sua voz. Em seu jeito de ser.
As lágrimas já escorriam pelo seu rosto. Amaldiçoou-se por isso. Quer dizer, ela tinha certeza que Gus não estava assim. Digo, triste. Na verdade, essa era última coisa que Gus deveria estar.
Provavelmente estava se atracando com o “amor da sua vida”.
Mais lágrimas começaram a rolar pelos seus olhos. Soluçou, mas não parou de tocar. Estava envolvida de mais para parar. Não podia parar.
Pois se ela parasse, sabia que faria as malas e voltaria para sua cidade. Voltaria para casa e imploraria para que Gus voltasse para ela.
Oh, won't you stay with me?
'Cause you're all I need
Aquele verso da música acabava com ela. Sim, ela precisava do amor dele. Precisava de Augustus por inteiro.
Jamais pensou que alguém a amaria. Enquanto Fernanda contava sobre suas aventuras com Danny, Liv apenas imaginava se iria encontrar um dia um cara que realmente valesse a pena.
E então Gus apareceu em sua vida. Foi como se, de repente, tudo fizesse sentido. Como se sua música tivesse ganhado mais vida ainda. Como se, realmente valesse a pena viver.
Porém, tudo que é bom dura pouco. Era uma porcaria aquele ditado, mas era real. Como uma romântica nata, achava uma verdadeira mentira. Só que não era. Quando se está apaixonado, você vê coisas onde não existe. Acha que está tudo bem, mesmo não estando.
Quando se está apaixonado, a vida parece perfeita.
Porém, ela não é.

Rose praticamente arrastou Justin para fora da cama. Ao que parecia, ela realmente não tinha simpatizado muito com ele. Ou, talvez, tivesse simpatizado até demais. Ele não sabia ao certo. Nunca entendeu as mulheres, não seria agora que entenderia.
Quando o assunto era sobre mulheres, ele tirava o chapéu.
Tinha acordado bem cedinho, por isso ajudou Rose a fazer o almoço. Todo os hospede, na hora marcada, estavam ali onde acontecia a refeição. Almoçaram tranquilamente. Emme perguntou para cada um qual era o plano de hoje e quando chegou à vez de Justin, ele não soube o que responder. Felizmente –ou não- Rose se intrometeu, dizendo que passaria à tarde com ela. Greg e Rommer começaram a tirar sarro, fazendo a menina fechar a cara, irritada.
Enzo e Jaqueline saíram mais cedo, pois iriam a algum lugar que tinha horário marcado. Já Elisa e Jorge passaram apenas para dar bom dia, pois tinham feito uma reserva em algum restaurante chique. Então, resumidamente, o almoço foi entre Justin, Rose, Emme, Greg e Rommer.
Porém, Justin não pode deixar de reparar que faltava uma pessoa.
- Onde está à nova hospede?
Rose se virou para ele com aqueles grandes olhos verdes, acusadores.
- E por que quer saber?
Justin ficou assustado, quer dizer, ele apenas tinha feito uma pergunta, inocentemente. Fora que mesmo que tivesse perguntando com outro propósito, o que ela tinha a ver com isso?
- Só... curiosidade.
Rose ainda estava desconfiada. Greg começou a tirar mais sarro, dizendo que ela era ciumenta demais. A menina mostrou o dedo do meio e se virou para Justin, decidindo-se afinal, acreditar nele.
- Perdeu o horário. –admitiu. -
- Ah.
Mas, na verdade, Justin queria perguntar por que Rose não a acordou, como ela fez com ele. Porém, achou melhor deixar para lá. Aquele assunto pelo que parecia era meio polêmico.
Comeu a comida, que estava deliciosa e então se retirou. Ficou no quarto olhando para o teto e pensando em como sua vida estava uma bagunça.
Queria que seus amigos estivessem ali com ele. Com certeza faria diferença.
Rose apareceu depois de alguns minutos. Disse para ele se aprontar e encontra-la lá em baixo daqui a alguns minutos.
Justin tomou uma ducha, colocou qualquer roupa e logo depois desceu os dois lances de escada. Rose o esperava na recepção, parecendo impaciente.
- Finalmente a noiva está pronta!
Em resposta, ele fez uma careta.
Ela o ignorou e saiu da pequena pousada. Justin, sem outra escolha, a seguiu. Isso estava virando rotina.
Rose o levou por um pequeno tour. Mostrou as principais lojas ali perto; indicou restaurantes bons e baratos; mostrou os melhores bares; as melhores baladas e por aí vai.
Justin estava grato por Rose estar fazendo companhia a ele, porém, a única coisa que queria fazer no momento era ir para seu quarto e descansar. E quem sabe, praticar um pouco de guitarra. Ele precisava ir bem à audição de amanhã.
Afinal, o sentido desta viagem tinha sido para aquilo.
- Pode ir, se quiser... Eu tenho que fazer algumas coisas na rua.
- Certo, então eu vou. –Justin sorriu, acenando com a cabeça. –
Rose não pode deixar de ficar decepcionada. Gostaria muito que ele dissesse algo como “Tudo bem então, eu te acompanho.”. Porém, Justin apenas concordou. Ele já estava longe a aquela altura, quase sumindo de seu campo de visão. A garota grunhiu de frustração.
Justin finalmente chegou à pousada. Emme estava digitando algo no computador, mas assim que notou o garoto deu um sorriso largo. Ele retribuiu e quando estava subindo as escadas, ouviu algo.
Era uma música.
Parou assim que reconheceu a melodia. Porém, o que o impressionou não era a escolha da música ou qualquer coisa do tipo, e o sim o modo como àquela pessoa tocava.
Justin desceu as escadas rapidamente e seguiu o som. Estava vindo do jardim. Quando abriu a grande porta de vidro, na parte interna não tinha ninguém. Ele resolveu ir ver na parte externa e...
Lá estava.
Justin não pode ver a cara de quem estava tocando, mas viu que era uma garota. Quer dizer, o cabelo da pessoa era longo e ela usava um vestido. Tinha que ser uma garota.
A menina tocava com tanta classe que Justin ficou encantado. O som que saia daquele pequeno instrumento era incrível. E o garoto nunca tinha visto alguém tocar tão bem quanto ela.
Dava para ver que ela tinha nascido para aquilo.
Estava tão vidrado na apresentação da garota misteriosa, que nem percebeu que um sorriso bobo estava em seus lábios.

E, assim que chegou ao ápice da música, Justin teve a certeza de que jamais esqueceria aquele momento. 


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Olá, meninas! FINALMENTE HEIN CARALHO SAHUSHAIHSA  Ai, esse capítulo foi muito legal de escrever, por isso espero que vocês tenham gostado! Mais um personagem para fic, uhulll! Eu AMO o Josh, acho ele muito nhonhonho hahaha DIA SEGUINTE TEM AS AUDIÇÕES HEIN SAOJSAIJ QUEM AÍ ACHA QUE VAI DAR MERDA? OU QUEM AÍ ESTÁ ANSIOSA????
É isso, meus amores.
Beijos e até a próxima ;)


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